Linux Caixa Mágica


Versão 11









http://www.caixamagica.pt


Outubro 2006 – Versão 1.0




















Ficha técnica:


Título: Caixa Mágica 11 Versão 1.0

Autores: David Pinheiro, Flávio Moringa, João Abecasis, Mário Duarte, Paulo Trezentos, Susana Nunes


Caixa Mágica, Lisboa 2006




Parabéns por adquirir um produto Caixa Mágica!




Este manual tem como objectivo ajudá-lo a instalar e configurar o seu novo sistema operativo Linux Caixa Mágica, bem como na configuração e utilização de diversas aplicações.



A redacção do manual foi realizada tendo em vista todo o tipo de leitores, mesmo os que possuem conhecimentos de informática mais básicos. Assim, em todos os capítulos abordamos conceitos fundamentais para uma perfeita compreensão por parte do utilizador.



No caso de ainda subsistir alguma dúvida após a leitura deste manual, aconselhamos a visita ao sítio da Caixa Mágica (http://www.caixamagica.pt) no qual encontrará mecanismos de consulta de problemas descritos por outros utilizadores.


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Índice

1. Guia rápido de utilização da Caixa Mágica 19

1.1. Instalar no computador 19

1.2. Configuração da rede / Internet 20

1.2.1. Ligação através da rede local (LAN – Ethernet) 20

1.2.2. Ligação através de ADSL 22

1.3. Acesso à Internet (Web e mail) 23

1.3.1. Aceder à World Wide Web (WWW) 23

1.3.2. Aceder ao email 24

1.4. Configuração da impressora 25

1.5. Abrir o OpenOffice 26

1.6. Instalar software adicional 27

1.7. Activar as actualizações automáticas 28

1.8. Ouvir um CD de música 29

1.9. Ver um filme 30

1.10. Registar-se como cliente / Colocar questões 31

2. Instalação 33

2.1. Arranque do Instalador 33

2.2. Instalação 35

2.2.1. Licas - Modo de Texto 36

2.2.2. xLicas - Modo Gráfico 59

2.2.3. Conclusão da Instalação 80

3. Primeira Utilização 81

3.1. Conceitos Fundamentais 81

3.1.1. Utilizador e Superutilizador (root) 81

3.1.2. Adicionar/Remover Utilizadores 83

3.2. Entrar no Sistema (Login) 86

3.2.1. Login em modo de texto 86

3.2.2. Login em modo gráfico 87

4. Gestor de Janelas KDE 89

4.1. Ergonomia e principais elementos de utilização 89

4.1.1. Ambiente de Trabalho 91

4.1.2. Lixo 91

4.1.3. O Meu Computador 92

4.1.4. Navegação na Rede Local 93

4.1.5. Barra de Ferramentas 94

4.1.6. Relógio (Data / Hora) 97

4.2. Manusear Janelas de Trabalho 98

4.3. Teclas Importantes 99

4.4. Configuração do Ambiente de Trabalho 101

4.4.1. Fundo do Ecrã 102

4.4.2. Configuração dos Caracteres (fontes) e Cores 104

4.4.3. Posição do clique do rato 106

4.4.4. Protectores de Ecrã 107

4.5. Gestor de Ficheiros - Konqueror 109

4.5.1. Criar Directorias (Pastas) 110

4.5.2. Remover Directorias (Pastas) e Ficheiros 110

4.5.3. Copiar/Colar Ficheiros e/ou Directorias 111

4.5.4. Procurar Ficheiros/Directorias 113

4.5.5. Compactar/Descompactar Ficheiros 114

4.6. Processos 114

4.7. CD-ROM's 116

4.8. Dispositivos Amovíveis 116

5. Gestor de Janelas Gnome 119

5.1. Ergonomia e principais elementos de utilização 119

5.1.1. Ambiente de Trabalho 121

5.1.2. Lixo 122

5.1.3. Barra de Ferramentas 123

5.2. Manusear Janelas de Trabalho 125

5.3. Teclas Importantes 126

5.4. Configuração do Ambiente de Trabalho 128

5.4.1. Fontes 128

5.4.2. Fundo da Área de Trabalho 129

5.4.3. Protecção de Ecrã 130

5.4.4. Proxy 131

5.4.5. Rato 132

5.5. Gestor de Ficheiros - Nautilus 133

5.5.1. Criar Directorias (Pastas) 134

5.5.2. Remover Directorias e Ficheiros 135

5.5.3. Copiar / Colar Ficheiros ou Directorias 136

5.5.4. Pesquisar Ficheiros ou Directorias 137

5.5.5. Compactar / Descompactar Ficheiros 137

5.6. CD-ROM's 139

5.7. Dispositivos Amovíveis 139

6. Principais Aplicações 141

6.1. K3b - Gravador de CD's e DVD's 141

6.1.1. Como Gravar um CD de Áudio 142

6.1.2. Como Criar um CD / DVD de Dados 144

6.1.3. Como Gravar uma Imagem de CD / DVD 146

6.1.4. Como Copiar CD's / DVD's 147

6.1.5. Como Apagar um CD-RW 149

6.1.6. Como Formatar um DVD±RW 150

6.2. amaroK - Reprodutor de Áudio 151

6.2.1. Configuração Inicial 151

6.2.2. Como Ouvir CD de Áudio 153

6.2.3. Como Ouvir Ficheiros MP3 154

6.2.4. Kaffeine - Reprodutor Vídeo 155

6.2.5. Configuração Inicial 156

6.2.6. Como Visualizar um DVD 157

6.2.7. Como Visualizar um DivX 159

6.3. OpenOffice.org 160

6.3.1. Aplicação de Apresentações 160

6.3.2. Folha de Cálculo 161

6.3.3. Processador de Texto 162

6.3.4. Desenho Vectorial 166

6.4. Gestor de Pacotes Synaptic 166

6.4.1. Ambiente de Trabalho 167

6.4.2. Como Configurar Repositórios 169

6.4.3. Como Instalar Pacotes 171

6.4.4. Como Remover Pacotes 172

6.4.5. Como Actualizar Pacotes 173

6.4.6. Software Updater 175

7. Configuração do Sistema 177

7.1. Arquitectura 177

7.2. Configurações Gerais 179

7.2.1. Arranque do Sistema 179

7.2.1.1. Tipo de Login 179

7.2.1.2. Gestor de Arranque (GRUB) 180

7.2.2. Configuração Regional 182

7.2.2.1. Linguagem 182

7.2.2.2. Fuso Horário 183

7.2.2.3. Relógio 184

7.2.3. Disquete de Recuperação 185

7.2.4. X-Windows 186

7.3. Configurações de Hardware 187

7.3.1. Teclado 187

7.3.2. Modem 188

7.3.3. Impressora 189

7.3.4. Placa de Som 193

7.3.5. Placa de Rede 194

7.4. Configurações de Rede 196

7.4.1. Nome / Domínio 196

7.4.2. Rede Local 197

7.4.3. Perfis de Rede 200

7.4.4. Acesso à Internet 202

7.4.4.1. Internet por Cabo 202

7.4.4.2. Internet por ADSL 202

7.4.4.3. Internet por Linha Telefónica (Dial-up) 206

7.4.4.4. Internet por Telemodem Zapp 209

7.4.4.5. Internet por Placa 3G 211

7.5. Administração de Sistema 213

7.5.1. Utilizadores 213

7.5.2. Grupos 214

7.5.3. Programas 216

7.5.4. Hardware 216

7.5.5. Serviços 217

7.5.6. Bluetooth 218

7.5.7. Actualizações Automáticas 219

8. CMWebmin 221

8.1. Servidor Apache 222

8.2. Servidor de E-Mail (Postfix) 229

8.3. Servidor de Ficheiros (Samba) 238

8.4. Servidor de Impressões (Samba) 247

8.5. Servidor FTP (vsftp) 250

8.6. Servidor DHCP 261

9. Glossário 269

10. Condições de suporte do Linux Caixa Mágica 11 271

10.1. Suporte via Web 271

10.2. Suporte via Telefone 271

11. Licença Pública Creative Commons 273



Índice de Figuras

Figura 1.1: Partições Automáticas 19

Figura 1.2: Grub Automático 20

Figura 2.1: Imagem que antecede o arranque 33

Figura 2.2: Primeiro ecrã do Licas (instalador) 35

Figura 2.3: Primeiro ecrã do xLicas (instalador) 36

Figura 2.4: Tipo de Instalação (Licas) 38

Figura 2.5: Teclado (Licas) 38

Figura 2.6: Fuso Horário (Licas) 39

Figura 2.7: Tipo de Particionamento (Licas) 39

Figura 2.8: Particionamento Automático (Licas) 40

Figura 2.9: Particionamento Manual (Licas) 41

Figura 2.10: Particionamento Manual - Editar (Licas) 42

Figura 2.11: Particionamento Manual - Apagar (Licas) 43

Figura 2.12: Partições Tipo LVM (Licas) 44

Figura 2.13: Criar Volume Lógico (Licas) 45

Figura 2.14: Criar Partições em Volume Lógico (Licas) 46

Figura 2.15: Lista de Repositórios (Licas) 47

Figura 2.16: Perfis de Instalação (Licas) 47

Figura 2.17: Selecção de Categorias (Licas) 48

Figura 2.18: Selecção de Pacotes (Licas) 49

Figura 2.19: Configuração do GRUB (Licas) 49

Figura 2.20: Configuração GRUB - Manual I (Licas) 50

Figura 2.21: Configuração GRUB - Manual II (Licas) 51

Figura 2.22: Inserção da palavra-passe de root (Licas) 52

Figura 2.23: Inserção de utilizadores (Licas) 52

Figura 2.24: Hardware detectado (Licas) 53

Figura 2.25: Configurações de Rede (Licas) 53

Figura 2.26: Configuração de Rede Local - DHCP (Licas) 54

Figura 2.27: Configuração de Rede Local - Endereços Estáticos (Licas) 55

Figura 2.28: Configuração Acesso Internet Directo (Licas) 55

Figura 2.29: Configuração de Modem - ISP (Licas) 56

Figura 2.30: Configuração de Modem ADSL (Licas) 57

Figura 2.31: Configuração do Monitor (Licas) 57

Figura 2.32: Instalação de Pacotes (Licas) 58

Figura 2.33: Disquete de arranque (Licas) 59

Figura 2.34: Quatro áreas de navegação essenciais (xLicas) 60

Figura 2.35: Teclado (xLicas) 61

Figura 2.36: Fuso Horário (xLicas) 61

Figura 2.37: Tipo de Particionamento (xLicas) 62

Figura 2.38: Particionamento Automático (xLicas) 63

Figura 2.39: Particionamento Manual (xLicas) 64

Figura 2.40: Particionamento Manual - Editar (xLicas) 65

Figura 2.41: Configurações de Rede (xLicas) 67

Figura 2.42: Configuração de Rede Local - DHCP (xLicas) 68

Figura 2.43: Configuração de Rede Local - Endereços Estáticos (xLicas) 68

Figura 2.44: Configuração Acesso à Internet (xLicas) 69

Figura 2.45: Configuração de Modem (xLicas) 69

Figura 2.46: Configuração de Modem ADSL (xLicas) 70

Figura 2.47: Perfis de instalação (xLicas) 70

Figura 2.48: Repositórios de Pacotes (xLicas) 71

Figura 2.49: Selecção de Categorias (xLicas) 72

Figura 2.50: Selecção de Pacotes (xLicas) 73

Figura 2.51: Configuração GRUB (xLicas) 73

Figura 2.52: Configuração GRUB - Manual I (xLicas) 74

Figura 2.53: Configuração GRUB - Manual II (xLicas) 75

Figura 2.54: Inserção da palavra-passe de root (xLicas) 76

Figura 2.55: Introdução utilizadores (xLicas) 76

Figura 2.56: Criação de disquete de arranque (xLicas) 77

Figura 2.57: Hardware detectado (xLicas) 78

Figura 2.58: Configuração do Monitor (xLicas) 78

Figura 2.59: Instalação de Pacotes (xLicas) 79

Figura 2.60: Finalização de instalação(xLicas) 79

Figura 3.1: Autenticação no Sistema - KDM 83

Figura 3.2: Autenticação no Sistema – GDM 84

Figura 3.3: Gestão de Utilizadores (xLucas) 84

Figura 3.4: Adicionar utilizador (xLucas) 85

Figura 3.5: Login em modo de texto (consola) 87

Figura 4.1: Aparência do KDE na Caixa Mágica 89

Figura 4.2: Áreas mais importantes do ambiente KDE 90

Figura 4.3: Inserir ícone 91

Figura 4.4: Lixo vazio 92

Figura 4.5: Lixo cheio 92

Figura 4.6: O meu computador 93

Figura 4.7: Navegação na Rede Local 94

Figura 4.8: Barra de ferramentas do KDE 94

Figura 4.9: Barra de ferramentas (lado esquerdo) 94

Figura 4.10: Barra de ferramentas (lado direito) 95

Figura 4.11: Adicionar ícone à barra de ferramentas 96

Figura 4.12: Calendário 97

Figura 4.13: Menu do relógio 97

Figura 4.14: Menu de Contexto das Janelas 98

Figura 4.15: Terminar sessão de KDE 100

Figura 4.16: Execução de um comando no KDE 100

Figura 4.17: Alternar entre aplicações 101

Figura 4.18: Vigilante do sistema KDE 101

Figura 4.19: Centro de controlo do KDE 102

Figura 4.20: Fundo do Ecrã 103

Figura 4.21: Tipos de Letra 104

Figura 4.22: Definição de Cores 105

Figura 4.23: Definição do Estilo 106

Figura 4.24: Configuração do rato - Esquerdino 107

Figura 4.25: Protector de Ecrã 108

Figura 4.26: Gestor de Ficheiros Konqueror 109

Figura 4.27: Criar Nova Pasta/Directoria 110

Figura 4.28: Mover para o Lixo ou Apagar 111

Figura 4.29: Copiar / Colar / Mover 112

Figura 4.30: Procurar ficheiros 113

Figura 4.31: Ficheiro compactado 114

Figura 4.32: Processos 115

Figura 4.33: Conteúdo de CD Áudio 116

Figura 4.34: Dispositivo Amovível 117

Figura 4.35: Retirar Dispositivo Amovível 117

Figura 5.1: Aparência do Gnome na Caixa Mágica 119

Figura 5.2: Áreas mais importantes do ambiente Gnome 120

Figura 5.3: Menu de Contexto do Ambiente de Trabalho 121

Figura 5.4: Criar Atalho no Ambiente de Trabalho 121

Figura 5.5: Lixo Vazio 122

Figura 5.6: Lixo Cheio 122

Figura 5.7: Esvaziar Lixo 123

Figura 5.8: Barra de Ferramentas do Gnome 123

Figura 5.9: Barra de Ferramentas (lado esquerdo) 123

Figura 5.10: Barra de Ferramentas (lado direito) 124

Figura 5.11: Menu da Barra de Ferramentas 125

Figura 5.12: Menu de Contexto das Janelas 126

Figura 5.13: Terminar Sessão de Gnome 127

Figura 5.14: Executar Aplicação / Comando 127

Figura 5.15: Alterar Aplicações 127

Figura 5.16: Centro de Controlo do Gnome 128

Figura 5.17: Preferências de Fontes 129

Figura 5.18: Preferências do Fundo da Área de Trabalho 130

Figura 5.19: Preferências da Protecção de Ecrã 131

Figura 5.20: Preferências da Proxy de Rede 132

Figura 5.21: Preferências de Rato 133

Figura 5.22: Gestor de Ficheiros Nautilus 134

Figura 5.23: Criar Nova Directoria 135

Figura 5.24: Mover para o Lixo 135

Figura 5.25: Pesquisa de Ficheiros / Directorias 137

Figura 5.26: Extrair Arquivo 138

Figura 5.27: Criar Arquivo 138

Figura 5.28: Conteúdo de CD-ROM 139

Figura 5.29: Dispositivo Amovível 140

Figura 5.30: Desmontar Dispositivo Amovível 140

Figura 6.1: K3b - Gravação de CD's / DVD's 141

Figura 6.2: Verificação de Velocidade do Gravador 142

Figura 6.3: Gravar CD de Áudio (passo 1) 142

Figura 6.4: Gravar CD de Áudio (passo 2) 143

Figura 6.5: Gravar CD de Áudio (passo 3) 143

Figura 6.6: Criar CD / DVD de Dados (passo 1) 144

Figura 6.7: Criar CD / DVD de Dados (passo 2) 145

Figura 6.8: Criar CD / DVD de Dados (passo 3) 145

Figura 6.9: Gravar Imagem de CD / DVD (passo 1) 146

Figura 6.10: Gravar Imagem de CD / DVD (passo 2) 147

Figura 6.11: Copiar CD / DVD (passo 1) 148

Figura 6.12: Copiar CD / DVD (passo 2) 148

Figura 6.13: Apagar CD-RW (passo 1) 149

Figura 6.14: Apagar CD-RW (passo 2) 149

Figura 6.15: Formatar DVD±RW (passo 1) 150

Figura 6.16: Formatar DVD±RW (passo 2) 150

Figura 6.17: amaroK - Assistente da Primeira Execução (passo 1) 151

Figura 6.18: amaroK - Assistente da Primeira Execução (passo 2) 152

Figura 6.19: Reprodutor de Ficheiros Áudio amaroK 152

Figura 6.20: Applet amaroK na Barra de Ferramentas 153

Figura 6.21: Tocar CD Áudio 154

Figura 6.22: Tocar Média 154

Figura 6.23: Reprodutor de Vídeo Kaffeine 155

Figura 6.24: Kaffeine - Ajudante de Instalação (passo1) 156

Figura 6.25: Kaffeine - Ajudante de Instalação (passo 2) 157

Figura 6.26: Detecção de DVD no KDE 158

Figura 6.27: Visualizar DVD 158

Figura 6.28: Detecção de CD/DVD no KDE 159

Figura 6.29: Visualizar CD/DVD 160

Figura 6.30: Apresentações OpenOffice.org 161

Figura 6.31: Folha de Cálculo OpenOffice.org 162

Figura 6.32: Processador de Texto OpenOffice.org 164

Figura 6.33: Diagramas e Desenho OpenOffice.org 166

Figura 6.34: Ambiente do Gestor de Pacotes Synaptic 167

Figura 6.35: Gestor de Pacotes Synaptic – Repositórios 170

Figura 6.36: Adicionar CD-ROM a Repositórios 170

Figura 6.37: Recarregar Informação de Pacotes 170

Figura 6.38: Janela de Pesquisa de Pacotes 171

Figura 6.39: Pesquisa de Pacotes para Instalação 172

Figura 6.40: Pesquisa de Pacotes para Remoção 173

Figura 6.41: Actualização de Pacotes 174

Figura 6.42: Actualização de todos os Pacotes 174

Figura 6.43: Procurar Actualizações (passo 1) 175

Figura 6.44: Procurar Actualizações (passo 2) 176

Figura 6.45: Sistema Actualizado 176

Figura 7.1: Arquitectura Caixa Mágica 177

Figura 7.2: Ecrã Principal do xLucas 179

Figura 7.3: Tipo de Login 180

Figura 7.4: Gestor de Arranque (GRUB) 181

Figura 7.5: Gestor de Arranque (GRUB) – Adicionar entrada 182

Figura 7.6: Linguagem 183

Figura 7.7: Fuso Horário 184

Figura 7.8: Relógio 185

Figura 7.9: Disquete de Recuperação 186

Figura 7.10: X-Windows 187

Figura 7.11: Teclado 188

Figura 7.12: Modem 189

Figura 7.13: Assistente de Adição de Impressora I 189

Figura 7.14: Assistente de Adição de Impressora II 190

Figura 7.15: Assistente de Adição de Impressora III 190

Figura 7.16: Assistente de Adição de Impressora IV 191

Figura 7.17: Assistente de Adição de Impressora IV 191

Figura 7.18: Assistente de Adição de Impressora V 192

Figura 7.19: Assistente de Adição de Impressora VI 192

Figura 7.20: Placa de Som 193

Figura 7.21: Adicionar Placa de Som 194

Figura 7.22: Placa de Rede 195

Figura 7.23: Adicionar Placa de Rede 196

Figura 7.24: Nome / Domínio do Computador 197

Figura 7.25: Rede Local 198

Figura 7.26: Configuração da Placa de Rede 199

Figura 7.27: Configuração de Rede Wireless 199

Figura 7.28: Perfis de Rede 201

Figura 7.29: Ligação à Internet por Cabo 202

Figura 7.30: Ligação à Internet por ADSL 203

Figura 7.31: Configuração de Modem ADSL (passo 1) 204

Figura 7.32: Configuração de Modem ADSL (passo 2) 204

Figura 7.33: Configuração de Modem ADSL (passo 3) 204

Figura 7.34: Configuração de Modem ADSL (passo 4) 205

Figura 7.35: Configuração de Modem ADSL (passo 5) 205

Figura 7.36: Configuração de Modem ADSL (passo 6) 206

Figura 7.37: Ligação à Internet por Linha Telefónica 207

Figura 7.38: Adicionar Ligação à Internet por Linha Telefónica I 207

Figura 7.39: Adicionar Ligação à Internet por Linha Telefónica II 208

Figura 7.40: Adicionar Ligação à Internet por Linha Telefónica III 208

Figura 7.41: Ligação à Internet por Telemodem Zapp 209

Figura 7.42: Configuração de Telemodem Zapp (passo 1) 210

Figura 7.43: Configuração de Telemodem Zapp (passo 2) 210

Figura 7.44: Configuração de Telemodem Zapp (passo 3) 210

Figura 7.45: Ligação à Internet por Placa 3G 211

Figura 7.46: Configuração de Placa 3G (passo 1) 212

Figura 7.47: Configuração de Placa 3G (passo 2) 212

Figura 7.48: Gestão de Utilizadores 213

Figura 7.49: Adicionar Utilizador 214

Figura 7.50: Gestão de Grupos 214

Figura 7.51: Adicionar Grupo 215

Figura 7.52: Detecção de Hardware 216

Figura 7.53: Serviços Daemon 217

Figura 7.54: Serviços Xinetd 218

Figura 7.55: Configuração Bluetooth 219

Figura 7.56: Actualizações Automáticas 220

Figura 8.1: CMWebmin – Autenticação 221

Figura 8.2: CMWebmin – Ecrã inicial 222

Figura 8.3: Menu Servidor Apache 223

Figura 8.4: Servidor Apache pré-definido 223

Figura 8.5: Opções de Servidor Virtual 224

Figura 8.6: Configuração de Rede e Endereços 224

Figura 8.7: Configuração de Opções do Documento 225

Figura 8.8: Iniciar Servidor Apache 226

Figura 8.9: Menu Servidor de E-Mail Postfix 229

Figura 8.10: Opções mais usadas do Servidor Postfix 230

Figura 8.11: Configuração do alias “postmaster” 231

Figura 8.12: Outras opções gerais I 232

Figura 8.13: Outras opções do Servidor Postfix II 233

Figura 8.14: “Gravar e Aplicar” e “Voltar a Postfix configuration” 233

Figura 8.15: Inicialização Servidor Postfix 233

Figura 8.16: Menu Servidor de Ficheiros SMB/CIFS 239

Figura 8.17: Conversão de Utilizadores 240

Figura 8.18: Configuração Global 240

Figura 8.19: Configuração de Windows Networking 241

Figura 8.20: Criar Partilha de Ficheiros I 242

Figura 8.21: Criar Partilha de Ficheiros II 242

Figura 8.22: Outras opções de partilha 243

Figura 8.23: Acesso a utilizadores convidados 243

Figura 8.24: Configuração de Segurança e Acesso à Partilha 244

Figura 8.25: Iniciar Servidor Samba 244

Figura 8.26: Reiniciar Servidor Samba 245

Figura 8.27: Criação de Partilha de Impressora I 248

Figura 8.28: Criação de Partilha de Impressora 248

Figura 8.29: Configuração de Serviços Xinetd 251

Figura 8.30: Activação do Serviço FTP 251

Figura 8.31: Servidor FTP I 252

Figura 8.32: Servidor FTP II 252

Figura 8.33: Configuração de opções gerais 253

Figura 8.34: Configuração de utilizadores anónimos 254

Figura 8.35: Configuração de utilizadores do sistema 255

Figura 8.36: Botão para reinicializar o serviço FTP 256

Figura 8.37: Servidor DHCP 261

Figura 8.38: Subredes e Redes Partilhadas 262

Figura 8.39: Interface para adicionar uma sub-rede 262

Figura 8.40: Anfitriões e Grupos de Anfitrião 263

Figura 8.41: Botão de configurações gerais 264

Figura 8.42: Algumas configurações gerais 264

Figura 8.43: Configurações de temporização 265

Figura 8.44: Configuração do interface de rede 265








  1. Guia rápido de utilização da Caixa Mágica

Este Guia especialmente dirigido a iniciados em Linux pretende ajudá-lo no arranque da utilização do mesmo. As sugestões que se seguem baseiam-se no Ambiente de Trabalho KDE, podendo o ambiente Gnome ter ligeiras variações.


Se deparar com problemas ao executar os passos aqui sugeridos, consulte as restantes secções do Manual ou contacte o suporte Caixa Mágica Software.


    1. Instalar no computador


O primeiro passo é começar por instalar o Linux Caixa Mágica no seu computador.

Para isso, insira o CD no seu computador e reinicie o mesmo.


Siga os passos e:



Figura 1.1: Partições Automáticas




Figura 1.2: Grub Automático


    1. Configuração da rede / Internet


      1. Ligação através da rede local (LAN – Ethernet)


Se se liga através de uma rede local (placa Ethernet) à Internet, com ou sem fios, então poderá configurar a sua placa da seguinte forma:





















      1. Ligação através de ADSL


Existem quatro modems ADSL que são directamente suportados pela Caixa Mágica 11: Alcatel Speedtouch, Siemens Santis, Octal e Sagem Fast.


Dentro dos modelos mencionados, existem algumas versões dos mesmos que poderão não ser suportadas. Nesse caso, contacto o helpdesk da Caixa Mágica.












    1. Acesso à Internet (Web e mail)


      1. Aceder à World Wide Web (WWW)

























      1. Aceder ao email



























    1. Configuração da impressora


Poderá configurar facilmente uma ou mais impressoras, quer esta seja local ou partilhada através de uma rede.




















    1. Abrir o OpenOffice


O OpenOffice.org é uma suite completa, onde poderá encontrar ferramentas de produtividade como uma folha de cálculo ou um processador de texto.















    1. Instalar software adicional


Para instalar software adicional contido no CD ou no DVD siga os passos abaixo.



















    1. Activar as actualizações automáticas


Através do xLucas poderá programar actualizações regulares do software instalado no seu Caixa Mágica e receber um relatório via email.
















    1. Ouvir um CD de música




















    1. Ver um filme














    1. Registar-se como cliente / Colocar questões


Para se registar e ter acesso à sua área pessoal de suporte deve primeiro abrir um browser (ver capítulo 1.3.1).





















  1. Instalação

    1. Arranque do Instalador


Para instalar a Caixa Mágica deverá ter em seu poder:



Nesse momento, precisa de inserir o CD-ROM no respectivo leitor e reiniciar o computador.


Figura 2.1: Imagem que antecede o arranque


A instalação da Caixa Mágica é feita através de um programa chamado xLicas. Esse programa é responsável por preparar e guiar o utilizador na instalação, encontrando-se o mesmo no CD-ROM da distribuição Caixa Mágica.


Para o executar, insira o CD1 da Caixa Mágica no leitor de CD-ROM's e reinicie o computador.


Se o computador não for muito antigo (tiver aproximadamente menos de quatro anos...) então deverá arrancar com o instalador a partir do CD-ROM.


Saberá que o arranque foi bem sucedido se aparecer a imagem da figura 2.1 no ecrã.


Se a imagem não aparecer após o reiniciar do computador e este tiver arrancado com o sistema operativo usual, isso significa que uma de duas situações se verifica:



No caso de o seu computador não estar configurado para, durante a sequência de arranque, ler do CD-ROM isso significa que deverá proceder a algumas alterações na BIOS. A BIOS é o chip, ou seja, o circuito integrado que de entre outras funções está encarregue de chamar o primeiro programa a ser executado.


A sequência de arranque da BIOS é geralmente: disquete, disco. Isto é, numa primeira fase tentar arrancar de disquete, e numa segunda fase e apenas se a primeira falhar arrancar do disco.


Neste caso, interessa-nos arrancar na seguinte sequência: CD-ROM, disco, disquete. Em primeiro lugar, deve estar o CD-ROM, porque é aí que se encontra o instalador da Caixa Mágica.

Para proceder a esta configuração deverá no arranque do computador entrar para o software e configuração da BIOS. A forma de entrar neste software varia de computador para computador, mas geralmente é efectuado através da pressão da tecla "ESCAPE", "F1" ou "DELETE" do computador.


Depois de entrar no software da BIOS, deverá encontrar a opção da sequência de arranque. Esta opção varia mais uma vez de fabricante mas é vulgar estar presente sobre a designação "Boot sequence". Após ter colocado o CD-ROM em primeiro lugar dessa opção deverá gravar, sair e reiniciar o computador.



    1. Instalação


A instalação da Caixa Mágica é realizada pelo Licas – [L]icas é o [I]nstalador de [C]onfiguração e [A]rranque do [S]istema.


O Licas é um instalador que acompanha o utilizador pelos passos necessários à instalação e à configuração do sistema operativo.


Existem duas versões do Licas, uma implementada em modo texto e outra em modo gráfico.


Figura 2.2: Primeiro ecrã do Licas (instalador)

A versão modo texto, a que carinhosamente chamámos Licas, tem exactamente as mesmas funcionalidades que a versão em modo gráfico, mas é destinada a computadores com características técnicas mais fracas. Se durante o arranque do instalador lhe for colocado um ecrã a lembrar os antigos programas DOS, é esse o caso (figura 2.2).


Por outro lado, para os computadores mais modernos, a Caixa Mágica disponibiliza uma versão do instalador que aproveita os recursos gráficos mais avançados, o xLicas (o "x" vem do facto de correr em X, o ambiente de janelas do Linux).


Figura 2.3: Primeiro ecrã do xLicas (instalador)

Cada uma das versões do instalador vai ser tratada em detalhe nas próximas secções.


Se possível, utilize a versão em modo gráfico – xLicas.




      1. Licas - Modo de Texto


O Licas é o instalador da Caixa Mágica desenvolvido em modo texto. Concretamente, implementado sobre a biblioteca Newt.


A instalação da Caixa Mágica é realizada através de um número reduzido de passos. O passo actual é identificado pelo número com cor diferente no rodapé da aplicação do lado esquerdo (figura 2.2).


O primeiro ecrã, o de boas vindas, é representado na figura 2.2. Para seguir na instalação deverá pressionar a tecla ENTER quando o botão activo for “Continuar”.



A Navegação dentro do Licas é bastante simples e intuitiva. Aqui ficam algumas ajudas:


  • Ajuda - todos os ecrãs têm ajuda e esta pode ser visualizada através da tecla F1.

  • Esquerda - para deslocar o botão activo para a esquerda deverá pressionar a tecla de cursor esquerda (representado no teclado por uma seta).

  • Direita - para deslocar o botão activo para a direita pressionar a tecla de cursos direita (representado no teclado por uma seta). Em alternativa poderá utilizar a tecla TAB (tecla localizada na parte direita do teclado com duas setas em sentidos opostos).

  • Seleccionar - se desejar seleccionar uma opção deverá pressionar a barra de espaços.

  • Voltar ao ecrã anterior - para regressar ao ecrã anterior deverá escolher o botão "Voltar". Por razões técnicas, nem sempre é possível esta opção estar presente.



O segundo ecrã do Licas destina-se à selecção do tipo de instalação (figura 2.4), ou seja, se pretende iniciar uma nova instalação ou se fazer uma actualização uma versão anterior do Linux Caixa Mágica.







Figura 2.4: Tipo de Instalação (Licas)

O ecrã de selecção do teclado, consoante a configuração deste poderá ter acesso ou não à acentuação característica da língua portuguesa.


Figura 2.5: Teclado (Licas)

No ecrã seguinte poderá definir qual o seu fuso horário consoante a sua localização geográfica. A hora do seu computador será estabelecida em função da sua escolha.


Figura 2.6: Fuso Horário (Licas)

Chegada a esta parte da instalação é necessário definir como o disco rígido irá estar organizado. Para isso, são definidas partições.


Figura 2.7: Tipo de Particionamento (Licas)

Existem duas formas de definir partições: "Automática" ou "Manual". A primeira (automática) é aconselhável quando se tem um disco especificamente destinado ao Linux Caixa Mágica. Utilizadores iniciados que tenham um disco só para Linux deverão seleccionar essa hipótese. Quem quiser instalar a Caixa Mágica num computador com outro sistema operativo previamente instalado e que o deseje manter, não deverá escolher a opção "Automático".


No particionamento automático, os discos rígidos instalados no seu computador são automaticamente detectados. Deverá escolher aquele em que pretende instalar a Caixa Mágica. Depois de escolher e confirmar, o Licas irá particioná-lo e formatá-lo.


Figura 2.8: Particionamento Automático (Licas)

O particionamento manual envolve a definição das partições individualmente por parte do utilizador. Na janela "Partições Manuais" (figura 2.9) encontrará os diferentes discos identificados na primeira coluna. Cada disco tem atribuído as partições que o compõem, distinguíveis por estarem ligeiramente indentadas. No topo da janela tem informação relativa aos discos encontrados.


Normalmente, numa instalação da Caixa Mágica são criadas quatro partições:




Figura 2.9: Particionamento Manual (Licas)

A figura 2.9 revela-nos que na instalação em causa tinha sido detectado um disco ("Disco 1"), sendo este disco composto por quatro partições.


Sobre cada partição existem quatro colunas com informação. A primeira coluna - "Disco/Part" - dá-nos a designação da partição propriamente dita. Por exemplo, hda1.


A segunda coluna informa-nos sobre o local onde essa partição irá ser montada. Cada partição é montada sobre uma localização específica onde o utilizador poderá mais tarde acedê-la. No Linux, apenas é obrigatória haver uma partição cujo ponto de montagem (mounting point) é a "/" (lê-se root). É bastante vulgar haver partições cujo ponto de montagem é a directoria "/boot" ou "/home".


O sistema de ficheiros para formatar essa partição é dado pela terceira coluna - "SistemaFich". O sistema de ficheiros actualmente utilizado em Linux é ext3, ou seja, extended 3.


Por fim, temos o tamanho que essa partição possui.


Existem quatro operações que pode realizar sobre uma partição:




Figura 2.10: Particionamento Manual - Editar (Licas)

Figura 2.11: Particionamento Manual - Apagar (Licas)



Como atrás foi referido, neste ecrã é possível definir o ponto de montagem de uma partição. Poderá optar por uma das localizações propostas (/, /boot, /home ou /usr) ou definir uma qualquer outra, através do quinto campo. É mandatório haver uma partição com o ponto de montagem "/", que é o local onde serão colocados os ficheiros (programas) a instalar. É também aconselhada a existência de uma partição com o ponto de montagem "/boot".


Ao optar por apagar uma partição terá um ecrã onde será confirmada a sua opção. No caso de prosseguir, a sua partição será apagada com todos os documentos nela armazenados. Não existem ferramentas para reverter esta operação, pelo que deverá ter a certeza que a operação será realizada sobre a partição correcta.


Neste instalador é também possível criar partições do tipo LVM (Logical Volume Manager), ou seja, volumes lógicos.


O LVM permite tratar um ou mais discos como se se tratasse de apenas um, o que oferece uma maior flexibilidade na gestão do espaço para aplicações e utilizadores.


O primeiro passo para criar um volume é adicionar uma ou mais partições do tipo LVM, localizadas em apenas num disco ou em vários.


Após adicionar as partições, estas aparecerão no ecrã principal sem ponto de montagem associado e com o sistema de ficheiros “lvm”. No ecrã da figura 2.12 podemos ver que existem dois discos, cada um com uma partição do tipo LVM.


Figura 2.12: Partições Tipo LVM (Licas)

De seguida, iremos criar o volume lógico com as partições criadas, carregando no botão “LVM”.


No ecrã seguinte serão listadas as partições criadas anteriormente. Insira um nome para o volume lógico, seleccione as partições que pretende adicionar ao mesmo e carregue em “Continuar” (figura 2.13).


Figura 2.13: Criar Volume Lógico (Licas)

Depois de criado o volume lógico, segue-se a criação das partições para instalação do sistema. As operações que se efectuam sobre um disco para criar ou apagar partições também se aplicam aqui.


Seleccione então o volume com cursor e carregue em “Adicionar”. De seguida, escolha o ponto de montagem, o sistema de ficheiros, o tamanho e insira um nome que identifique a partição.


Como pode verificar, as partições criadas dentro do volume lógico são identificadas por um nome (por exemplo: LogVol1) enquanto que as partições físicas são identificadas pelo seu dispositivo (por exemplo: /dev/hda1).



Após adicionar as partições dentro do volume, estas serão apresentadas no ecrã principal, como exemplificado na figura 2.14.


Figura 2.14: Criar Partições em Volume Lógico (Licas)

Depois de definidas as partições do disco, passa-se à selecção dos pacotes a instalar.


Num primeiro passo, é perguntado ao utilizador se deseja adicionar outros repositórios, ou seja, outras fontes de pacotes, antes de efectuar a selecção destes.


Se carregar em “Sim”, será aberta uma nova janela com os repositórios da Caixa Mágica inactivos bem como o do próprio CD de instalação (figura 2.15).


Esta opção é bastante útil no caso de, por exemplo, existirem pacotes mais recentes em determinados repositórios do que aqueles que se encontram, no CD de instalação.


Por omissão, apenas vai activo o CD como repositório, mas na janela encontram-se inactivos outros repositórios da Caixa Mágica. Ao activá-los, a lista de pacotes será actualizada e poderá fazer a instalação a partir desta nova informação.







Figura 2.15: Lista de Repositórios (Licas)

De seguida vamos seleccionar o perfil a instalar. Nesta versão da Caixa Mágica é possível instalar quer um posto de trabalho quer um servidor, bem como escolher qual o gestor de janelas em que prefere trabalhar – KDE ou Gnome (figura 2.16).


Figura 2.16: Perfis de Instalação (Licas)

Após seleccionar o perfil, pode continuar a instalação carregando em “Continuar”, ou pode seleccionar quais as categorias a instalar dentro do perfil seleccionado carregando em “Personalizar”.


Neste ecrã encontram-se já algumas categorias marcadas de acordo com o perfil escolhido anteriormente. Pode-se aqui marcar outras categorias ou desmarcar as categorias já seleccionadas (figura 2.17).


Figura 2.17: Selecção de Categorias (Licas)

Após seleccionar as categorias pode prosseguir com a instalação, carregando em “Continuar”. Caso pretenda personalizar mais ainda a sua instalação e especificar a selecção de pacotes, carregue em “Personalizar”.


No ecrã seguinte serão listados todos os pacotes obtidos nos repositórios seleccionados anteriormente, permitindo fazer uma selecção pacote a pacote (figura 2.18). Após marcar ou desmarcar os pacotes, carregue em “Instalar” para passar ao próximo passo da instalação.








Figura 2.18: Selecção de Pacotes (Licas)

Para, no arranque do computador, poder seleccionar qual o sistema operativo a inicializar terá de configurar o GRUB (GRand Unified Bootloader). No caso de seleccionar uma configuração automática do GRUB, este detectará automaticamente as partições do seu disco e encarregar-se-á colocar as entradas dos sistemas operativos encontrados no menu de arranque (figura 2.19).


Figura 2.19: Configuração do GRUB (Licas)

Na configuração manual do GRUB (figura 2.20) poderá optar por instalá-lo no primeiro sector do primeiro disco, chamado de MBR (Master Boot Record), ou colocá-lo no primeiro sector da partição que contêm a root (/).


Figura 2.20: Configuração GRUB - Manual I (Licas)

Caso não tenha mais nenhum gestor de arranque instalado, deverá seleccionar "Automática" ou "Manual". No caso de ter um gestor instalado e este incluir na configuração a partição Linux, então escolha a opção "Não instalar".


Por cada sistema operativo deverá adicionar uma entrada ao GRUB (figura 2.21). Se tiver instalado, por exemplo, o Linux e o Windows no disco (o primeiro sistema em /dev/hda2 e o segundo em /dev/hda1) deverá adicionar duas entradas.


Assim, poderia primeiro adicionar uma entrada escrevendo "Caixa Mágica" no campo "Introduza o nome da entrada". Depois seleccionar a partição na janela Partição a partir do qual será feito o arranque (a partição cujo ponto de montagem é "/boot" ou, no caso de esta não existir, a partição cujo ponto de montagem é "/"), neste caso "/dev/hda2". Finalmente, pressionar o botão "Adicionar".


De seguida, para adicionar o Windows segue-se os mesmos passos: escrever "Windows" no nome da entrada, seleccionar a partição onde se encontra instalado (/dev/hda1) e pressionar o botão "Adicionar".




Figura 2.21: Configuração GRUB - Manual II (Licas)


No passo seguinte é necessário definir a palavra-passe de administrador.


Um sistema Linux sendo multi-utilizador pode autorizar o acesso a diferentes utilizadores. Cada utilizador tem permissões de acesso ao sistema diferentes. Existe, no entanto, um utilizador principal que tem permissões ilimitadas sobre todos os recursos do sistema. Esse utilizador é chamado de "root".


Deverá, então, inserir a palavra-passe do "root" neste ecrã (figura 2.22) e pressionar o botão "Continuar".















Figura 2.22: Inserção da palavra-passe de root (Licas)

Como atrás foi referido, o seu sistema pode permitir acesso a vários utilizadores.


No ecrã seguinte (figura 2.23) deverá criar os utilizadores que acederão ao sistema após este estar instalado, devendo configurar nesse momento a palavra-passe (password) a utilizar pelos mesmos. Estes utilizadores não terão permissões de alteração de configurações de sistema.

Figura 2.23: Inserção de utilizadores (Licas)

O Licas possui capacidade de detecção do hardware incluído no seu sistema (figura 2.24). Neste ecrã ser-lhe-á mostrado qual o hardware que foi detectado automaticamente.


Figura 2.24: Hardware detectado (Licas)

Prosseguindo com a instalação, segue-se a configuração de rede (figura 2.25).


Figura 2.25: Configurações de Rede (Licas)

Se possui uma ligação à Internet através de uma placa de rede pressione "Acesso a rede local". Se, por outro lado, possui uma ligação através de um modem analógico ou adsl pressione "Acesso Internet Directo".


Em relação à rede local, esta pode ser configurada quer por DHCP quer por endereços IP estáticos, isto é, inserindo-os no ecrã de configuração.


Se seleccionou configurar a placa de rede através de DHCP apenas é necessário inserir o nome que irá identificar o seu computador (hostname) e pressionar em "Continuar" (figura 2.26).


Caso não insira um nome, por omissão o nome do computador será “CaixaMagica”.


Figura 2.26: Configuração de Rede Local - DHCP (Licas)

Se por outro lado pretende inserir os endereços IP deve-se seleccionar “Não” no ecrã onde é perguntado se pretende DHCP, e no ecrã seguinte deve seleccionar qual a placa de rede que pretende configurar.


Depois, para configurar a placa seleccionada (figura 2.27), é necessário preencher os campos desta como: o nome do computador (hostname), endereço placa de rede, endereço da máscara da rede (netmask), endereço da gateway e endereço do servidor de domínios (DNS). O campo “Hostname” poderá não ser preenchido, e neste caso o nome do computador por omissão será “CaixaMagica”.

Figura 2.27: Configuração de Rede Local - Endereços Estáticos (Licas)

Para configurar um modem analógico terá que aceder a outro ecrã. Após pressionar "Acesso Internet Directo" (figura 2.25), pressione em "Modem" (figura 2.28).


Figura 2.28: Configuração Acesso Internet Directo (Licas)

Em primeiro lugar deve seleccionar a porta onde se encontra instalado o modem e pressionar "OK". No ecrã seguinte (figura 2.29) deverá inserir a configuração do seu fornecedor de Internet: nome da ligação, número de telefone, login e palavra-passe.


Figura 2.29: Configuração de Modem - ISP (Licas)

No caso de se tratar da configuração de um modem adsl, apenas terá que pressionar o botão "ADSL" (figura 2.28) e a ligação será configurada (figura 2.30). Após a instalação e o primeiro arranque deverá prosseguir com a configuração do seu modem através do xLucas -> Internet (ver capitulo 7).















Figura 2.30: Configuração de Modem ADSL (Licas)

Segue-se a configuração do monitor (figura 2.31). Aqui deve seleccionar a resolução de acordo com o tipo de monitor (normal ou panorâmico/wide) e com o tamanho deste.


Figura 2.31: Configuração do Monitor (Licas)

De seguida segue-se a fase de instalação dos pacotes seleccionados anteriormente. Esta pode ser uma fase relativamente demorada. Aqui é dada a possibilidade de voltar atrás nos ecrãs caso seja necessário alterar alguma configuração.


Figura 2.32: Instalação de Pacotes (Licas)

Mesmo no caso de não pretender instalar o GRUB no MBR, poderá iniciar o Linux de uma outra forma, através do recurso a uma disquete de arranque (figura 2.33). Atenção, todo o conteúdo da disquete será apagado neste passo.


Depois de criar a disquete de arranque e ter terminado a instalação, poderá reiniciar o computador com a disquete inserida na drive e verificará que o Linux será inicializado.


Para finalizar a instalação da Caixa Mágica, retire o CD-ROM do leitor e a disquete de arranque (caso tenha feito uma), e reinicie o computador. Aproveite o seu recém-instalado Linux Caixa Mágica.








Figura 2.33: Disquete de arranque (Licas)



      1. xLicas - Modo Gráfico


O xLicas é a versão gráfica do instalador da Caixa Mágica.


Por ser mais exigente quanto aos requisitos de hardware necessário poderá não ser executado em todos os computadores. Nesse caso, o Licas - descrito na secção anterior - será o responsável pela instalação.


A navegação no xLicas é realizada de uma forma intuitiva (figura 2.34). Concretamente, ao utilizador é pedido que em cada ecrã: (1) seleccione uma opção e (2) pressione o botão "Continuar".


Para seleccionar uma opção (1) deve marcar na área central do ecrã a opção correspondente (na figura 2.32 essa opção corresponde à escolha de uma nova instalação). As opções estarão sempre presentes nesta área do ecrã. Sempre que uma das opções estiver marcada significa que está activa. Se a opção por omissão coincidir com a sua, não carece de a marcar.


Figura 2.34: Quatro áreas de navegação essenciais (xLicas)

Depois de seleccionada a opção desejada, deverá pressionar o botão "Continuar" (2) que está situado no canto inferior direito.


No caso de necessitar de ajuda terá ao longo de toda a instalação uma janela do lado direito com instruções adicionais (3).


Durante toda a instalação terá a hipótese de retornar a ecrãs anteriores. Para tal poderá utilizar o botão "Voltar" (2) ou pressionar sobre um dos quadrados com números representados no fundo do ecrã (4). Cada número corresponde a um ecrã.


O quadrado com o número de cor laranja significa que esse ecrã é o actual, onde o utilizador se encontra. Os quadrados a azul claro significa que não estão activos e que o utilizador não pode aceder-lhes. Os quadrados a azul mais forte representam os ecrãs pelo qual os utilizadores já passaram e que poderão regressar, precisando apenas de pressionar sobre os mesmos.


No primeiro ecrã será necessário seleccionar se pretende iniciar uma nova instalação ou se fazer uma actualização de uma versão anterior do Linux Caixa Mágica (figura 2.34).


No ecrã da figura 2.35 apenas terá que escolher o teclado que possui, as opções são "Teclado Português" (por omissão) e "Teclado Americano". As opções que tomar irá reflectir-se-ão na sua utilização do Linux, podendo mais tarde alterar estas opções através do xLucas.


Figura 2.35: Teclado (xLicas)

No ecrã Fuso Horário (figura 2.36) deverá optar pelo localização geográfica onde se encontra. Esta opção reflectirá mais tarde a hora do seu computador.


Figura 2.36: Fuso Horário (xLicas)

Chegada a esta parte da instalação é necessário definir como o disco rígido irá estar organizado. Para isso, são definidas partições (figura 2.37).


Figura 2.37: Tipo de Particionamento (xLicas)

Existem duas formas de definir partições: Automática ou Manual. A primeira (automática) é aconselhável quando se tem um disco especificamente destinado ao Linux Caixa Mágica. Utilizadores iniciados que tenham um disco só para Linux deverão seleccionar essa hipótese.


Quem quiser instalar a Caixa Mágica num computador com outro sistema operativo previamente instalado e que o deseje manter, não deverá escolher a opção "Particionamento automático".


No particionamento automático, os discos rígidos instalados no seu computador são automaticamente detectados. Deverá escolher aquele em que pretende instalar a Caixa Mágica. Depois de escolher e confirmar, o xLicas irá particioná-lo e formatá-lo (figura 2.38).



Ao optar por Partições automáticas, toda a informação do disco que escolher será apagada.


Se tiver partições com informação, elas serão automaticamente apagadas.

Escolha apenas esta opção se tiver seguro de que a partição não contém informação mais tarde necessária.



Figura 2.38: Particionamento Automático (xLicas)

O particionamento manual envolve a definição das partições individualmente e por parte do utilizador.


Numa instalação da Caixa Mágica são, normalmente, criadas quatro partições:


Figura 2.39: Particionamento Manual (xLicas)

Na primeira coluna da janela "Partições" encontrará os diferentes discos identificados. Cada disco tem atribuído as partições que o compõem, distinguíveis por estarem ligeiramente identadas.


A figura 2.39 revela-nos que na instalação em causa tinha sido detectado um disco (Disco 1) composto por quatro partições.


Sobre cada partição existe quatro colunas de informação. A primeira coluna - "Discos" - dá-nos a designação da partição propriamente dita, por exemplo, "hda1". A segunda coluna informa-nos sobre o local ("Directório") onde essa partição irá ser montada. Cada partição é montada sobre uma localização específica onde o utilizador poderá mais tarde acedê-la.


Num sistema Linux, apenas é mandatório haver uma partição cujo ponto de montagem (mounting point) é a "/" (lê-se "root") e uma partição com linux-swap como sistema de ficheiros.


O sistema de ficheiros utilizado para formatar essa partição é dado pela terceira coluna, "Tipo". O sistema de ficheiros vulgarmente utilizado em Linux é "ext3", ou seja, extended 3.


Por fim, temos o tamanho que essa partição possui, em MegaBytes.


Existem quatro operações que pode realizar sobre uma partição: adicionar, editar, apagar e ajustar.




Figura 2.40: Particionamento Manual - Editar (xLicas)



Atenção: ajustar uma partição é uma operação tecnicamente difícil de onde poderão surgir complicações. Aconselha-se os utilizadores a fazerem cópias de segurança das partições que decidirem aumentar ou diminuir como forma de salvaguardar eventuais problemas.



Cada operação tem um botão associado, por baixo da informação sobre os discos e partições. Alguns destes botões desencadeiam o aparecimento de campos do lado direito da janela com informação sobre os discos, pelo que deverá estar com atenção a essa zona (figura 2.40).


Como atrás foi referido, neste ecrã é possível definir o ponto de montagem de uma partição. Poderá optar por uma das localizações propostas (/, /boot, /home e ou /usr) ou definir uma qualquer outra, escrevendo directamente sobre o campo localizado na parte direita do ecrã e com a etiqueta "Directório".


No final de ter introduzido o directório que quer associar à partição, pressione o botão "Aceitar" do lado direito do ecrã.


Como foi indicado previamente, a Caixa Mágica oferece a possibilidade de um utilizador redimensionar uma partição que já tenha instalado outro sistema operativo, se tal partição tiver espaço livre. No caso de carregar no botão "Redimensionar", a parte direita do instalador oferece um campo em que deverá indicar o novo tamanho que pretende atribuir à partição.


Por último, após definidas as partições, pressione o botão "Continuar".


Após ter criado as partições, segue-se a parte configuração da rede.


Figura 2.41: Configurações de Rede (xLicas)

Se possui uma ligação à Internet através de uma placa de rede pressione "Acesso a rede local". Se, por outro lado, possui uma ligação através de um modem analógico ou ADSL pressione "Acesso à Internet".


Em relação à rede local, esta pode ser configurada quer por DHCP quer por endereços IP estáticos, isto é, inserindo-os no ecrã de configuração.


Se seleccionou configurar a placa de rede através de DHCP, será preciso seleccionar qual a placa a configurar e inserir o nome completo do seu computador (por exemplo, “cxm.caixamagica.pt”) e pressionar em "Continuar" (figura 2.42).


Caso o seu computador não pertença a um domínio, poderá simplesmente atribuir-lhe um nome (por exemplo, “cmagica”).


Se não inserir um nome para o computador, por omissão este será “CaixaMagica”.





Figura 2.42: Configuração de Rede Local - DHCP (xLicas)

Se por outro lado pretende inserir os endereços IP deve seleccionar "Não" quando é perguntado se pretende DHCP e, no ecrã seguinte, seleccionar a placa de rede que pretende configurar.


Depois, para configurar a placa seleccionada (figura 2.43), é necessário inserir o nome do computador e os seguintes endereços: placa de rede, máscara da rede, gateway e servidor de nomes.


Figura 2.43: Configuração de Rede Local - Endereços Estáticos (xLicas)

Para configurar um modem analógico terá que aceder a outro ecrã. Após pressionar "Acesso à Internet" (figura 2.41) pressione em "Modem" (figura 2.44).


Figura 2.44: Configuração Acesso à Internet (xLicas)

Neste ecrã deve seleccionar a porta onde se encontra instalado o modem e deverá inserir a configuração do seu fornecedor de Internet: nome da ligação, número de telefone, login e palavra-passe (figura 2.4).


Figura 2.45: Configuração de Modem (xLicas)

No caso de se tratar da configuração de um modem ADSL, apenas terá que pressionar o botão "ADSL" (figura 2.4) e a ligação será configurada (figura 2.46).


Figura 2.46: Configuração de Modem ADSL (xLicas)

Após a instalação e o primeiro arranque deverá prosseguir com a configuração do seu modem através do xLucas -> Internet (ver capitulo 7).


Continuando a instalação, segue-se a selecção de pacotes.


No primeiro ecrã são apresentados os perfis de instalação (a), onde se pode seleccionar se se pretende um posto de trabalho ou um servidor bem como qual o gestor de janelas que prefere: KDE ou Gnome (figura 2.47).


Figura 2.47: Perfis de instalação (xLicas)

Aqui pode também definir quais os repositórios a partir da qual será feita a instalação. Para isso carregue em “Configuração de Repositórios” (b).

No ecrã de repositórios poderá ver que já se encontram os repositórios da Caixa Mágica bem como o do próprio CD de instalação (figura 2.48).


Esta opção é bastante útil no caso de, por exemplo, existirem pacotes mais recentes em determinados repositórios do que aqueles que se encontram, no CD de instalação.


Por omissão, apenas vai activo o CD como repositório, mas na janela encontram-se inactivos outros repositórios da Caixa Mágica. Ao activá-los, a lista de pacotes será actualizada e poderá fazer a instalação a partir desta nova informação.


Figura 2.48: Repositórios de Pacotes (xLicas)

Após seleccionar o perfil, pode continuar a instalação carregando em “Continuar”. Pode também seleccionar quais as categorias a instalar dentro do perfil escolhido seleccionando a opção “Personalizar” e carregando em “Continuar” (c).


Neste ecrã encontram-se já algumas categorias marcadas de acordo com o perfil escolhido anteriormente. Pode-se aqui marcar outras categorias ou desmarcar as categorias já seleccionadas (figura 2.49).


Após a selecção, pode prosseguir com a instalação carregando em “Continuar”. Caso pretenda personalizar mais ainda a sua instalação e especificar a selecção de pacotes, carregue em “Personalizar”.


Figura 2.49: Selecção de Categorias (xLicas)

No ecrã seguinte serão listados todos os pacotes obtidos nos repositórios seleccionados anteriormente (a), permitindo fazer uma selecção pacote a pacote (figura 2.50). Após marcar ou desmarcar os pacotes, carregue em “Continuar” para passar ao próximo passo da instalação.


Caso pretenda instalar um pacote específico, pode efectuar uma pesquisa pelo seu nome ou parte deste (b) e, se o encontrar, marcar para instalar.













Figura 2.50: Selecção de Pacotes (xLicas)

De seguida, saltará para o ecrã do gestor de arranque GRUB (GRand Unified Bootloader).


Para poder optar no arranque do computador pelo sistema operativo a inicializar terá de instalar o GRUB. Caso opte pela configuração automática do GRUB, este irá detectar quais os sistemas operativos que estão instalados no computador e criar uma entrada para cada um deles no menu de arranque.


Figura 2.51: Configuração GRUB (xLicas)

É sugerida a escolha de Grub Automático devido a estar altamente optimizado para reconhecer diferentes configurações de partições.



Na configuração manual do GRUB poderá optar por instalá-lo no primeiro sector do primeiro disco, chamado de MBR (Master Boot Record), ou no primeiro sector da partição que contém a root ("/").


Figura 2.52: Configuração GRUB - Manual I (xLicas)

Caso não tenha mais nenhum gestor de arranque instalado, deverá optar pela primeira. Se, por outro lado, tiver um gestor de arranque instalado e incluir na configuração do mesmo a partição Linux, então escolha a segunda hipótese. Em caso de dúvida escolha a primeira opção.


Por cada sistema operativo deverá adicionar uma entrada ao GRUB (figura 2.53). Se tiver instalado, por exemplo, o Linux e o Windows no disco (o primeiro sistema em /dev/hda2 e o segundo em /dev/hda1) deverá adicionar duas entradas.


Assim, poderia primeiro adicionar uma entrada escrevendo "Caixa Mágica" no campo "Introduza o nome da entrada" (a). Depois seleccionar a partição na janela "Partição" (b) a partir do qual será feito o arranque (a partição cujo ponto de montagem é "/boot" ou, no caso de esta não existir, a partição cujo ponto de montagem é "/"), neste caso "/dev/hda2". Finalmente, pressionar o botão "Adicionar" (c). De seguida, para adicionar o Windows segue-se os mesmos passos: escrever "Windows" no nome da entrada, seleccionar a partição onde se encontra instalado (/dev/hda1) e pressionar o botão "Adicionar".


Figura 2.53: Configuração GRUB - Manual II (xLicas)

No arranque do computador irá aparecer um menu com as entradas adicionadas anteriormente. Para arrancar para um dos sistemas operativos seleccione a entrada utilizando as teclas cursoras.


No passo seguinte é necessário definir a palavra-passe (password) de administrador. Um sistema Linux sendo multi-utilizador pode autorizar o acesso a diferentes utilizadores. Cada utilizador tem permissões de acesso ao sistema diferentes. Existe um utilizador principal que tem permissões ilimitadas sobre todos os recursos do sistema, que é chamado de "root".


Neste ecrã (figura 2.54) deverá configurar a palavra-passe desse utilizador. Após a instalação do sistema, apenas deverá utilizar a conta de "root" para fazer configurações de sistema. Ao carregar no botão "confirmar", a palavra-passe será validada. Se, por outro lado, for inválida deverá introduzir uma nova palavra-passe e a sua confirmação.


Depois de ultrapassada esta fase, carregue no botão "Aceitar" para passar ao ecrã seguinte.


Figura 2.54: Inserção da palavra-passe de root (xLicas)

Como atrás foi referido, o seu sistema pode permitir acesso a diferentes utilizadores.


Neste ecrã deverá criar os utilizadores que acederão ao sistema que está a ser instalado. Estes utilizadores não terão permissões de alteração de configurações do sistema. Pode inserir tantos quantos queira, devendo configurar nesse momento a palavra-passe (password) a utilizar pelos mesmos.


Figura 2.55: Introdução utilizadores (xLicas)

Mesmo no caso de não pretender instalar o GRUB no MBR, poderá iniciar o Linux de uma outra forma, através do recurso a uma disquete de arranque (figura 2.56). Atenção, todo o conteúdo da disquete será apagado neste passo.


Figura 2.56: Criação de disquete de arranque (xLicas)

Depois de criar a disquete de arranque e ter terminado a instalação, poderá reiniciar o computador com a disquete inserida na drive e verificará que o Linux será inicializado.


O xLicas possui capacidade de detecção do hardware incluído no seu sistema (figura 2.57). Neste ecrã ser-lhe-á mostrado qual o hardware que foi detectado automaticamente.


Figura 2.57: Hardware detectado (xLicas)

Segue-se a configuração do monitor (figura 2.58). Aqui deve seleccionar a resolução de acordo com o tipo de monitor (a) (normal ou panorâmico/wide) e com o tamanho deste (b).


Figura 2.58: Configuração do Monitor (xLicas)

O passo seguinte é uma fase potencialmente demorada onde os pacotes serão instalados. Poderá acompanhar a instalação dos mesmos pela barra de evolução.

Figura 2.59: Instalação de Pacotes (xLicas)

Quando a instalação de pacotes tiver terminado, aparecerá um novo ecrã onde deverá pressionar em "Aceitar" (figura 2.60) para reiniciar o seu computador. Poderá então desfrutar do seu Linux Caixa Mágica.


Figura 2.60: Finalização de instalação(xLicas)



      1. Conclusão da Instalação


Se tudo tiver corrido bem nos passos anteriores, a instalação do Linux Caixa Mágica estará concluída.


Mesmo que algum passo não tenha sido realizado de forma correcta, segundo as características do seu computador, terá oportunidade de corrigi-lo já dentro do sistema.


Proceda agora ao arranque do sistema e deverá surgir-lhe um ecrã com as opções de arranque. Cada opção é correspondente a um sistema operativo que esteja instalado no seu computador. Se só tiver o Linux Caixa Mágica, então deverão surgir-lhe duas opções: Caixa Magica e CM(Modo Seguro). Deverá seleccionar a opção Caixa Magica.


Após a selecção da opção adequada recorrendo às teclas de cursor (setas), pressione a tecla ENTER.


A equipa da Caixa Mágica deseja-lhe uma boa utilização.























  1. Primeira Utilização

Vamos começar por abordar a primeira utilização, isto é, o momento seguinte à instalação em que reinicia o seu computador.


    1. Conceitos Fundamentais


O Linux como qualquer sistema baseado em Unix apresenta uma lógica de utilização que preserva a segurança do sistema. Esse é um dos aspectos fundamentais que o tem tornado o sistema operativo com maior crescimento no mundo.


Assim, na lógica nativa do Linux existe uma divisão entre o administrador da máquina (ou superutilizador) e o utilizador sem privilégios.



      1. Utilizador e Superutilizador (root)


Antes de compreendermos o conceito de utilizador e o superutilizador (root), é importante revermos alguma terminologia.


No Linux um utilizador pode ser identificado, consoante o contexto, de três formas diferentes:



O superutilizador, ou root, é o administrador do sistema. Apenas ele poderá executar alguns comandos e tarefas a que o utilizador normal não tem acesso. Assim, foi definido com o objectivo de um utilizador não poder comprometer a estabilidade do sistema realizando operações que o pusessem em perigo.


Um exemplo possível é o utilizador iniciado que, ao executar um comando, inadvertidamente apague os ficheiros essenciais para o funcionamento do sistema. Se apenas o superutilizador tiver permissão de os apagar, existirão certamente menos probabilidades de isto acontecer.


É em parte por esta filosofia que praticamente não existem vírus para o sistema operativo Linux, pois o vírus pode chegar ao computador do utilizador, mas não poderá propagar-se devido às permissões sobre os ficheiros lhe ser negado.


Em Linux, o login do administrador é root2 e é este o nome que deverá utilizar quando quiser aceder ao sistema com permissões totais.



Só deve trabalhar como superutilizador (root) quando realmente estiver a executar tarefas de administração do sistema. De outra forma, compromete a segurança do mesmo.



O superutilizador tem uma área de trabalho definida a partir da raiz do sistema: /root.


Devido às características do utilizador root, certifique-se que a senhao é divulgada junto dos restantes utilizadores do sistema.


Quando definir essa senha para o root, tente não escolher palavras que constem no dicionário mas caracteres arbitrários e que para uma outra pessoa não tenha nenhum significado. Não só pode, como deve, utilizar números e acentuação.


O utilizador é tipicamente uma pessoa que trabalhará regularmente no sistema, tendo uma área própria que se encontra no directório /home/(nome do utilizador).

Todos os ficheiros criados pelo utilizador serão guardados na sua própria área, à qual os outros utilizadores não têm acesso, a não ser que o superutilizador (root) assim defina.



Lembremos que na instalação do Linux Caixa Mágica inserimos o superutilizador (root) com uma senha e que tivemos a possibilidade de adicionar utilizadores. Caso não tenhamos adicionado utilizadores no sistema, vamos aprender como adicioná-los pois, conforme já foi explicado acima, não é boa política trabalharmos como root.




      1. Adicionar/Remover Utilizadores


Para adicionar um novo utilizador, deve-se em primeiro lugar entrar como root. Para isto basta digitar o login e a palavra-passe (password) na caixa de diálogo conforme a figura 3.1 (KDM) ou a figura 3.2 (GDM), e carregar na tecla ENTER.


Figura 3.1: Autenticação no Sistema - KDM

Agora que já estamos a trabalhar como root, podemos aceder ao xLucas3 que é o configurador do Caixa Mágica4.



Figura 3.2: Autenticação no Sistema – GDM

Para executar o xLucas, devemos pressionar o ícone correspondente disponível na barra de ferramentas ou através do menu principal Sistema -> xLucas, e seleccionar "Utilizadores".


Surgirá então um ecrã semelhante ao apresentado na figura 3.3.


Figura 3.3: Gestão de Utilizadores (xLucas)

É no xLucas que vamos inserir o nosso primeiro utilizador (se este não tiver sido inserido durante a instalação).


Na caixa de diálogo temos numa sub-janela em cima com os utilizadores que já foram adicionados ao sistema. Várias opções podem ser executadas a partir deste ecrã:


Para já, escolhemos o botão Adicionar.


Figura 3.4: Adicionar utilizador (xLucas)

Na caixa de diálogo da figura 3.4 devemos preencher os seguintes campos:



Após termos os dados preenchidos, basta seleccionar o botão "Continuar" e as opções ficam novamente disponíveis para inserir novos utilizadores.

Caso queiramos sair basta clicar no botão "Fechar".


Com o utilizador já inserido, vamos sair do xLucas pressionando o botão "X" no canto superior direito da janela.


Tendo o novo utilizador criado, podemos sair do sistema e voltar a entrar com o seu login.


    1. Entrar no Sistema (Login)


A utilização do sistema Linux Caixa Mágica começará através de um login5, que basicamente serve para o utilizador se autenticar no sistema e, após uma identificação positiva, este lhe possa conceder as permissões correctas de acesso a recursos de sistema.


Existem dois tipos de autenticação possível no sistema: consola/modo texto ou gráfico.



      1. Login em modo de texto


Inicialmente, o Linux apenas dispunha de autenticação em modo texto, semelhante ao mostrado na figura 3.4. Após a correcta introdução do par login/password então é que o utilizador poderia executar o ambiente de janelas (X).


Para entrar no seu sistema em modo texto, introduza o seu login e password. Se estes estiverem correctos, o sistema dar-lhe-á acesso aos recursos de sistema, não através de um interface gráfico, mas sim através de uma linha de comandos, também chamada de "consola" ou "shell"6.


Para os utilizadores menos experientes, um ambiente de modo texto como o atrás apresentado pode ser algo constrangedor, pelo que se desenvolveu uma forma de autenticação mais gráfico, que é apresentado na sub-secção seguinte e é baseada em X-Windows.



Figura 3.5: Login em modo de texto (consola)


      1. Login em modo gráfico


Usando as características gráficas do X, podemos ter acesso a um tipo de autenticação em modo gráfico.


Naturalmente que se durante a instalação, o Licas/xLicas não conseguiu configurar correctamente o X-Windows, a autenticação em ambiente gráfico não se encontrará disponível. Nesse caso, deverá fazer entrar no sistema em modo texto e configurar o X-Windows.


Na figura 3.1 apresentamos o KDM, o sistema gráfico de autenticação do KDE, e na figura 3.2 o GDM, o sistema do Gnome. Contudo, se o utilizador decidir não instalar um destes gestores de janelas poderá ter acesso a um ambiente gráfico mas através do XDM. O XDM também é gráfico, mas tem menos opções que o KDM e o GDM.


Na caixa de diálogo da figura 3.1, vamos introduzir o utilizador, a sua palavra-passe e pressionar a tecla ENTER.

Por omissão (default), o Linux Caixa Mágica definiu como gestor de janelas7 o KDE, por se tratar de um ambiente amigável, fácil de trabalhar e com muitas ferramentas essenciais de utilização no dia-a-dia, mas durante a instalação é dada a possíbilidade de instalar o Gnome.


Uma das vantagens do ambiente Linux é possuir não apenas um gestor de janelas mas sim vários, podendo o utilizador escolher o que mais lhe agradar.


No entanto caso tenha interesse em escolher outro, basta carregar em "Tipo de Sessão" no fundo do ecrã de autenticação, seleccionar na lista o gestor de janelas e, por último, entrar no sistema.




  1. Gestor de Janelas KDE

Nesta secção será explicado o funcionamento de um dos ambientes gráficos disponíveis no seu Linux Caixa Mágica, o KDE.


Na figura 4.1 apresentamos o KDM, o sistema gráfico de autenticação do KDE.


Aqui irão dois campos, no primeiro deverá ser inserido o username e no segundo a palavra-passe, por último carregar na tecla ENTER.


Figura 4.1: Aparência do KDE na Caixa Mágica

    1. Ergonomia e principais elementos de utilização

Voltando ao KDE, e ao seu aspecto, podemos identificar várias áreas importantes (figura 4.2):





Figura 4.2: Áreas mais importantes do ambiente KDE

Uma explicação mais completa da barra de ferramentas é dada na secção 4.1.5.


O ambiente que foi brevemente descrito nos últimos parágrafos e vai ser aprofundado nas próximas secções é totalmente configurável.


As diversas configurações encontram-se no Centro de Controlo do KDE, que fica nos ícones "Ambiente de Trabalho" e "Aparência e Temas", ou em alternativa, se pressionarmos o botão direito do rato no fundo do ecrã e escolhermos a opção "Configurar o Ecrã...".

      1. Ambiente de Trabalho


O Ambiente de Trabalho é toda a área que ocupa quase todo o ecrã e onde as aplicações em execução se encontram. O fundo do ambiente de trabalho é por omissão o logotipo da Caixa Mágica.


Existem 2 ambientes virtuais e podemos ter diferentes aplicações abertas em cada um deles e em simultâneo. A mudança entre cada um dos ambientes virtuais é realizada através do ícone correspondente na barra de ferramentas (explicado na secção 4.1.5).


Para inserirmos novos ícones no nosso ambiente de trabalho, basta clicarmos com o botão direito do rato no fundo do ecrã e no menu de contexto escolher a opção "Criar um Novo" (figura 4.3). Aparecerá então uma lista com as várias categorias de ícones que podemos inserir.


Figura 4.3: Inserir ícone

Para inserirmos uma aplicação, escolhemos a opção "Atalho para Aplicação..." e indicamos na caixa de diálogo (separador "Geral") o nome da aplicação, no separador "Aplicação" inserimos a localização para que ele possa ser executado quando o ícone for pressionado.



      1. Lixo

O Lixo é o local onde ficam guardados os ficheiros/directorias que foram enviados para lá, ou seja, apagados da sua localização anterior.

Para enviarmos uma directoria ou um ficheiro para o Lixo, podemos fazê-lo arrastando para dentro do ícone representado no ambiente de trabalho (figura 4.4) ou seleccionando a opção "Mover para o Lixo" do menu de contexto do Konqueror.


Quando o Lixo encontra-se cheio, ou seja com ficheiros/directorias que foram apagados, o formato do ícone aparece em forma de um caixote de lixo cheio (figura 4.5).


Figura 4.4: Lixo vazio Figura 4.5: Lixo cheio

Se realmente desejarmos eliminar o conteúdo que se encontra no Lixo, devemos clicar com o botão direito do rato em cima do ícone ou clicarmos no fundo do ambiente do lixo aberto, onde estaremos a visualizar os ficheiros/directorias que foram apagados e escolhermos a opção "Esvaziar o Caixote do Lixo".



A vantagem que temos em enviar os ficheiros que são apagados para o lixo é que temos a opção de recuperá-los.


Para isso, basta clicar no ícone Lixo e será aberto o ambiente do Konqueror com os ficheiros/directorias que foram apagados, bastando então copiá-los para o local de origem ou outro desejado.







      1. O Meu Computador

O Meu Computador é o Ambiente do Konqueror onde o utilizador poderá visualizar todas directorias, ficheiros e periféricos (disquete, cdrom,...) que tem no seu sistema, além de outras informações relativas ao sistema operativo e de hardware.


Quando carrega duplamente no ícone "O Meu Computador" surge-lhe uma imagem semelhante à representada na figura 4.6 que lhe dá acesso aos principais periféricos do seu computador.


Figura 4.6: O meu computador



      1. Navegação na Rede Local


A Navegação na Rede Local permite visualizar graficamente outros computadores configurados em rede. Para isso é necessário que o seu computador tenha pelo menos uma placa de rede configurada.




Figura 4.7: Navegação na Rede Local


      1. Barra de Ferramentas

A barra de ferramentas do KDE, localizada na parte inferior do ecrã, tem um aspecto semelhante ao apresentado na figura 4.8.


Figura 4.8: Barra de ferramentas do KDE

Cada um dos seus ícones tem uma função. Começando pelos ícones do lado esquerdo (figura 4.9) temos:


Figura 4.9: Barra de ferramentas (lado esquerdo)









Passando para os restantes ícones, apresentados na figura 4.10, temos:


Figura 4.10: Barra de ferramentas (lado direito)










Para adicionar um novo ícone à barra de ferramentas, carregue com o botão direito do rato em cima desta e seleccione uma das opções "Adicionar..." (figura 4.11). De seguida seleccione uma aplicação, uma applet ou um botão.


Figura 4.11: Adicionar ícone à barra de ferramentas

Se quiser alterar a sua posição na barra de ferramentas, carregue de novo com o botão direito do rato em cima do novo ícone, seleccione "Mover o Botão..." e desloque-o até à posição que deseja. Depois é só voltar a carregar no rato e o botão fixa a sua nova posição.





      1. Relógio (Data / Hora)

Para visualizar o calendário da barra de ferramentas (figura 4.12), clique com o rato sobre o mesmo.


Figura 4.12: Calendário

O calendário permitir-lhe-á consultar um determinado ano, uma semana deste ou um mês. Para seleccionar um destes pode usar:


  1. Setas duplas - alternam entre os anos;

  2. Setas simples - alternam entre os meses;

  3. Seta para baixo - seleccionar uma semana do ano.


Figura 4.13: Menu do relógio

Pode também alterar o formato da data editando o campo de texto que a contém.

Para configurar o relógio da barra de ferramentas, tem de pressionar o botão do lado direito sobre o relógio e na caixa de diálogo representada na figura 4.13.


    1. Manusear Janelas de Trabalho


Para visualizar o menu de contexto das janelas basta clicar com o botão direito do rato sobre a barra superior destas (figura 4.14), onde surgem diversas operações que podemos executar:


Figura 4.14: Menu de Contexto das Janelas





Como vamos ver na próxima secção, algumas destas operações podem ser feitas com combinações de teclas.



    1. Teclas Importantes

Para optimizar o tempo que se gasta em determinadas operações, o KDE permite-nos utilizar combinações de teclas para aceder automaticamente a algumas das operações mais frequentes:







Figura 4.15: Terminar sessão de KDE


Figura 4.16: Execução de um comando no KDE








Figura 4.17: Alternar entre aplicações


Figura 4.18: Vigilante do sistema KDE


    1. Configuração do Ambiente de Trabalho


Nesta secção vamos aprender a configurar o nosso ambiente de trabalho de forma a colocarmos as cores preferidas, imagens e gradientes como fundo do ecrã e tipos de letras.


Para acedermos a estas configurações basta clicarmos no menu K -> Centro de Controlo (figura 4.19).


Figura 4.19: Centro de controlo do KDE


      1. Fundo do Ecrã

No ecrã surgem diversas categorias (figura 4.20), de entre as quais "Aparência e Comportamento", onde escolhemos a opção "Fundo do Ecrã" (1).


O acesso a esta janela é equivalente a utilizar o menu de contexto que surge quando se clica com o botão direito do rato no fundo do ecrã (escolhendo a opção "Configurar o Ecrã ...").


Na configuração do fundo do ecrã, podemos utilizar vários recursos como uma única cor, gradientes diversos, papel de parede com imagens, etc.


Podemos ter configurações diferentes para os vários ecrãs virtuais, para isto devemos configurar cada um dos ecrãs virtuais em separado, seleccionado no campo "Configuração do ecrã" qual o que se vai configurar (2).

Figura 4.20: Fundo do Ecrã

Se, por outro lado, pretender colocar uma imagem como fundo de ecrã, seleccione "Imagem" na secção "Fundo", e na secção "Opções" seleccione a posição que a imagem terá no fundo do ecrã (3).


Para inserir uma imagem basta clicarmos no botão que tem a imagem de pasta e escolher uma directoria onde poderá conter imagens do tipo .jpg, .tif e .gif, de entre outros formatos.


A esta imagem de fundo pode-se adicionar misturas de uma determinada cor, seleccionando primeiro uma cor e depois o tipo de mistura e em que proporções no campo "Mistura".


Pode ainda adicionar outra imagem e colocá-la como fundo do ecrã. Para isso carregue em “Obter Novos Papéis de Parede” e seleccione um da lista apresentada (4).


Para configurar o fundo com uma única cor selecciona-se "Sem imagem" na secção "Fundo" de modo a não ter nenhuma imagem ou apresentação. De seguida "Uma cor" e a respectiva cor na secção "Opções".


Se se quiser uma cor de fundo com gradiente, em vez de "Uma cor" seleccionamos um dos tipos de gradiente existentes, por exemplo "Gradiente em Pirâmide" no campo "Cores".



      1. Configuração dos Caracteres (fontes) e Cores


Vejamos agora as possíveis configurações para o ambiente de trabalho.


Para alterarmos os caracteres do ambiente de trabalho, basta clicar em "Tipos de Letra" do menu "Aparência e Temas" do Centro de Controlo (figura 4.21). Aqui pode-se definir o tamanho e o tipo de letra, por exemplo, da barra de tarefas ou dos títulos das janelas activas.


Figura 4.21: Tipos de Letra


Utilizadores com deficiências visuais podem escolher letras grandes para facilitar a visualização.



Para definir as cores das janelas é necessário aceder a outro menu do painel de controlo chamado "Cores" (figura 4.22). Aqui o utilizador pode seleccionar um esquema de cores dos já existentes no sistema ou então definir as cores de cada elemento de uma janela e definir criar um novo esquema.


Figura 4.22: Definição de Cores

É também possível definir um estilo para o ambiente (figura 4.23). Assim as pessoas que estiverem habituadas a outros sistemas podem modificar esta aparência de modo a se sentirem mais a vontade.







Figura 4.23: Definição do Estilo


      1. Posição do clique do rato


Esta opção é essencial para utilizadores canhotos, facilitando-os com a inversão do clique do rato do botão direito para o botão esquerdo.


Para efectuar esta configuração (figura 4.24), seleccionamos "Periféricos" no menu do Centro de Controlo, de seguida "Rato" (1) e alterar a ordem dos botões para “Esquerdino” (2).












Figura 4.24: Configuração do rato - Esquerdino


      1. Protectores de Ecrã


O principal objectivo desta função é a protecção do nosso ecrã de trabalho.


Assim, podemos definir algumas configurações para, quando sairmos do nosso computador, não deixarmos que outro utilizador aceda às nossas informações, seja a visualizá-las ou alterá-las.


No Centro de Controlo do KDE (figura 4.25), na categoria "Aparência e Temas", escolhemos a opção "Protector de Ecrã" (1).



A opção "Protector de Ecrã" além de ser um bom divertimento, poupa o fósforo do monitor e, portanto, prolonga a vida do mesmo.





Figura 4.25: Protector de Ecrã

Para torna a protecção efectiva em futuras sessões deve seguir os seguintes passos:






Depois de já termos o Protector de Ecrã configurado, podemos activá-lo através do ícone em forma de cadeado que se encontra na barra de ferramentas.




    1. Gestor de Ficheiros - Konqueror


O Konqueror é o gestor de ficheiros de eleição do KDE. Para além de ser um gestor de ficheiros prático e fácil de utilizar, é um navegador de Internet bastante respeitável pela sua agilidade e rapidez.


Figura 4.26: Gestor de Ficheiros Konqueror

Para iniciar o Gestor de Ficheiros Konqueror basta clicar no ícone "Pasta Pessoal" que se encontra na barra de ferramentas, conforme já foi descrito anteriormente (figura 4.9).









      1. Criar Directorias (Pastas)


Os termos "pasta" e "directoria" são utilizados arbitrariamente e têm neste contexto o mesmo significado. O termo técnico de sistemas operativos é "directoria", mas com a recorrente utilização de exploradores de ficheiros gráficos, que representam as directorias como ficheiros, o termo "pasta" vem a ser utilizado com a mesma frequência.


Figura 4.27: Criar Nova Pasta/Directoria

O procedimento é bastante simples, basta clicar com o botão direito do rato no fundo do ecrã, dentro da directoria seleccionada, e escolher a opção Criar um Novo -> Pasta, escrever o nome da nova directoria e clicar em "OK".




      1. Remover Directorias (Pastas) e Ficheiros


Existem três formas de removermos as directorias e/ou os ficheiros.


Recordemos que o Lixo do KDE é uma directoria em que ficam as pastas e/ou ficheiros que se apagam e que, assim, ainda existe uma forma de recuperá-los.


Um dos seguintes procedimentos pode ser utilizado para enviar um ficheiro para o Lixo:


    1. Seleccionar a directoria ou ficheiro e pressionar a tecla DELETE, aparecendo a opção de mover a selecção para o Lixo;

    2. Pressionar o botão direito do rato sobre o ficheiro ou pasta que desejamos remover e seleccionar “Mover para o Lixo”, movendo para a pasta “Lixo” com a possibilidade de ser recuperado.


Figura 4.28: Mover para o Lixo ou Apagar


      1. Copiar/Colar Ficheiros e/ou Directorias


Estes são procedimentos importantes no dia-a-dia de um utilizador, no entanto vamos mostrar uma maneira bastante facilitada para os realizar.


O mais indicado é termos duas janelas abertas, a primeira deve conter a informação que queremos copiar e a segunda deverá estar aberta na directoria (pasta) onde queremos colar (figura 4.29).


Para abrir uma segunda janela basta duplicar a que se encontra janela pressionando as teclas CTRL+D. Para trocar de níveis de directoria, basta utilizar as setas da barra de menus do Konqueror -> Cima e ir pressionando com o rato nas subdirectorias desejadas.


Após as duas janelas já estarem abertas, vamos então localizar na primeira o ficheiro/directoria que será copiado e deixar na segunda a directoria que receberá a cópia aberta.


Figura 4.29: Copiar / Colar / Mover

Vejamos as seguintes formas:


    1. Seleccionar o(s) ficheiro(s) ou a(s) directoria(s) para copiar e com o botão direito do rato escolher "Copiar" (esta informação irá para a área de transferência do KDE). Depois, clique na directoria para onde deseja levar a cópia e novamente com o botão direito do rato, seleccione "Colar".


    1. Seleccionar o(s) ficheiro(s) ou a(s) directoria(s) (1), com o rato arrastar os mesmos para a directoria de destino em que deseja a cópia e seleccionar a opção “Copiar para Aqui” (2). Observe na figura que se obtém além da opção de copiar, a opção de mover (figura 4.29).

Se for necessário refrescar conteúdo de directoria, basta pressionar a tecla F5 e os ficheiros recentemente copiados poderão assim ser visualizados.



      1. Procurar Ficheiros/Directorias


Para localizar ficheiros e/ou pastas no nosso computador, basta aceder no Konqueror ao menu Ferramentas  Procurar um Ficheiro e aparece uma caixa de diálogo.


Figura 4.30: Procurar ficheiros

Os campos da caixa de diálogo (figura 4.30) têm o seguinte significado:






Pode-se também pesquisar expressões no conteúdo de ficheiros/directorias (separador "Conteúdo") ou através das propriedades destes (separador "Propriedades").



      1. Compactar/Descompactar Ficheiros


O próprio Konqueror gere a compactação e descompactação de ficheiros. Ao visualizarmos uma directoria que contenha ficheiros compactados poderemos notar que o seu ícone é diferenciado com a imagem de um pacote incluída no ícone (figura 4.31).


Figura 4.31: Ficheiro compactado

Normalmente os ficheiros compactados são abertos directamente na janela do Konqueror.



Para compactar um ficheiro ou uma directoria, basta clicar com o botão direito do rato em cima e escolher a opção Comprimir -> Comprimir Como. Serão apresentadas diversas opções de compactação, tendo apenas que seleccionar uma para criar um ficheiro compactado.



    1. Processos


Os processos são aplicações/programas que estão a ser executados pelo sistema.


Uma das grandes vantagens do sistema Linux é justamente a capacidade de gestão de processos que possui.


O utilizador pode gerir as suas tarefas, ou seja os seus processos, de diferentes formas. Pode terminá-los caso tenha tido algum problema com um deles, alterar as suas prioridades caso deseje passá-lo à frente de outras tarefas, entre outros.


Para visualizar os processos do sistema carrega-se no conjunto de teclas CTRL + ESQ e é apresentado ao utilizador a tabela de processos do "Vigilante do Sistema" (figura 4.32).


Figura 4.32: Processos

Para seleccionar um processo pressiona-se simplesmente com o rato sobre o nome da aplicação correspondente. Com o processo seleccionado pode-se clicar em "Terminar" para abortar o processo.



Quando pressionamos CTRL + ALT + DEL, aparece-nos o cursor em forma de uma caveira que serve para clicarmos numa aplicação que esteja com problemas e não conseguimos fechá-la.


Neste caso estamos a terminar o mesmo, ou seja "matá-lo" como se diz na gíria informática.



    1. CD-ROM's


Para visualizar o conteúdo dos CD-ROM's basta fazer duplo clique sobre o ícone do dispositivo pretendido em “O Meu Computador”. Uma nova janela do Konqueror com o conteúdo do dispositivo será aberta (figura 4.33).


Figura 4.33: Conteúdo de CD Áudio

De referir que nesta versão da Caixa Mágica já não é necessário desmontar explicitamente o dispositivo, sendo essa operação feita automaticamente quando o dispositivo deixa de ser utilizado (por exemplo, quando é fechada a janela com o seu conteúdo).


    1. Dispositivos Amovíveis


Caso insira algum dispositivo amovível no computador (por exemplo, uma pen USB), aparecerá uma nova entrada na pasta “O Meu Computador” (figura 4.34).


Para guardar um ficheiro/directoria dentro do dispositivo basta arrastar o mesmo para cima do ícone, ou abrir o dispositivo clicando com o rato em cima do link e arrastar o ficheiro/directoria para a janela.


Figura 4.34: Dispositivo Amovível

Após fechar a janela, é necessário desmontar o dispositivo para garantir que os dados foram guardados no mesmo. Assim, carregue com o botão direito em do link e seleccione a opção “Retirar com Segurança” (figura 4.35).


Figura 4.35: Retirar Dispositivo Amovível


















  1. Gestor de Janelas Gnome

Nesta secção será explicado o funcionamento de um dos ambientes gráficos disponíveis no seu Linux Caixa Mágica, o Gnome.


Na figura 5.1 apresentamos o GDM, o sistema gráfico de autenticação do Gnome.


Aqui irá aparecer um primeiro ecrã ao utilizador onde deverá inserir o seu username e carregar na tecla ENTER. No ecrã seguinte deve inserir a palavra-passe e carregar novamente na tecla ENTER, dando inicio de seguida à sessão do utilizador.


Figura 5.1: Aparência do Gnome na Caixa Mágica


    1. Ergonomia e principais elementos de utilização


Após iniciar a sessão, é possível identificar algumas áreas mais importantes no ambiente de trabalho:


  1. Ícones de acesso rápido a aplicações ou tarefas – nesta área poderá visualizar alguns ícones que se mantêm sempre no ambiente de trabalho (Pasta Pessoal do utilizador, Drive de Disquetes e Lixo) bem como ícones de dispositivos que são ligados ao computador (Dispositivos Amovíveis, CDROM's, ...).


  1. Barras de Ferramentas – aqui encontramos ícones com diversas funções, como os menus de acesso às diversas aplicações instaladas, informações sobre a data / hora, actualização de pacotes, entre outros.


  1. Aplicações em execução – entre as barras de ferramentas encontrar-se-ão as aplicações abertas a pedido do utilizador (exemplo: processador de texto, visualizador de imagens, ...).


Figura 5.2: Áreas mais importantes do ambiente Gnome

Uma explicação mais completa da barra de ferramentas é dada na secção 5.1.3.


O ambiente que foi brevemente descrito nos últimos parágrafos e vai ser aprofundado nas próximas secções é totalmente configurável no Centro de Controlo do Gnome.


      1. Ambiente de Trabalho

O Ambiente de Trabalho é toda a área que ocupa quase todo o ecrã e onde as aplicações em execução se encontram. O fundo do ambiente de trabalho é por omissão o logotipo da Caixa Mágica.


Figura 5.3: Menu de Contexto do Ambiente de Trabalho

Caso o utilizador queira, poderá adicionar outros ícones ao ambiente de trabalho. Para isso carregue com o botão direito do rato em cima do fundo do ambiente de modo a aparecer um menu como mostrado no ecrã seguinte, e seleccione a opção “Criar Iniciador”.


Figura 5.4: Criar Atalho no Ambiente de Trabalho

Nesta opção poderá criar um atalho para uma aplicação ou para uma directoria, etc. Por exemplo: para criar um atalho para uma directoria seleccione “Atalho” na opção “Tipo”, depois insira um nome para o atalho, o caminho (URL) para a directoria e um ícone se quiser. Por último carregue em “OK”, o novo atalho deverá aparecer no ambiente de trabalho.




      1. Lixo

O Lixo é o local onde ficam guardados os ficheiros/directorias que foram enviados para lá, ou seja, apagados da sua localização anterior.


Quando o Lixo se encontra cheio, ou seja com ficheiros/directorias que foram apagados, o formato do ícone aparece em forma de um caixote de lixo cheio.


Figura 5.5: Lixo Vazio Figura 5.6: Lixo Cheio

Para enviarmos uma directoria ou um ficheiro para o Lixo, podemos fazê-lo arrastando para dentro do ícone representado no ambiente de trabalho, seleccionando a opção "Mover para o Lixo" do menu de contexto ou carregando na tecla “DELETE”.


Para eliminar o conteúdo que se encontra no Lixo basta carregar com o botão direito do rato em cima do ícone e seleccionar “Esvaziar o Lixo”.


Figura 5.7: Esvaziar Lixo

      1. Barra de Ferramentas


A barra de ferramentas que se encontra na parte inferior do ambiente de trabalho tem um aspecto semelhante ao apresentado na figura 5.8.


Figura 5.8: Barra de Ferramentas do Gnome

Cada um dos seus ícones tem uma determinada função. Começando pelos menus temos:


Figura 5.9: Barra de Ferramentas (lado esquerdo)






Passando para os restantes ícones, apresentados na figura 5.10, temos:


Figura 5.10: Barra de Ferramentas (lado direito)








Para além dos ícones já existentes, é possível adicionar outros de modo a aceder mais facilmente às aplicações. Para isso carregue com o botão direito do rato em cima da barra de ferramenta e seleccione a opção “Adicionar ao Painel...”.


Figura 5.11: Menu da Barra de Ferramentas

Depois é só seleccionar a aplicação/applet que pretende adicionar à barra de ferramentas na lista de aplicações, e carregar em “Add”.



    1. Manusear Janelas de Trabalho


Ao carregar com o botão direito do rato sobre a barra superior da aplicação, surgem diversas operações que podemos executar sobre a mesma janela:




Figura 5.12: Menu de Contexto das Janelas






    1. Teclas Importantes


Para optimizar o tempo que se gasta em determinadas operações, existem combinações de teclas para aceder automaticamente a algumas operações mais frequentes:






Figura 5.13: Terminar Sessão de Gnome


Figura 5.14: Executar Aplicação / Comando



Figura 5.15: Alterar Aplicações

    1. Configuração do Ambiente de Trabalho


Nesta secção vamos aprender a configurar o nosso ambiente de trabalho de forma a colocarmos as cores preferidas, imagens e gradientes como fundo do ecrã e tipos de letras.


Para acedermos a estas configurações basta clicarmos no menu Área de Trabalho -> Centro de Controlo.


Figura 5.16: Centro de Controlo do Gnome

Na figura 5.16 surgem diversas categorias, das quais apenas iremos explicar algumas.




      1. Fontes


Nesta opção (1) pode-se definir o tamanho e o tipo de letra utilizado no ambiente de trabalho, carregando num dos botões (por exemplo, para alterar o campo “Fonte da aplicação”) que abrirá uma janela com as fontes disponíveis.



Figura 5.17: Preferências de Fontes


      1. Fundo da Área de Trabalho


Aqui (2) pode-se seleccionar um determinado papel de parede, adicionar um novo que exista numa directoria do sistema, ou seleccionar uma cor única como fundo.














Figura 5.18: Preferências do Fundo da Área de Trabalho


      1. Protecção de Ecrã


O principal objectivo desta função (3) é a protecção do nosso ecrã de trabalho de modo a que, quando sairmos do nosso computador, não deixarmos que outro utilizador aceda às nossas informações, seja a visualizá-las ou alterá-las.












Figura 5.19: Preferências da Protecção de Ecrã

      1. Proxy


Este ecrã permite definir a proxy a utilizar no sistema (4). O utilizador pode fazer uma configuração manual, seleccionando a opção “Configuração manual de proxy” e inserindo os endereços nos respectivos campos, ou uma configuração automática seleccionando a opção “Configuração automática de proxy” e inserir no campo o endereço URL.


Figura 5.20: Preferências da Proxy de Rede



      1. Rato


Aqui é possível configurar opções como o ícone ou a velocidade de movimento do rato (5), mas o que mais se destaca neste ecrã é a opção “Rato para canhotos” que facilita a utilização do rato com a inversão do clique do botão direito para o botão esquerdo.













Figura 5.21: Preferências de Rato


    1. Gestor de Ficheiros - Nautilus


O Nautilus é o gestor de ficheiros de eleição do Gnome.


Para iniciar o Gestor de Ficheiros Nautilus basta clicar no ícone "Pasta Pessoal de..." que se encontra no ambiente de trabalho, onde podemos visualizar várias secções apresentadas na figura 5.22:


  1. Barra de Ferramentas – Aqui o utilizador poderá executar operações simples sobre as directorias como subir na árvore de directorias ou retroceder/avançar nas operações já executadas, bem como ir directamente para a directoria pessoal ou para os dispositivos do computador.


  1. Barra de Navegação Superior – Nesta barra será mostrada a localização à medida que as directorias vão sendo abertas.


  1. Barra de Navegação Lateral – Permite ao utilizador navegar pelo sistema de ficheiros.


Figura 5.22: Gestor de Ficheiros Nautilus

  1. Área de Visualização / Manipulação de Ficheiros – Nesta área o utilizador poderá ver as directorias e os ficheiros existentes bem como efectuar várias operações sobre os mesmos como: criar, copiar /colar, apagar, renomear e pesquisar.



De seguida veremos algumas das operações que poderão ser executadas sobre directorias ou ficheiros.



      1. Criar Directorias (Pastas)


O procedimento é bastante simples, basta clicar com o botão direito do rato no fundo do ecrã, dentro da directoria seleccionada, e escolher a opção “Criar Pasta”. No fundo do gestor de ficheiros aparecerá um novo ícone com o nome editável, onde deve escrever o nome da nova directoria e carregar na tecla ENTER.


Figura 5.23: Criar Nova Directoria


      1. Remover Directorias e Ficheiros

Recordemos que o Lixo do Gnome é uma directoria em que ficam as directorias e os ficheiros que se apagam e que, assim, existe uma forma de recuperá-los pois não são removidos definitivamente do sistema. Ou seja, ao apagarmos um ficheiro ou directoria está-se a mover estes para a directoria do Lixo.


Figura 5.24: Mover para o Lixo

Existem três formas de removermos as directorias e/ou os ficheiros:


  1. Seleccionar a directoria ou ficheiro e pressionar a tecla DELETE;


  1. Pressionar o botão direito do rato sobre o ficheiro ou directoria que desejamos remover e seleccionar a opção “Mover para o Lixo”;

  2. Com o botão esquerdo do rato carregar no ícone da directoria ou ficheiro e, mantendo o botão do rato carregado, arrastar para cima do ícone do Lixo no ambiente de trabalho.




      1. Copiar / Colar Ficheiros ou Directorias

Estes são procedimentos importantes no dia-a-dia de um utilizador, no entanto vamos mostrar uma maneira bastante facilitada para os realizar.


O mais indicado é termos duas janelas abertas, a primeira deve conter a informação que queremos copiar e a segunda deverá estar aberta na directoria (pasta) onde queremos colar.


Para abrir uma segunda janela basta duplicar a que se encontra janela pressionando as teclas CTRL+N. Para trocar de níveis de directoria, basta utilizar as setas da barra de ferramentasSubir”, “Avançar” ou “Retroceder” e ir pressionando com o rato nas subdirectorias desejadas.


Após as duas janelas já estarem abertas, vamos então localizar na primeira o ficheiro/directoria que será copiado e deixar na segunda a directoria que receberá a cópia aberta.


Vejamos as seguintes formas:


  1. Seleccionar o(s) ficheiro(s) ou a(s) directoria(s) para copiar e com o botão direito do rato escolher "Copiar". Depois, clique na directoria para onde deseja levar a cópia e novamente com o botão direito do rato, seleccione "Colar".


  1. Arrastar o ficheiro e/ou pasta seleccionado para a directoria de destino em que deseja a cópia. Observe na figura que se obtém além da opção de copiar, a opção de mover.


  1. Seleccionar o(s) ficheiro(s) ou a(s) directoria(s) e copiar com a combinação de teclas CTRL+C. De seguida, na janela destino, colar com a combinação de teclas CTRL+V.


Se for necessário refrescar conteúdo de directoria, basta pressionar a tecla F5 e os ficheiros recentemente copiados, poderão assim ser visualizados.

      1. Pesquisar Ficheiros ou Directorias


Para localizar ficheiros e/ou pastas no nosso computador, basta aceder ao menu Ir -> Procurar ou carregar na combinação de teclas CTRL+F.


Figura 5.25: Pesquisa de Ficheiros / Directorias

Tendo como exemplo a figura 5.25, a barra de navegação superior será substituída por uma barra de pesquisa (a) onde o utilizador deverá inserir o nome (todo ou parcial) do ficheiro ou directoria a procurar. O resultado da pesquisa aparecerá logo abaixo no gestor de ficheiros (b).



      1. Compactar / Descompactar Ficheiros


O próprio Nautilus gere a compactação e descompactação de ficheiros. Ao visualizarmos uma directoria que contenha ficheiros compactados poderemos notar que o seu ícone é diferenciado com a imagem de um pacote incluída no ícone.


Para abrir um ficheiro compactado carregue com o botão direito do rato sobre o ícone e seleccione a opção “Extrair Aqui” no menu de contexto (figura 5.26).


Figura 5.26: Extrair Arquivo

Para compactar um ficheiro ou directoria carregue com o botão direito do rato em cima deste e seleccione a opção “Criar arquivo”.


Aqui é sugerido um nome para o novo arquivo, sendo a extensão por omissão do tipo TAR GZ como de pode ver na figura 5.27. Caso o utilizador prefira um outro tipo de arquivo (por exemplo, do tipo ZIP) apenas tem que editar o campo com o nome do arquivo e alterar (neste caso seria CaixaMagica11.zip).


Figura 5.27: Criar Arquivo







    1. CD-ROM's


Para visualizar o conteúdo dos CD-ROM's basta fazer duplo clique sobre o ícone do dispositivo pretendido no ambiente de trabalho. Uma nova janela do Nautilus com o conteúdo do dispositivo será aberta (figura 5.28).


Figura 5.28: Conteúdo de CD-ROM

De referir que nesta versão da Caixa Mágica já não é necessário desmontar explicitamente o dispositivo, sendo essa operação feita automaticamente quando o dispositivo deixa de ser utilizado (por exemplo, quando é fechada a janela com o seu conteúdo).



    1. Dispositivos Amovíveis


Caso insira algum dispositivo amovível no computador (por exemplo, uma pen USB), aparecerá um ícone no ambiente de trabalho.


Para guardar um ficheiro/directoria dentro do dispositivo basta arrastar o mesmo para cima do ícone, ou abrir o dispositivo clicando duas vezes com o rato em cima do ícone e arrastar o ficheiro/directoria para a janela.


Figura 5.29: Dispositivo Amovível

Após fechar a janela, é necessário desmontar o dispositivo para garantir que os dados foram guardados no mesmo. Assim, carregue com o botão direito em cima do ícone e seleccione a opção “Desmontar Unidade”.


Figura 5.30: Desmontar Dispositivo Amovível









  1. Principais Aplicações

Neste capítulo vamos mostrar algumas das principais aplicações instaladas pelo Linux Caixa Mágica, de forma a que o utilizador possa trabalhar no seu computador pessoal.


Estando o espírito da Caixa Mágica associado ao software livre, as aplicações indicadas são de uso gratuito e de código fonte disponível.


    1. K3b - Gravador de CD's e DVD's


O programa que lhe permite gravar CD's e DVD's é o K3b (figura 6.1), para o abrir aceda ao menu Multimédia -> K3b (Gravação de CD's e DVD's).


Esta aplicação permite-lhe gravar CD's ou DVD's de dados ou de música através de um interface muito simples do tipo drag & drop (arrastar e largar), bem como efectuar cópias de CD para CD.


Figura 6.1: K3b - Gravação de CD's / DVD's

Na primeira vez que abre esta aplicação é mostrada uma janela com a identificação do gravador e a sua velocidade. Esta deve ser corrigir caso seja necessário, carregando de seguida no botão “OK”.


Figura 6.2: Verificação de Velocidade do Gravador

      1. Como Gravar um CD de Áudio


Para gravar um CD de áudio no K3b (figura 6.3) aceda ao menu “Ficheiro -> Novo Projecto -> Novo Projecto de CD de Áudio(1a) ou carregue no botão “Novo Projecto de CD de Áudio” (1b).


Figura 6.3: Gravar CD de Áudio (passo 1)

Seleccione a directoria onde se encontram os ficheiros áudio a copiar (2), o conteúdo desta irá aparecer no ecrã. Com o botão do rato seleccione todos os ficheiros áudio que pretende copiar ou as directorias destes e arraste para a área em baixo na janela (3), e carregue em “Gravar” (4).


Figura 6.4: Gravar CD de Áudio (passo 2)

Por último, seleccione o dispositivo onde será feita a gravação (5) e carregue em “Gravar” (6).


Figura 6.5: Gravar CD de Áudio (passo 3)

      1. Como Criar um CD / DVD de Dados


O K3b também permite criar um CD / DVD de dados com ficheiros de vário tipo (por exemplo, documentação ou fotografias).


Para isto basta aceder ao menu “Ficheiro -> Novo Projecto” (figura 6.6) e escolher “Novo Projecto de CD de Dados” ou “Novo Projecto de DVD de Dados(1a). Pode também clicar com o rato num dos botões localizados na janela principal do K3b (1b).


Figura 6.6: Criar CD / DVD de Dados (passo 1)

Na janela principal, em substituição dos botões, aparecerá uma nova secção para onde irá copiar os dados.


De seguida, siga os seguintes passos (figura 6.7):


  1. Seleccionar a localização dos ficheiros e, ao lado, seleccionar os ficheiros e/ou directorias que pretende copiar;


  1. Arrastar a selecção para secção do “CD Dados”;


  1. Atribuir um nome ao CD / DVD de dados (caso não seja inserido um nome, por omissão será “K3b data project”;

  2. Carregar no botão “Gravar” quando tiver finalizado a selecção de todos os ficheiros / directorias a copiar.


Figura 6.7: Criar CD / DVD de Dados (passo 2)

De seguida, na nova janela, apenas é necessário carregar no botão “Gravar” (7), mantendo as opções seleccionadas por omissão (figura 6.6).


Figura 6.8: Criar CD / DVD de Dados (passo 3)

      1. Como Gravar uma Imagem de CD / DVD


Uma imagem de um CD ou DVD é uma cópia de todo o conteúdo deste, sendo o formato mais utilizado o ISO-9660. Por exemplo, as versões para download disponibilizadas no sítio da Caixa Mágica são arquivos do tipo ISO, como “CM11_beta.iso”.


Para gravar uma imagem de CD ou DVD é simples.


Primeiro aceda ao menu “Ferramentas -> Gravar Imagem de CD...” ou “Ferramentas -> Gravar Imagem de DVD ISO...(1), de acordo com o que pretende criar (figura 6.9).


Figura 6.9: Gravar Imagem de CD / DVD (passo 1)

Na nova janela (figura 6.10) apenas é necessário indicar qual o caminho para o arquivo ISO a partir do qual pretende criar o CD / DVD (2) e carregar em “Iniciar” (3), deixando as restantes opções com os valores por omissão.







Figura 6.10: Gravar Imagem de CD / DVD (passo 2)


      1. Como Copiar CD's / DVD's


Fazer uma cópia de CD para CD ou de DVD para DVD é uma tarefa bastante simples.


Na janela principal do K3b (figura 6.11) aceda ao menu “Ferramentas -> Copiar CD” ou “Ferramentas -> Copiar DVD(1a). Pode também carregar no botão “Copiar CD...(1b).













Figura 6.11: Copiar CD / DVD (passo 1)

Será aberta uma nova janela onde terá que (figura 6.12):


  1. Seleccionar o dispositivo a partir do qual será feita a cópia;

  2. Seleccionar o dispositivo para onde será feita a cópia;

  3. Carregar no botão “Iniciar”.


Figura 6.12: Copiar CD / DVD (passo 2)

      1. Como Apagar um CD-RW


Para apagar o conteúdo de um CD-RW basta carregar no botão que se encontra na barra de ferramentas (figura 6.13) ou aceder ao menu “Ferramentas -> Apagar o CD-RW...(1).


Figura 6.13: Apagar CD-RW (passo 1)

Na janela seguinte (figura 6.14), seleccione o dispositivo onde se encontra o CD-RW a apagar (2) e a tipo de limpeza (3). Por último carregue em “Iniciar” (4).


Figura 6.14: Apagar CD-RW (passo 2)


      1. Como Formatar um DVD±RW


A tarefa de formatar um DVD±RW é semelhante à de apagar um CD-RW (explicado no capítulo 6.1.5).


Assim, na janela principal no K3b (figura 6.15) carregue no botão “Format DVD±RW(1).


Figura 6.15: Formatar DVD±RW (passo 1)

De seguida (figura 6.16), seleccione o dispositivo onde colocará o DVD±RW (2) e carregue em “Iniciar(3).


Figura 6.16: Formatar DVD±RW (passo 2)

    1. amaroK - Reprodutor de Áudio


A reprodução de ficheiros áudio é possível na Caixa Mágica através da aplicação amaroK (figura 6.19).



      1. Configuração Inicial


A primeira vez que o amaroK é executado surge o Assistente da Primeira Execução. Através deste é possível ao utilizador configurar esta aplicação.


O primeiro passo (1) é escolher a forma de visualização do amaroK (figura 6.17): janelas separadas (como o Winamp ou o XMMS) ou uma só janela (como o Juk ou o Windows Media Player). Carregue em "Próximo" para continuar a configuração.


Figura 6.17: amaroK - Assistente da Primeira Execução (passo 1)

No segundo passo (2), caso possua uma directoria ou mais com ficheiros áudio, pode seleccioná-las de modo a que o amaroK gere uma colecção com esses ficheiros (figura 6.18). Carregue de novo em "Próximo" e terminar a configuração inicial.


Figura 6.18: amaroK - Assistente da Primeira Execução (passo 2)

Após terminar esta primeira configuração, o amaroK será aberto mostrando a colecção gerada caso tenha seleccionado as directorias no assistente (figura 6.20).


Figura 6.19: Reprodutor de Ficheiros Áudio amaroK

Ao abrir o amaroK, pode verificar que na barra de ferramentas é colocada um ícone deste de acesso mais rápido (figura 6.20). Carregar com o rato em cima do ícone permite abrir ou fechar o interface do amaroK. Carregando com o botão direito do rato sobre o ícone terá acesso ao menu do amaroK.


Figura 6.20: Applet amaroK na Barra de Ferramentas


      1. Como Ouvir CD de Áudio


Para ouvir um CD de áudio coloque-o no leitor do computador e, na janela de lista de reprodução (figura 6.21), carregue no menu “Acções” e depois na opção “Tocar CD áudio” (1).


As faixas do CD serão listadas no lado esquerdo da janela (2). Seleccione as que pretende ouvir e com o rato arraste para a área do lado direito da janela (3).


Depois é só clicar duas vezes com o botão do rato para começar a ouvir, ou clicar com o botão direito do rato em cima de uma faixa e seleccionar “Reproduzir”.


Figura 6.21: Tocar CD Áudio


      1. Como Ouvir Ficheiros MP3


Para ouvir ficheiros no formato MP3 é necessário primeiro instalar o pacote “amaroK-xine” de modo a suportar este formato (utilize o gestor de pacotes Synaptic, explicado no capítulo 6.4.3).


Após instalar este pacote, pode seleccionar os ficheiros a partir da colecção gerada durante o assistente (caso possua este tipos e ficheiros nas directorias) (figura 6.19).


Pode também abrir uma outra directoria através do menu “Acções -> Tocar Media“ (1a) ou o separador “Ficheiros” na barra lateral da janela (1b), e seleccionar a localização dos ficheiros que pretende ouvir (figura 6.22).


A lista de reprodução com os ficheiros seleccionados será mostrada no lado direito da janela (2).


Figura 6.22: Tocar Média


      1. Kaffeine - Reprodutor Vídeo


O Kaffeine é a aplicação seleccionada pela Caixa Mágica para visualização de ficheiros vídeo e DVD's (figura 6.23).


Figura 6.23: Reprodutor de Vídeo Kaffeine

      1. Configuração Inicial


Na primeira execução do Kaffeine é aberto o Ajudante de Instalação. Num primeiro passo o ajudante irá verificar alguns aspectos da instalação.


Neste primeiro passo poderá visualizar um aviso de que os codificadores W32 não se encontram instalados, como exemplificado na figura 6.23.


Devido a questões legais não é possível a Caixa Mágica ter suporte para visualização de ficheiros do tipo Windows Media Audio (wma) e Windows Media Video (wmv).


Neste caso, cancele a execução do assistente carregando em “Cancelar” e siga os seguintes passos:


  1. Abrir o gestor de pacotes Synaptic;

  2. Activar o repositório de contribuições (capítulo 6.4.2);

  3. Instalar o pacote “w32codecs-all” (capítulo 6.4.3).


Figura 6.24: Kaffeine - Ajudante de Instalação (passo1)

Após seguir estes passos, abra de novo o Kaffeine, reiniciando o assistente, e carregue em “Próximo”.


No ecrã seguinte (figura 6.24) seleccione ambas as opções de modo a usar o Kaffeine como aplicação pré-definida e carregue em “Terminar”.


Após terminar a execução do assistente, será aberta a janela principal do Kaffeine (figura 6.23).


Figura 6.25: Kaffeine - Ajudante de Instalação (passo 2)


      1. Como Visualizar um DVD


Ao colocar um vídeo em DVD no leitor, o sistema irá tentar detectar o seu formato e perguntar ao utilizador com que aplicação deseja abrir (figura 6.26). Seleccione a opção “Ver o DVD com o Kaffeine” e carregue em “OK”, o Kaffeine será aberto com o vídeo em execução na janela principal.





Figura 6.26: Detecção de DVD no KDE

Pode também, já com a aplicação aberta (figura 6.27), visualizar o DVD através do menu “Ficheiro -> Abrir DVD(a) ou carregar no botão “Reproduzir DVD” (b).


Figura 6.27: Visualizar DVD

      1. Como Visualizar um DivX


Tal como na visualização de um DVD, o sistema irá tentar detectar qual o conteúdo do CD / DVD que inserir no leitor. No entanto, no caso de ficheiros do tipo DivX não será indicada uma aplicação para o visualizar.


Neste caso, seleccione a opção “Abrir numa Nova Janela” para abrir o conteúdo numa janela (figura 6.28).


Figura 6.28: Detecção de CD/DVD no KDE

Na janela aberta com o conteúdo, carregue com o botão direito do rato em cima do ficheiro de vídeo e seleccione “” (figura 6.29).


Pode também, já com a aplicação aberta, visualizar o vídeo através do menu “Ficheiro -> Abrir”.









Figura 6.29: Visualizar CD/DVD


    1. OpenOffice.org


Nesta secção não podíamos deixar de referir a suite de Office que é incluída com a Caixa Mágica: o OpenOffice.org 2.0.


Este conjunto de programas incluí todas as ferramentas de produtividade que necessitará: Apresentações, Folha de Cálculo e Processador de Texto. Todos estes programas importam documentos do Microsoft Office 95/98/2000/XP e, salvo algumas excepções, mantendo as características dos iniciais.



      1. Aplicação de Apresentações


A aplicação de apresentações permite-lhe fazer apresentações sob a forma de sequência de slides, com animações e efeitos (figura 6.30).










Figura 6.30: Apresentações OpenOffice.org


      1. Folha de Cálculo


A Folha de Cálculo é uma poderosa aplicação para desenvolvimento de folhas de cálculos e gráficos. Esta pertence também ao conjunto de aplicações do OpenOffice, sendo compatível com ficheiros do Ms Excel, o que tem facilitado bastante o processo de migração não só de utilizadores domésticos como empresariais.



Os procedimentos básicos para guardar, sair, abrir e fechar uma Folha de Cálculo são semelhantes ao Documento de Texto, explicado de seguida.



Para iniciarmos a utilização da Folha de Cálculo seleccionamos Produtividade -> Folha de Cálculo (OpenOffice.org). Após a execução da aplicação, uma janela semelhante à apresentada na figura 6.31 surgirá.


  1. Como todos os aplicativos do OpenOffice temos: barra de menus, barra de funções, a barra de objectos (que está adaptada para a Folha de Cálculo) e a barra de ferramentas na vertical. Temos ainda a barra de fórmulas visível. Para acedermos a outras barras de ferramentas disponíveis na aplicação, vamos ao menu Ver -> Barra de Ferramentas e activamos a necessária.


  1. Temos as linhas e colunas; observe-se que as colunas estão ordenadas por letras e as linhas por números.


  1. Onde vemos Folha1, Folha2 e Folha3 são as folhas de cálculo disponíveis para trabalho, podemos ter várias folhas dentro de um mesmo ficheiro e estas podem estar interligadas através de referências cruzadas.


    Figura 6.31: Folha de Cálculo OpenOffice.org


      1. Processador de Texto


Para inicializarmos o Processador de Texto devemos aceder a Produtividade -> Processador de Texto (OpenOffice.org).


Com o Processador de Texto podemos:







Observemos os principais aspectos para um iniciado em processador de texto:



O ambiente de trabalho do Processador de Texto, como podemos visualizar na figura 5.74, é amigável e com ícones bastantes intuitivos.


    Figura 6.32: Processador de Texto OpenOffice.org

Então temos:






Edição Básica


Nesta secção veremos algumas funções básicas para a edição de um documento:


Podemos navegar pelo documento das seguintes formas:





Com o Documento de Texto podemos efectuar diversos tipos de formatação, ou seja, tornar os textos com uma aparência mais agradável através de letras diferentes, cores diferentes, efeitos, etc.

A formatação pode ser aplicada directamente no objecto seleccionado (texto ou imagem) ou poderá pertencer a um conjunto de formatações predefinidas que chamamos de estilos.



Para imprimir carregue no ícone em forma de uma impressora da barra de funções ou aceda através do menu Ficheiro -> Imprimir.

Um aspecto importante é verificar no menu Ficheiro -> Configuração da impressora se o formato do papel equivale ao que se encontra na impressora.



      1. Desenho Vectorial


Para desenho vectorial indicamos a utilização do Desenho que também é uma aplicação do OpenOffice e que se encontra disponível no menu K -> Office -> Desenho (figura 6.33).


Figura 6.33: Diagramas e Desenho OpenOffice.org


    1. Gestor de Pacotes Synaptic


A aplicação seleccionada para a gestão de pacotes na Caixa Mágica é o Synaptic, que se encontra disponível no menu Sistema -> Synaptic (Gestor de Pacotes) ou através do configurador do sistema xLucas (Admin. Sistema -> Programas).



      1. Ambiente de Trabalho


Na imagem da figura 6.34 podem-se visualizar a barra de menus (1) e a barra de ferramentas (2). Nesta última temos os seguintes botões:




Figura 6.34: Ambiente do Gestor de Pacotes Synaptic






Do lado esquerdo da janela existem opções de visualização dos pacotes (3). Quando a aplicação é aberta, os pacotes são mostrados ao utilizador de acordo com o estado destes. Esta opção também pode ser activada carregando no botão "Estado" que se encontra em baixo.


Alguns dos estados possíveis são:








Para além do botão "Estado" também existem outros três: "Secções", "Procurar" e "Filtros à Medida":






Voltando à descrição do ambiente de trabalho (figura 6.34), do lado direito em cima encontra-se a listagem dos pacotes pesquisados (4). Aqui pode-se seleccionar um pacote quer para instalar, remover ou actualizar. Para isso basta clicar com o botão direito em cima do pacote e seleccionar uma das operações. Caso haja dependências entre pacotes, será lançado um aviso ao utilizador e estes pacotes também serão marcados.


Carregando com o botão esquerdo rato em cima do pacote será mostrada uma breve descrição do mesmo abaixo da lista de pacotes (5).




      1. Como Configurar Repositórios


Este gestor de pacotes tem já alguns repositórios pré-definidos (1) de modo a verificar via Web os estado dos pacotes actualmente instalados, ou seja, se existem ou não actualizações para estes pacotes (figura 6.35).


Para ver quais os repositórios já existentes carregue em "Configurações" na barra de menus da janelas principal e de seguida em "Repositórios".


Caso pretenda adicionar outros repositórios carregue no botão "Novo" (2) e insira os dados do novo repositório (3): URI, Distribuição e Secção(ões).


Se quiser instalar algum pacote a partir do CD, então deve adicioná-lo primeiro como repositório para ter acesso aos pacotes. Assim, insira o CD do Leitor no leitor e clique no menu “Editar -> Adicionar CD-ROM”. Insira um nome que identifique o CD (pode manter o que é sugerido) e carregue em "OK".


Figura 6.35: Gestor de Pacotes Synaptic – Repositórios

O CD-ROM será adicionado à lista de repositórios e já poderá, a partir deste momento, instalar um pacote a partir deste dispositivo.


Figura 6.36: Adicionar CD-ROM a Repositórios

Após adicionar um repositório deve sempre actualizar a listagem de pacotes. Para isso, na barra de ferramentas do Synaptic, carregue em “Recarregar” (figura 6.37).


Figura 6.37: Recarregar Informação de Pacotes

      1. Como Instalar Pacotes


Caso pretenda instalar ou desinstalar determinados pacotes do sistema pode começar por efectuar uma procura pelo nome ou por parte deste, carregando no botão “Procurar” (1) na barra de ferramentas (figura 6.39).


Irá aparecer uma pequena janela onde deverá inserir o nome no campo de texto, seleccionar onde pretende procurar e carregar em “Procurar” (figura 6.38).


Figura 6.38: Janela de Pesquisa de Pacotes

Na secção do lado direito (2) serão listadas as expressões utilizadas nas pesquisas, e na secção principal serão mostrados os resultados da pesquisa (3).


Caso pretenda instalar um dos pacotes listados basta clicar duas vezes com o rato em cima do nome do pacote (3), ou clicar com o botão direito do rato em cima do nome e seleccionar a opção “Marcar para Instalação”. Poderá ver que os pacotes marcados para instalação ficam assinalados com uma linha verde.


Ao marcar um pacote, o Synaptic irá verificar se são necessários outros pacotes (dependências), e se sim informará o utilizador.


Por último, carregue no botão “Aplicar” (4).









Figura 6.39: Pesquisa de Pacotes para Instalação


      1. Como Remover Pacotes


O processo de remoção de pacotes do sistema é semelhante ao de instalar (explicado no capítulo anterior).


Primeiro efectue uma pesquisa pelo nome do pacote ou parte deste (1). De seguida, para marcar um pacote clique com o botão direito do rato em cima e seleccionar a opção “Marcar para Remoção” ou “Marcar para Remoção Completa” (2). Neste caso, os pacotes ficam assinalados com uma linha vermelha.


Tal como na instalação, o Synaptic vai verificar se existem dependências que tenham que ser removidas e notificar o utilizador.


Por último, carregue em “Aplicar” (3).








Figura 6.40: Pesquisa de Pacotes para Remoção


      1. Como Actualizar Pacotes



Os pacotes a actualiza no sistema são identificados por uma estrela ao lado do nome dos mesmos.


Para actualizar o sistema pode seguir um dos seguintes modos:








Figura 6.41: Actualização de Pacotes


Figura 6.42: Actualização de todos os Pacotes

Tal como na instalação e na remoção, os pacotes marcados para actualização são assinalados com uma linha amarela.



      1. Software Updater


Existe nesta versão da Caixa Mágica uma aplicação (applet) para a barra de ferramentas do ambiente de trabalho que verifica regularmente a existência de actualizações no sistema e notifica o utilizador caso existam. Esta aplicação é o Software Updater.


Esta aplicação encontra-se configurada para procurar regularmente se existem actualizações nos repositórios configurados.


No entanto, pode também fazer esta verificação manualmente. Para isso clique com o botão direito do rato em cima do ícone e seleccionar “Procurar actualizações” como exemplificado na figura 6.43.


Quando o ícone se encontra com a cor vermelha na barra de ferramentas significa que existem actualizações a fazer.


Figura 6.43: Procurar Actualizações (passo 1)

Caso existam actualizações, estas serão mostradas numa nova janela (figura 6.44). Para actualizar o sistema carregue em “Yes”, será pedida a palavra-passe de administrador.


Figura 6.44: Procurar Actualizações (passo 2)

Para realizar as actualizações será aberto o Synaptic com os pacotes apresentados anteriormente. Aqui deverá carregar no botão “Marcar”, e a actualização será efectuada.


Após o sistema actualizado, o ícone na barra de ferramentas passará a ter a cor verde (figura 6.45).


Figura 6.45: Sistema Actualizado








  1. Configuração do Sistema

    1. Arquitectura


A arquitectura da Caixa Mágica é constituída por três níveis.


Figura 7.1: Arquitectura Caixa Mágica

A figura apresenta os diferentes níveis:


  1. O nível superior que simboliza a manutenção do sistema através do recurso a um interface gráfico, no caso deste documento o xLucas.


  1. Por sua vez, consoante as opções tomadas pelo utilizador no xLucas, este irá transmiti-las ao nível intermédio, escrevendo a informação em ficheiros XML (nível intermédio). Não é aconselhável que o utilizador edite estes ficheiros, a não ser que tenha conhecimentos que o permitam perceber as implicações das alterações.


  1. Após o utilizador terminar as configurações, o xLucas invoca o motor de configuração do sistema que, a partir dos ficheiros XML, repercute as opções tomadas ao sistema. Este é o nível inferior representado na figura. O utilizador, caso esteja muito familiarizado com um sistema Linux, poderá mexer directamente nos ficheiros de sistema. Ao abrir o xLucas, as alterações efectuadas nestes ficheiros serão repercutidas nos ficheiros XML e mostradas ao utilizador.



Para esta versão da Caixa Mágica foi desenvolvida uma ferramenta que verifica alguns ficheiros de sistema de modo a repercutir os seus conteúdos nos ficheiros XML. São estes:


  • /etc/X11/xorg.conf

  • /etc/sysconfig/clock

  • /etc/sysconfig/network/config

  • /etc/fstab

  • /etc/group

  • /etc/passwd

  • /etc/shadow

  • /etc/inittab

  • /etc/sysconfig/keyboard

  • /etc/sysconfig/mouse

  • /etc/sysconfig/language

  • /boot/grub/menu.lst

  • /boot/grub/device.map

  • /etc/domain

  • /etc/hosts

  • /etc/HOSTNAME


Assim, caso o utilizador altere directamente alguns destes ficheiros, ao abrir o xLucas a informação será actualizada.



De forma a estruturar este documento, será seguida a ordem dos menus do xLucas representados na figura 7.2:


  1. Configurações Gerais

  2. Configurações de Hardware

  3. Configurações de Rede

  4. Administração de Sistema


Figura 7.2: Ecrã Principal do xLucas

    1. Configurações Gerais


      1. Arranque do Sistema


O menu Arranque do Sistema é destinado a resolver problemas derivados de uma má configuração no que respeita ao arranque do computador. Se o seu computador no arranque não lhe indicar as opções relativas aos sistemas operativos que sabe estarem instalados no seu computador (Linux, Windows, ...) então esta é a secção certa para realizar essa configuração.



        1. Tipo de Login


Neste ecrã poderá definir o tipo de login que pretende quando a Caixa Mágica é iniciada: modo de texto ou modo gráfico.


Figura 7.3: Tipo de Login

Se preferir antes configurar manualmente os ficheiros de sistema, então a opção certa é editar o ficheiro /etc/inittab.


Num arranque gráfico o ficheiro deverá conter a seguinte linha:

id:5:initdefault:


No caso de modo de texto, deverá conter:

id:3:initdefault




        1. Gestor de Arranque (GRUB)


Vamos ver agora como podemos alterar as opções de escolha do sistema operativo no arranque do computador. Isto é, como configurar o GRUB (GRand Unified Bootloader) através do xLucas.


Como está representado na figura 7.4, o utilizador tem uma lista com as várias entradas que serão apresentadas no arranque.


Figura 7.4: Gestor de Arranque (GRUB)

Para adicionar uma nova entrada carregue no botão “Adicionar” e preencha os campos que serão apresentados numa nova janela:






Se não estiver familiarizado com o GRUB, carregue no botão “Automático” (figura 7.4). Esta ferramenta irá pesquisar quais os sistemas operativos presentes no computador e adicionará as respectivas entradas.


Para remover uma entrada do GRUB, basta seleccioná-la com o rato na lista apresentada (figura 7.4) e carregar no botão “Remover”.




Figura 7.5: Gestor de Arranque (GRUB) – Adicionar entrada



      1. Configuração Regional



        1. Linguagem


A definição da linguagem do sistema é importante para que os programas que suportam mais do que uma possam mostrar mensagens na linguagem pretendida pelo utilizador.


Como se pode verificar na figura, pode-se seleccionar entre Português e Inglês, ou então a opção Outra e seleccionar uma outra linguagem da lista apresentada, e de seguida carregar no botão “Aplicar”.












Figura 7.6: Linguagem


        1. Fuso Horário


Aqui poderá optar entre utilizar a hora local da BIOS ou não. Caso seleccione esta opção (1), apenas serão consideradas as opções da BIOS do seu computador e as restantes opções deste ecrã ficarão inactivas.


Caso contrário (2), será possível seleccionar uma das outras opções seleccionadas, bem como se pretende o ajuste automático da hora de verão.


Após a selecção feita, basta carregar no botão “Aplicar”.










Figura 7.7: Fuso Horário


        1. Relógio


Este é um ecrã muito simples, permite alterar a data e a hora do sistema do seu computador.
















Figura 7.8: Relógio


      1. Disquete de Recuperação


Se pretende uma disquete de arranque / recuperação, que no caso de inserida no momento de arranque do computador “salte” automaticamente para a Caixa Mágica, poderá utilizar esta opção.


Esta opção é útil no caso de, por exemplo, reinstalar o MS Windows e deixar de ter acesso ao gestor de arranque GRUB. Com a disquete de arranque, poderá entrar na Caixa Mágica, aceder ao xLucas e repor as configurações como indicado no capítulo 7.2.1.2.


Pode recuperar manualmente o seu gestor de arranque após entrar com a disquete de arranque. Para isso execute o comando numa consola como root:


grub-install


Para mais informações consulte o manual do GRUB:


man grub

Figura 7.9: Disquete de Recuperação


      1. X-Windows


Aqui pode configurar a resolução do seu ecrã ou as taxas de refrescamento do seu monitor (consulte o manual deste para saber quais as taxas correctas) (1).


Existe também a possibilidade de fazer uma configuração automática deste parâmetros (2), carregando no botão "Configuração Automática". Neste ser-lhe-á pedido que antes carregar no botão "Aceitar" guarde toda a documentação em que estiver a trabalhar.











Figura 7.10: X-Windows


    1. Configurações de Hardware



      1. Teclado


A configuração do teclado consiste em definir qual o teclado pretendido: a configuração portuguesa (101, 102 e 105 teclas) com acentuação ou o teclado inglês sem acentuação.










Figura 7.11: Teclado


      1. Modem


Para efectuarmos uma alteração na configuração do modem, esta é a secção indicada. Note-se que esta configuração é apenas relativa à configuração de modems analógicos, excluindo-se portanto ADSL, Cabo e RDIS.


Como apresentado na figura, devemos seleccionar a porta onde o modem está instalado e carregar na opção “OK”.












Figura 7.12: Modem

      1. Impressora


A configuração de impressoras é feita com recurso ao interface Assistente de Adição de Impressora (figura 7.13).


Figura 7.13: Assistente de Adição de Impressora I

Após carregar em "Próximo", deve seleccionar o tipo de impressora que quer configurar (figura 7.14) e carregar em "Próximo". As opções mais comuns são "Impressora local" ou "Impressora partilhada por SMB".


Figura 7.14: Assistente de Adição de Impressora II

No ecrã seguinte deve seleccionar a porta onde estará ligada a impressora que pretende adicionar e carregar em "Próximo". Em alguns casos, o nome da impressora pode aparecer directamente associado a uma porta (figura 7.15), devendo seleccionar essa impressora.


Figura 7.15: Assistente de Adição de Impressora III

No passo seguinte seleccione o fabricante e o modelo da impressora que está a adicionar e carregue em "Próximo" (figura 7.16). No caso de ter uma impressora que não aparece na lista, escolha o modelo mais parecido.


Figura 7.16: Assistente de Adição de Impressora IV

As principais configurações da impressora já foram efectuadas e, se quiser, pode imprimir uma página de teste para verificar se está tudo bem (figura 7.17).


Figura 7.17: Assistente de Adição de Impressora IV

De seguida vá carregando em "Próximo" até encontrar a janela da figura 7.18. Aqui insira um nome e uma localização que identifiquem a impressora, e carregue em "Próximo".


Figura 7.18: Assistente de Adição de Impressora V

No último ecrã pode confirmar todos os dados que configurou carregando em "Terminar" (figura 7.19).


Figura 7.19: Assistente de Adição de Impressora VI

      1. Placa de Som


Para efectuarmos uma alteração na configuração da placa de som, devemos escolher a opção Placa de Som, aparecendo ao utilizador uma janela em que esta é identificada (ou não).


Caso tenha perdido a configuração da sua placa de som, é possível uma recuperação desta carregando no botão “Config. Automática”. Aqui será feita uma tentativa de identificação da sua placa de som de novo e dos parâmetros de configuração desta.


Figura 7.20: Placa de Som

Se a sua placa ainda não foi identificada, para a adicionar seleccione o separador "Adicionar placa de som", e insira no campo "Descrição" uma pequena descrição da sua placa de som, seleccione o módulo na lista "Módulo" e carregue em "Adicionar".






Figura 7.21: Adicionar Placa de Som


      1. Placa de Rede


A configuração da placa de rede segue a mesma lógica da placa de som. No caso de ter sido detectada correctamente, poderá alterar o módulo ou as opções da placa.


No caso de a placa de rede não ter sido detectada na instalação, será necessário adicioná-la no ecrã "Adicionar placa de rede".












Figura 7.22: Placa de Rede


A forma mais expedita de reconhecer uma placa adicionada recentemente ao sistema é utilizar o xLucas -> Admin. Sistemas -> Hardware -> botão “Detecção Automática”.

















Figura 7.23: Adicionar Placa de Rede


    1. Configurações de Rede



      1. Nome / Domínio


Nesta opção, apenas tem de indicar qual o nome que deseja dar ao seu computador e qual o seu domínio. Esta informação será utilizada por aplicações e pelo próprio sistema para referenciar o computador dentro de uma rede.










Figura 7.24: Nome / Domínio do Computador


      1. Rede Local


Esta secção permite parametrizar a rede local onde o nosso computador se insere, bem como definir perfis de configurações diferentes de rede que o utilizador possa utilizar.


No caso de não ter informação suficiente para configurar o seu computador, esclareça as suas dúvidas junto do administrador da sua rede.


Neste ecrã é possível seleccionar se pretende que a aplicação Network Manager faça a gestão da sua rede ou não. Para isso basta seleccionar a opção “Network Manager activo” (1).








Figura 7.25: Rede Local

Se optar por configurar cada placa de rede, desmarque esta opção, e os restantes campos serão activados na janela (2).



O Network Manager é uma ferramenta que monitoriza todas as ligações à rede e automaticamente selecciona a que será utilizada.


O Network Manager também detecta ligações wireless e permite ao utilizador especificar a quais o seu computador se poderá ligar.



Para configurar uma determinada placa de rede seleccione o respectivo interface e carregue em "Editar".


No ecrã de detalhe da placa de rede pode escolher se quer ou não activar a placa, se pretende configurá-la através de DHCP e se é uma placa wireless.


Caso não tenha seleccionado "Configurar placa por DHCP", insira os endereços da placa e da máscara de rede nos campos respectivos. Por fim, clique em "Continuar". Ao voltar para o ecrã "Configuração da rede local" (ecrã 7.25), insira os endereços de gateway e DNS e clique de novo em "Aplicar".


Figura 7.26: Configuração da Placa de Rede

Se a sua placa de rede for wireless, seleccione a opção "Placa Wireless" e carregue no botão "Configurar". Aparecerá um novo ecrã para configurar o acesso a uma rede wireless.


Figura 7.27: Configuração de Rede Wireless

Os campos a preencher neste ecrã são:







Após preencher estes campos carregue no botão "Aceitar".


Atenção, de volta ao ecrã de configuração da placa de rede, carregue em "Continuar" para que a opção "Placa Wireless" fique activa, caso contrário os dados configurados anteriormente apenas serão escritos no ficheiro de configuração, não serão transmitidos ao sistema.




      1. Perfis de Rede


Caso utilize mais do que uma configuração de rede (por exemplo: em casa e no trabalho) existe esta subsecção para criar perfis de rede para cada uma dessas situações.


Assim, para criar um novo perfil com a actual configuração do sistema, insira um nome para o novo perfil no campo “Criar um novo perfil” (por exemplo: “Casa”) e carregue em “Criar”. O novo perfil aparecerá na lista de perfis.


Caso o nome do perfil que está a tentar inserir já exista, será perguntado ao utilizador se pretende substituir o perfil existente pelo novo, isto é, as configurações serão substituídas pelas existentes actualmente no sistema.


Figura 7.28: Perfis de Rede

Para alterar o perfil de rede de modo a estar de acordo com o ambiente de trabalho (por exemplo: “Trabalho”), seleccione primeiro o perfil pretendido na lista apresentada e pressione em “Mudar”. Ao mudar o perfil toda a configuração de rede será alterada de acordo com a configuração deste.


Por último, no caso de querer apagar um determinado perfil basta seleccioná-lo e carregar em “Apagar”.


Caso tenha seleccionado o perfil activo no sistema, será perguntado se pretende realmente apagá-lo. Ao apagá-lo o este continuará activo mas não o poderá seleccionar de novo.






      1. Acesso à Internet



        1. Internet por Cabo


Caso possua Internet por cabo, apenas tem de seleccionar a opção "Activar Internet por Cabo" e carregar em "Aplicar".


Figura 7.29: Ligação à Internet por Cabo


        1. Internet por ADSL


A figura seguinte apresenta-nos o ecrã de configuração de modems ADSL.


Neste momento, os modems ADSL suportados são:



Para além destes, também são suportados todos os que possuem uma ligação ethernet (via placa de rede). Neste caso o suporte depende da correcta configuração da placa de rede e não do modem em si.


Figura 7.30: Ligação à Internet por ADSL

Para configurar um destes modems, seleccione-o no campo "Modem" e carregue em "Configurar" (1).


Os passos para configurar os modems ADSL são praticamente os mesmos, excepto para o Siemens Santis para o qual é necessário mais informação. O primeiro ecrã do configurador apenas contém um pequeno texto de boas-vindas (figura 7.31). Carregue em "Continuar" para prosseguir com a configuração.










Figura 7.31: Configuração de Modem ADSL (passo 1)

A seguir insira o login fornecido pelo seu operador (ISP) e carregue em "OK”.


Figura 7.32: Configuração de Modem ADSL (passo 2)

No passo seguinte insira a palavra-passe (senha) fornecido pelo seu operador juntamente com o login e carregue em "OK".


Figura 7.33: Configuração de Modem ADSL (passo 3)

Este é o último passo da configuração para os modems Alcatel Speedtouch e Octal.


No caso do Siemens Santis existem mais alguns passos. É necessário seleccionar qual o operador pelo qual se ligará. Carregue em "OK".


Figura 7.34: Configuração de Modem ADSL (passo 4)

O ecrã seguinte irá mostrar quais os endereços de DNS (resolução de nomes) configurados para o seu modem.


Caso o seu operador já tenha fornecido os endereços, volte ao ecrã anterior (selecção do operador) e seleccione a opção "Outro". Depois, no ecrã seguinte, insira os endereços de DNS.


Figura 7.35: Configuração de Modem ADSL (passo 5)

Por último, seleccione o modelo do modem Siemens que está a configurar e carregue em "OK".





Figura 7.36: Configuração de Modem ADSL (passo 6)


Uma vez configurado o seu modem ADSL, pode iniciar uma ligação carregando no botão "Iniciar/Terminar" (2) no ecrã do xLucas (figura 7.30).


Se desejar, pode seleccionar a opção "Activar Internet por ADSL no arranque" (3) para ligar o modem em cada arranque do seu computador.




        1. Internet por Linha Telefónica (Dial-up)


Neste ecrã é possível quer adicionar quer configurar uma conta de Internet carregando no botão “Adicionar Conta” (1).


Caso tenha instalado o gestor de janelas KDE será aberta a aplicação KPPP que será explicada abaixo, se por outro lado instalou o Gnome será aberto o Gnome PPP.















Figura 7.37: Ligação à Internet por Linha Telefónica

Para adicionar uma nova conta carregue em “Configurar” na janela principal do KPPP (2) e, de seguida, carregue em “Nova...” (3) e utilize o assistente para adicionar a conta.


Figura 7.38: Adicionar Ligação à Internet por Linha Telefónica I

Durante a execução do assistente serão pedidos os dados da conta ao utilizador, apenas tem de inseri-los para criar uma nova conta.




Figura 7.39: Adicionar Ligação à Internet por Linha Telefónica II

No fim da execução do assistente, voltará à janela de configuração do KPPP. Aqui seleccione o separador “Modem” e carregue no botão “Nova...” (4).


Aqui apenas tem que inserir um nome que identifique o modem e carregar em “Terminar”. Carregue em “OK” para sair da configuração do KPPP.


Figura 7.40: Adicionar Ligação à Internet por Linha Telefónica III

Por último (figura 7.38), seleccione a conta e carregue em “Ligar” para aceder à Internet.



        1. Internet por Telemodem Zapp


Aqui será possível configurar uma ligação através de um telemodem Zapp. Neste momento, os que se encontram suportados são:



Figura 7.41: Ligação à Internet por Telemodem Zapp

Para configurar um destes telemodems, seleccione-o no campo "Telemodem" e carregue em "Configurar" (1).


O primeiro ecrã do configurador apenas contém um pequeno texto de boas-vindas. Carregue em "Continuar" para prosseguir com a configuração.




Figura 7.42: Configuração de Telemodem Zapp (passo 1)

A seguir insira o login fornecido pelo seu operador (ISP) e carregue em "OK”.


Figura 7.43: Configuração de Telemodem Zapp (passo 2)

No passo seguinte insira a palavra-passe (senha) fornecido pelo seu operador juntamente com o login e carregue em "OK".


Figura 7.44: Configuração de Telemodem Zapp (passo 3)

Uma vez configurado o seu telemodem Zapp, pode iniciar uma ligação carregando no botão "Iniciar/Terminar" (2) no ecrã do xLucas (figura 7.41).


Se desejar, pode seleccionar a opção "Activar Internet por Zapp no arranque" (3) para ligar o modem em cada arranque do seu computador.



        1. Internet por Placa 3G


Neste ecrã poderá configurar a sua placa 3G. Neste momento, as placas suportadas são:



Figura 7.45: Ligação à Internet por Placa 3G

Para configurar uma destas placas, seleccione-a no campo "Placa 3G" e carregue em "Configurar" (1).


O primeiro ecrã do configurador apenas contém um pequeno texto de boas-vindas. Carregue em "Continuar" para prosseguir com a configuração.



Figura 7.46: Configuração de Placa 3G (passo 1)

A seguir é perguntado se a sua placa 3G se encontra protegida com um código PIN. Se sim, carregue em “Sim”, insira o código no campo de texto e carregue em "OK”, terminando a configuração da placa.



Figura 7.47: Configuração de Placa 3G (passo 2)

Uma vez configurado a sua placa 3G, pode iniciar uma ligação carregando no botão "Iniciar/Terminar" (2) no ecrã do xLucas (figura 7.45).


Se desejar, pode seleccionar a opção "Activar Internet por 3G no arranque" (3) para ligar a sua placa em cada arranque do seu computador.









    1. Administração de Sistema


      1. Utilizadores


Nesta secção é possível visualizar os utilizadores adicionados durante e após a instalação, bem como os restantes utilizadores do sistema utilizados por diversas aplicações.


Para visualizar estes últimos basta seleccionar a opção “Visualizar utilizadores de sistema” e estes aparecerão listados na janela.


Aqui é também possível adicionar um novo utilizador, evitando trabalhar como superutilizador, basta carregar no botão “Adicionar”.


Figura 7.48: Gestão de Utilizadores

O ecrã da figura 7.49 apresenta os campos que deverão ser preenchidos para adicionar o novo utilizador: Nome, Login, Password e a sua confirmação, e o Grupo ao qual irá pertencer.


Para remover um utilizador basta seleccioná-lo na lista de utilizadores na janela principal e de seguida carregar no botão “Remover”.


Figura 7.49: Adicionar Utilizador


      1. Grupos


Neste ecrã é possível visualizar todos os grupos existentes no sistema. Tal como no caso dos utilizadores, aqui é possível adicionar e remover grupos.


Figura 7.50: Gestão de Grupos

Para adicionar basta carregar em “Adicionar”, de seguida inserir um nome para o novo grupo e por último carregar em “Continuar”.


Se pretende remover um grupo, seleccione-o na lista apresentada no ecrã principal e carregue em “Remover”.


Figura 7.51: Adicionar Grupo

      1. Programas


Nesta secção poderá instalar pacotes (software) que na altura da instalação não tenha sido detectado.


Ao carregar no ícone “Programas" no xLucas será aberto o Gestor de Pacotes Synaptic que lhe permitirá ver os pacotes que estão instalados no seu sistema e actualizá-los, e instalar outros quer a partir do CD da Caixa Mágica quer via Web.


Esta aplicação encontra-se explicada no capítulo 6.5.




      1. Hardware


Neste ecrã o utilizador pode ver o hardware detectado no seu sistema. Caso tenha instalado algum componente novo de hardware no seu computador e este não aparece neste ecrã, carregue no botão "Detecção Automática" para procurar de novo o hardware.


Figura 7.52: Detecção de Hardware

      1. Serviços


Os serviços daemon são serviços que são lançados em modo standalone (isolado) e que ficam sempre em execução no sistema. Por esta razão não devem ser lançados pelo serviço “xinetd”, que também é um serviço daemon. Neste ecrã são visualizados os serviços existentes no sistema e qual o seu estado.


Figura 7.53: Serviços Daemon

Os serviços xinetd são serviços que são lançados pelo serviço “xinetd”. O objectivo do “xinetd” é evitar que este tipo de serviços esteja sempre em execução mesmo que não estejam a ser utilizados. Também aqui poderá visualizar quais os serviços existentes e os respectivos estados.


Tenha em atenção que ao seleccionar serviços xinetd estes só serão activados no sistema se o serviço daemon “xinetd” estiver activado.







Figura 7.54: Serviços Xinetd


      1. Bluetooth


Em primeiro lugar, deve ligar o dispositivo bluetooth ao seu computador para poder configurá-lo.


De seguida, seleccione a opção "Activar bluetooth" e insira o código PIN. Este código será utilizado por outros dispositivos para validar a autenticação ao tentar estabelecer uma ligação com este.












Figura 7.55: Configuração Bluetooth


      1. Actualizações Automáticas


Neste ecrã pode dizer ao seu sistema para regularmente verificar se existem versões mais recentes dos pacotes instalados e, caso haja, actualizá-los.


Para tal, seleccione a opção "Actualizar automaticamente os pacotes instalados" e indique também a hora e o(s) dia(s) da semana a que será feita a actualização.


Se desejar receber um relatório com o resultado da actualização (isto é, se existiam pacotes a actualizar e quais) seleccione a opção "Enviar Relatório" e escreva o seu endereço de email. Por último carregue no botão "Aplicar".









Figura 7.56: Actualizações Automáticas





















  1. CMWebmin

Neste capítulo iremos tratar da configuração do seu servidor utilizando o interface CMWebmin, nomeadamente:


Ao iniciar a sua configuração através do CMWebmin será aberto o navegador de Internet Mozilla Firefox. Ser-lhe-á pedido que aceite o certificado emitido pelo CMWebmin, o qual deve ser aceite permanentemente.


Figura 8.1: CMWebmin – Autenticação

Após aceitar o certificado terá acesso ao interface de autenticação do CMWebmin.


No primeiro acesso a este interface o username deverá ser “root” e a password deverá ser a password de root do sistema. Posteriormente poderá adicionar outros utilizadores.


De seguida, será apresentado um ecrã ao utilizador semelhante ao da figura 8.2.



Figura 8.2: CMWebmin – Ecrã inicial


    1. Servidor Apache


Para aceder ao interface de configuração de um servidor Apache deverá clicar, no menu lateral, em “Servidores” e, de seguida, na opção “Apache – Servidor Web” como representado na figura 6.3.


A configuração de servidores Apache através do CMWebmin é feita com base em servidores virtuais, ou seja, poderão existir vários servidores Apache numa mesma máquina.






Figura 8.3: Menu Servidor Apache

Na secção “Servidores Virtuais” poderá verificar a existência de um servidor pré-definido (figura 8.4). Este servidor será utilizado para exemplificar a utilização mais comum dos servidores Apache.


Figura 8.4: Servidor Apache pré-definido

Clicando no ícone do servidor virtual pré-definido entra-se no ecrã “Opções do Servidor Virtual” onde será configurado o seu servidor virtual (figura 8.5).


Neste capítulo serão descritas apenas as principais configurações:


    1. Configuração de rede e endereço;

    2. Configuração das opções do documento;

    3. Aplicação das configurações;

    4. Configuração através da linha de comandos.

Figura 8.5: Opções de Servidor Virtual


  1. Configuração de Rede e Endereços


Ao clicar no ícone “Rede e Endereços” (figura 8.6) encontrará um interface como o representado na figura abaixo:


Figura 8.6: Configuração de Rede e Endereços

Os campos de maior relevância são “Server admin email address” e “Server Hostname”.


No campo “Server admin email address” poderá activar um endereço electrónico existente de modo a estar disponível sempre que ocorra algum problema com a página servida.


No campo “Server Hostname” deverá indicar se o nome deste servidor será definido automaticamente pelo nome da sua máquina ou se deseja que este seja definido por si (por exemplo: spes.cm.pt).


Deverá ter dois aspectos em atenção quanto ao nome do seu servidor:



Para que as suas alterações tenham efeito deverá carregar no botão “Gravar”. Ao carregar nesse botão regressará ao ecrã de opções do servidor virtual. Caso não queira gravar as suas alterações, poderá clicar na opção “Voltar a index do servidor”.



  1. Configuração das Opções do Documento


No ecrã de opções do servidor virtual, clicando no ícone “Opções do Documento” (figura 8.7) encontrará um interface como o representado na figura abaixo:


Figura 8.7: Configuração de Opções do Documento

Neste interface poderá definir qual a “Document root” a ser servida (neste caso está em “/srv/www/htdocs”) onde poderá incluir todo o conteúdo que deseja colocar à disposição para ser acedido remotamente.



  1. Aplicações das Configurações


Para finalmente ter o seu servidor Apache a funcionar basta-lhe clicar na opção “Iniciar o Apache” situada no canto superior direito (figura 8.8). Depois de clicar na opção poderá verificar que agora se encontram duas opções no lugar do anterior.



Figura 8.8: Iniciar Servidor Apache

Caso efectue alguma alteração na configuração do seu servidor deverá sempre clicar na opção “Aplicar alterações” para que estas se reflictam no funcionamento do servidor. Deverá depois reiniciar o servidor clicando na opção “Encerrar o Apache” e de seguida em “Iniciar o Apache”.



  1. Configuração através da linha de comandos


O serviço Apache permite-lhe ter vários servidores HTTP virtuais numa mesma máquina. Explicaremos como poderá configurar o seu servidor Apache utilizando apenas uma linha de comandos sem recorrer ao CMWebmin.


As configurações globais do serviço Apache estão contidas no ficheiro:


/etc/apache2/httpd.conf


Não é conveniente alterar este ficheiro pelo que nele apenas irá indicar apenas um parâmetro, sendo a configuração do seu servidor virtual realizada num outro ficheiro criado à parte criado.


Como root, edite o ficheiro “/etc/apache2/httpd.conf”. Aqui poderá visualizar várias linhas precedidas do caracter '#'. Estas linhas são comentários, sendo ignoradas pelo Apache ao ler o ficheiro. Deslocando-se para o fim do ficheiro, poderá ver uma secção “Virtual server configuration”.


Caso não consiga encontrar essa secção, poderá simplesmente acrescentar as linhas que indicaremos a seguir no fim do ficheiro.


A primeira linha a acrescentar (caso não exista) será:


Include /etc/apache2/vhosts.d/*.conf


Esta linha permitir-lhe-á incluir os vários ficheiros de configuração dos vários servidores virtuais que criar.


Grave as alterações efectuadas ao ficheiro e volte para a linha de comandos.


Para configurar o seu servidor virtual entre na directoria “/etc/apache2/vhosts.d/” e crie um ficheiro com o nome do servidor que deseja criar seguido de “.conf” (por exemplo: spes.cm.pt.conf).


Editando o ficheiro, este deverá conter uma configuração semelhante à seguinte:


<VirtualHost 127.0.0.1>

ServerName spes.cm.pt

DocumentRoot /srv/www/htdocs

UserDir disabled root

UserDir public_html

ServerAdmin administrador@cmwebmin.pt

ServerAlias spes.cm.pt

UseCanonicalName off

AccessFileName .htaccess

ServerSignature On

<Directory "/">

</Directory>

<Directory "/srv/www/htdocs">

</Directory>

</VirtualHost>


Na primeira linha, no campo “VirtualHost” deverá indicar qual o endereço IP do seu servidor virtual (neste caso será o endereço de localhost - 127.0.0.1).


Em seguida, no parâmetro “ServerName” deverá indicar qual o nome do seu servidor (neste caso, spes.cm.pt).

No parâmetro “DocumentRoot” indicará o local onde irá estar o conteúdo a ser disponibilizado pelo servidor (neste caso, /serv/www/htdocs).


Por questões de segurança deverá acrescentar a linha “UserDir disabled root de forma a não permitir o acesso indesejado por parte de utilizadores a directorias reservadas.

A linha “UserDir public_html” permite que cada utilizador de sistema tenha a sua própria página localizada na pasta “public_html” da sua directoria “home”, podendo essa página ser acedida, neste caso, através de endereços do tipo “http://spes.cm.pt/~utilizador”.


Deverá indicar endereço electrónico de administrador do servidor de forma a poder ser contactado no caso de haver qualquer problema com o conteúdo disponibilizado. Tal pode ser feito acrescentando a linha “ServerAdmin administrador@cmwebmin.pt” em que, neste caso, o endereço de contacto é “administrador@cmwebmin.pt”.


As linhas seguintes correspondem a configurações comuns do servidor que podem ser mantidas para a maior parte dos casos, adaptando a linha “ServerAlias spes.cm.pt” ao nome do seu servidor.


Após ter terminado de escrever os ficheiros correspondentes aos seus servidores virtuais, deverá colocar inicializar o serviço Apache. Para isso basta executar, ainda como root, o comando:


/etc/init.d/apache2 start


Cada vez que realizar alterações nos ficheiros de configuração deverá reiniciar o serviço com o comando:


/etc/init.d/apache2 restart



Para mais informações consulte:






    1. Servidor de E-Mail (Postfix)


Para aceder ao interface de configuração de um servidor de e-mail deverá clicar, no menu lateral, na secção “Servidores” e, de seguida, na opção “Postfix – Servidor de E-Mail” (figura 8.9). Será apresentado ao utilizador um ecrã com diversas opções de configuração do Postfix.



Figura 8.9: Menu Servidor de E-Mail Postfix

Ao clicar no ícone “General Options” no ecrã de configurações do Postfix terá acesso à configuração principal deste servidor.


Um servidor Postfix tem cerca de 100 parâmetros de configuração que são controlados através de ficheiros de configuração. Felizmente, têm valores por omissão que são sensatos.


Na maioria dos casos, precisará apenas de configurar os três parâmetros presentes na secção “Most Useful General options” antes de poder usar o sistema de mail Postfix.

Indicaremos de seguida como:


    1. Configurar as opções mais comuns;

    2. Configurar algumas das outras opções;

    3. Aplicar as configurações;

    4. Configurar através da linha de comandos.



  1. Configuração das opções mais comuns


A configuração de domínios e de reporte de problemas encontrados são as opções mais usadas do servidor Postfix. Estas opções encontram-se representadas na figura abaixo:


Figura 8.10: Opções mais usadas do Servidor Postfix

Na opção “What domain to use in outbound mail” o utilizador deve especificar qual o domínio a ser utilizado e que irá aparecer nas mensagens enviadas por esta máquina. Por omissão, encontra-se seleccionado “Use hostname”, ou seja, utilizar o nome local da máquina, mas normalmente deverá seleccionar “Use domainname” que utiliza o domínio principal da máquina.


De seguida, na opção “What domain to receive mail for” o utilizador deve especificar que domínios o servidor irá entregar localmente em vez de redireccionar para uma outra máquina.


Por omissão, encontra-se seleccionado “Local machine”, isto é, o servidor estará configurado para receber mail para a própria máquina. No campo correspondente irá aparecer por omissão os seguintes parâmetros:


$myhostname, localhost.$mydomain


Caso seleccione “Whole domain” (todo o domnio), o campo de texto apresentará os seguintes parâmetros:


$myhostname, localhost.$mydomain, $mydomain


Pode ainda especificar um caminho completo para um ficheiro que contenha os nomes dos domínios que a máquina irá entregar localmente, como por exemplo:


/etc/postfix/osmeusdestinos


Atenção, por forma a evitar que a entrega de mail entre em ciclo, deverá listar todos os hostnames da máquina, incluindo “$myhostname” e “localhost.$mydomain”. Não liste domínios virtuais, coloque-os antes no ficheiro virtual.


Prosseguindo a configuração, deverá também configurar um postmaster alias que aponte para uma pessoa em concreto. Este alias é necessário para que se possa reportar problemas na entrega de email's.


Para tal, deverá clicar no ícone “Mail Aliases” no ecrã principal de configuração. De seguida aparecer-lhe-á uma lista com os diversos aliases. Aqui interessa configurar o alias do postmaster, pelo deverá clicar no link correspondente. De seguida aparecer-lhe-á o seguinte interface:


Figura 8.11: Configuração do aliaspostmaster

Basta inserir o endereço de e-mail desejado (no caso é administrador@servidor.com) e clicar no botão “Gravar”. Desta forma, sempre que, por algum motivo, for enviado um email ao postmaster, este será redireccionado para o endereço indicado.





  1. Configuração de algumas das outras opções


Por omissão, o servidor Postfix tenta entregar o correio directamente na Internet. Dependendo das condições locais, tal pode não ser possível ou desejável.


Por exemplo, o seu sistema pode estar desligado a determinadas horas, pode estar protegido por firewall, ou pode estar ligado a um provedor que não permita email's directos através da internet. Nestes casos é necessário configurar o Postfix para entregar o correio indirectamente via um relay host.


Poderá configurar este parâmetro na área “Other General Options” como se pode ver na figura seguinte.


Figura 8.12: Outras opções gerais I

Na opção “Send outgoing mail via host”, seleccionando “Deliver directly” ou o campo em branco, os email's serão directamente entregues na Internet. Caso a entrega precise de ser feita através de mailhub deverá colocar no campo de texto (por exemplo):


$mydomain ou [mail.$mydomain]


Caso a entrega precise de ser feita através de um provedor mailhub deverá colocar (por exemplo):


[mail.isp.tld]


Não se esqueça de colocar os parêntesis rectos de forma a eliminar DNS MX lookups, por forma a evitar erros no envio das mensagens.


Outro elemento que poderá ser importante configurar é o que diz respeito às redes locais. Por omissão, o servidor Postfix encaminhará correio de clientes presentes em blocos de rede autorizados para qualquer destino. Os blocos de rede autorizados são definidos no parâmetro “Local Networks”.


O servidor também está configurado para autorizar todos os clientes presentes nas mesmas subredes em que está o servidor. Poderá configurar este aspecto também na secção “Other General Options” como se pode ver na figura seguinte.


Caso pretenda incluir outras redes às quais o servidor não esteja directamente ligado, poderá acrescentá-las no campo em branco.


Figura 8.13: Outras opções do Servidor Postfix II


  1. Aplicação das Configurações


Após ter efectuado todas as alterações necessárias, deverá carregar no botão “Save and Apply” para guardar as suas alterações. Caso não as deseje guardar, pode voltar ao ecrã anterior clicando na opção “Voltar a Postfix configuration”.


Figura 8.14: “Gravar e Aplicar” e “Voltar a Postfix configuration”

Em qualquer um dos casos será direccionado para o ecrã anterior no qual encontrará o botão “Start Postfix” onde deverá carregar para inicializar o servidor Postfix (figura 8.15). No seu lugar poderá encontrar um botão “Stop Postfix” caso o servidor já esteja inicializado.


Figura 8.15: Inicialização Servidor Postfix

  1. Configurar através da linha de comandos


Por omissão, os ficheiros de configuração do Postfix encontram-se na directoria “/etc/postfix”. Os dois ficheiros mais importantes são “main.cf” e “master.cf”, estes ficheiros devem pertencer ao root.

No ficheiro “/etc/postfix/main.cf” irá ser configurado um número mínimo de parâmetros. A configuração destes assemelha-se a variáveis de shell com duas diferenças importantes.


A primeira é que o Postfix não utiliza aspas como a shell UNIX. Um parâmetro de configuração é especificado da seguinte forma:


parametro = valor


e pode usá-lo colocando o caracter "$" antecedendo o seu nome:


outro_parametro = $parametro


A segunda diferença consiste na possibilidade de utilizar as variáveis como “$parametro” antes de lhe ser atribuído um valor.


A configuração dos parâmetros atende a algumas questões que se colocam ao configurar o servidor Postfix:






































Para mais informações pode consultar:



    1. Servidor de Ficheiros (Samba)


Para aceder ao interface de configuração de um servidor de ficheiros deverá clicar, no menu lateral, na secção “Servidores” e, de seguida, na opção “Samba – Servidor de Ficheiros SMB/CIFS” (figura 8.16).


Poderá então visualizar o interface de configuração do servidor Samba com a lista das diversas partilhas pré-definidas, os ícones de configurações globais e os ícones de configuração dos utilizadores Samba.


Por omissão, as directorias pessoais (homes) dos diversos utilizadores já se encontram configuradas de modo a serem acedidas remotamente pelos respectivos utilizadores.


Figura 8.16: Menu Servidor de Ficheiros SMB/CIFS

De forma a ter uma correcta configuração deverá seguir os seguintes passos:


    1. Conversão de utilizadores de sistema para utilizadores Samba;

    2. Configuração do Windows Networking;

    3. Configuração de partilhas;

    4. Configurações de acesso e segurança e aplicação das configurações.


É também também como pode efectuar esta configuração através da linha de comandos.



  1. Conversão de Utilizadores


Na secção “Samba Users” (figura 8.17) deverá clicar no ícone “Convert Unix users to Samba users” de forma a que todos utilizadores de sistema sejam também utilizadores Samba.


Entrará num ecrã de configuração que permitirá sincronizar os utilizadores do sistema com os utilizadores de Samba. As opções já se encontram seleccionadas por omissão, apenas deverá carregar em “Convert Users”. De seguida ser-lhe-á apresentada uma lista de todos os utilizadores e a acção correspondente realizada pelo CMWebmin.


Figura 8.17: Conversão de Utilizadores


  1. Configuração de Windows Networking


Voltando ao interface principal, na secção “Global configuration” deverá clicar no ícone “Windows Networking”.


Visualizará, então, o interface de configuração do “Windows Networking” representado na figura 8.18.


Figura 8.18: Configuração Global

Neste interface deverá indicar o “Workgroup”, neste caso definido para “TUX-NET” e o nome do servidor, neste caso “TESTE”. Estes dois parâmetros serão suficientes para uma correcta configuração global básica.



Figura 8.19: Configuração de Windows Networking

Caso o seu servidor Samba integre uma rede Windows existente com um servidor WINS, deverá indicá-lo no parâmetro “WINS mode” seleccionando a opção “Use server” e indicando o servidor.


Se as suas máquinas Windows estejam em sub-redes diferentes e necessite de um servidor WINS, deverá seleccionar “Be WINS server”.


Quando tiver efectuado todas as alterações desejadas deverá carregar no botão “Gravar”. Caso não queira gravar as alterações realizadas, clique na opção “Voltar a share list”.



  1. Configuração das Partilhas


De volta ao ecrã principal, deverá agora configurar a sua partilha. Para tal deverá clicar na opção “Create a new file share” (figura 8.20).


Neste momento poderá criar a sua partilha num interface como o representado na figura 8.20.


Figura 8.20: Criar Partilha de Ficheiros I

Neste interface deverá indicar o nome da partilha (neste caso “teste”), a pasta a partilhar (neste caso “/docs”) e o utilizador que será o dono (“owner”) da partilha, caso não exista. O nome dado à partilha será o nome que aparecerá na pasta partilhada do lado da máquina cliente.


Figura 8.21: Criar Partilha de Ficheiros II

Para finalizar a criação da partilha deverá carregar no botão “Criar”. Caso deseje voltar sem criar a partilha clique na opção “Voltar a share list”.



  1. Configurações de Acesso e Segurança


Agora a sua nova partilha já aparece na lista de partilhas no ecrã principal. Clique no nome da sua partilha (neste caso “teste”) para a poder configurar mais detalhadamente.


No ecrã de edição da partilha, clique no ícone “Security and Access control” (figura 8.22).

Figura 8.22: Outras opções de partilha

Aqui poderá permitir o acesso a utilizadores convidados seleccionando “Sim” na opção “Guest Access” de forma a que a partilha esteja acessível a todos (figura 8.23).


Figura 8.23: Acesso a utilizadores convidados

Caso queira limitar o acesso a determinado utilizador, seleccione a opção “Nenhum” em “Guest Access”, seleccione a opção “Sim” em “Revalidate Users” e no campo “Valid Users” insira o nome do utilizador ao qual o acesso será permitido, como ilustrado na figura 8.24.


Após efectuar as alterações, carregue no botão “Gravar” de modo a que estas tenham efeito.


Caso queira limitar o acesso a um grupo de utilizadores, deverá seleccionar a opção “Nenhum” em “Guest Access”, seleccionar a opção “Sim” em “Revalidate Users” e no campo “Valid groups” insira o nome do grupo ao qual o acesso será permitido.


Caso tenha dúvidas no nome do utilizador ou do grupo, poderá clicar no botão à direita do campo de inserção do nome do utilizador ou grupo para lhe ser apresentada uma caixa de diálogo com uma lista dos utilizadores ou grupos, conforme o caso, que lhe permitirá seleccionar o utilizador ou grupo desejado.

Figura 8.24: Configuração de Segurança e Acesso à Partilha

  1. Aplicação das Configurações


Depois de configurar todas as partilhas que desejar e de volta ao ecrã principal, poderá carregar no botão “Start Samba Servers” presente para iniciar o seu servidor (figura 8.25).


Figura 8.25: Iniciar Servidor Samba

Se efectuar qualquer alteração às configurações do servidor ou das partilhas depois de ter colocado o servidor a correr deverá carregar no botão “Restart Samba Servers” no local onde estaria o botão “Start Samba Servers” (figura 8.26).






Figura 8.26: Reiniciar Servidor Samba

  1. Configuração através da linha de comandos


Para configurar o seu servidor de ficheiros Samba utilizando apenas a consola, deverá indicar quais os utilizadores de sistema que se irão ligar remotamente ao servidor. Para tal, deverá, como root, executar o comando abaixo de forma a ser também um utilizador Samba:


smbpasswd -a nome_do_utilizador


Este comando pedir-lhe-á uma palavra-passe para esse utilizador que poderá posteriormente ser alterada pelo próprio utilizador executando o comando:


smbpasswd


Posteriormente deverá editar o ficheiro de configuração “/etc/samba/smb.conf” com as configurações pretendidas. Apresentamos um pequeno exemplo:


[global]

netbios name = cm

workgroup = SAMBA

server string = Linux CaixaMagica


[homes]

guest ok = no

read only = no


[docs]

writeable = yes

valid users = utilizador1 utilizador2

path = /docs



Como se pode constatar, o ficheiro está dividido em blocos iniciados por um nome compreendido por parêntesis rectos.

O bloco [global] contém as configurações globais do servidor. As configurações principais deste bloco são “netbios name” e “workgroup” em que é indicado o nome NetBios do servidor na rede (o nome com que o servidor será identificado na rede) e o Workgroup em que estará inserido. Adicionalmente poderá indicar uma “server string” como designação do servidor.


O bloco seguinte, “[homes]”, permite que todos os utilizadores tenha acesso às respectivas directorias pessoais, numa configuração simples e rápida. Para manter restringido acesso a estas directorias aos respectivos utilizadores, deverá incluir a linha “guest ok = no” de forma a não permitir o acesso não autenticado.


A linha “read only = no”, equivalente a “writeable = yes”, permite a escrita por parte dos utilizadores.


O bloco [docs] descreve uma partilha comum de uma directoria, neste caso/docs”, acessível apenas aos utilizadores “utilizador1” e “utilizador2” em que lhes é permitido ler e escrever nessa mesma pasta. É preciso ter em conta as permissões de sistema que cada utilizador possui para as directorias partilhadas. Neste caso, tanto o “utilizador1” como o “utilizador2” devem ter permissões de escrita na directoria/docs”.


Terminada a edição do ficheiro de configuração, ainda como root, deverá inicializar o serviço Samba. Para tal deverá executar os seguintes comandos:


/etc/init.d/nmd start

/etc/init.d/smb start


Sempre que efectuar alterações à configuração do servidor Samba deverá reinicializar os serviços executando os comandos:


/etc/init.d/nmd restart

/etc/init.d/smb restart



Para mais informações pode consultar:





    1. Servidor de Impressões (Samba)


Para aceder ao interface de configuração de um servidor de impressões deverá, tal como no servidor de ficheiro, clicar no separador “Servidores” e, de seguida, na opção “Samba – Servidor de Ficheiros SMB/CIFS” (figura 8.16).


De seguida poderá visualizar o interface de configuração do servidor Samba com a lista das diversas partilhas pré-definidas, os ícones de configurações globais e os ícones de configuração dos utilizadores Samba.


Por omissão, as impressoras dos diversos utilizadores já estão configuradas para serem acedidas remotamente.


Para uma correcta configuração do servidor de impressões deverá seguir os seguintes passos:


    1. Conversão de utilizadores de sistema para utilizadores Samba;

    2. Configuração do Windows Networking;

    3. Configuração da partilha;

    4. Configurações de acesso e segurança;

    5. Aplicação das configurações.


Indicamos também como pode efectuar essa configuração através da linha de comandos.


No entanto, uma vez que apenas o passo 3. e a configuração através da linha de comandos diferem dos passos explicados no capítulo anterior (Servidor de Ficheiros), passaremos a explicar apenas estes. Aconselha-se, no entanto, a ler os restantes passos de modo a configurar o servidor de impressões.



  1. Configuração da partilha


Neste passo iremos configurar a partilha de impressora. Para tal, clique na opção “Create a new printer share” (figura 8.27).


Neste momento poderá criar a sua partilha de impressora no interface semelhante ao representado na figura 8.28.



Figura 8.27: Criação de Partilha de Impressora I

O nome descrito em “Share Name” será o nome visível no cliente. Na opção “Unix Printer” poderá escolher a impressora que deseja partilhar da lista. O sistema Windows usa o disco para guardar informação antes de a enviar para a impressora, por isso deverá também indicar uma directoria que sirva no campo “Spool directory.


Figura 8.28: Criação de Partilha de Impressora

Para finalizar a criação da partilha deverá carregar no botão “Criar”. Caso deseje sair sem criar a partilha clique na opção “Voltar a share list”.



  1. Configuração através da linha de comandos


A configuração de um simples servidor de impressões utilizando apenas uma linha de comandos não é complicada. Assumimos que o servidor não requer autenticação e que a sua impressora está correctamente instalada através do interface do CUPS.


Neste exemplo, o nosso servidor de impressões irá enviar todos os trabalhos vindos da rede para/var/spool/samba” até o trabalho estar pronto para ser enviado pelo Samba para o processador de impressões CUPS. Neste caso, como todas as ligações serão feitas como utilizador anónimo (guest), será necessário:

    1. Criar um utilizador que actue como convidado (guest). Por exemplo, o utilizador “impressoes”.


    1. A directoria para a qual o Samba irá enviar o ficheiro deve poder ter permissões de escrita para a conta guest. Neste caso pode indicar a directoria “/home/impressoes”.


Abaixo encontra-se um exemplo do ficheiro de configuração do Samba (/etc/samba/smb.conf) que permite impressões anónimas:


[global]

guest account = impressoes

netbios name = cm

workgroup = SAMBA

server string = Linux CaixaMagica

security = SHARE

passdb backend = guest

cups options = raw

printing = cups

printcap name = cups


[printers]

comment = Todas as impressoras

path = /home/impressoes

guest ok = yes

printable = yes

browseable = no


Caso deseje configurar um servidor de impressões cujo uso seja restrito a um determinado número de utilizadores, pode utilizar a seguinte configuração:


[global]

load printers = yes

netbios name = cm

workgroup = SAMBA

server string = Linux CaixaMagica

cups options = raw

printing = cups

printcap name = cups


[HP]

path = /home/jorge

printer admin = utilizador1 utilizador2

browseable = yes

printable = yes

read only = yes

guest ok = no


De notar que na secção [HP] deve constar o nome da impressora tal como foi configurada no interface do CUPS.


Terminada a edição do ficheiro de configuração, ainda como root, deverá inicializar o serviço Samba. Para tal deverá executar os seguintes comandos:


/etc/init.d/nmd start

/etc/init.d/smb start


Sempre que efectuar alterações à configuração do servidor Samba deverá executar os comandos para reinicializar o serviço:


/etc/init.d/nmd restart

/etc/init.d/smb restart



Para mais informações consulte:




    1. Servidor FTP (vsftp)


Antes de prosseguir com a configuração de um servidor FTP (vsftp - Very Safe FTP) é necessário primeiro verificar se o serviço “xinetd” se encontra inicializado. Para tal pode utilizar quer o Lucas quer o xLucas (explicados nos capítulos 8.2 e 8.3 respectivamente).


Pode também utilizar o interface disponibilizado pelo CMWebmin, clicando no separador “Rede” e, de seguida, na opção “Xinetd – Serviços de Internet Extendidos” (figura 8.29).





Figura 8.29: Configuração de Serviços Xinetd

No interface de configuração dos serviços Xinetd deverá seleccionar o serviço de FTP e activá-lo carregando no botão “Enable Selected”, como mostrado na figura 8.30.



Figura 8.30: Activação do Serviço FTP

Após este passo, prosseguimos com a configuração do servidor FTP clicando no separador “Servidores” e depois na opção “Vsftpd – Servidor FTP”.

Figura 8.31: Servidor FTP I

Irá visualizar um interface de configuração do servidor FTP semelhante ao apresentado na figura 8.32.



Figura 8.32: Servidor FTP II

Iremos de seguida explicar os passos para configurar um servidor FTP:


    1. Configurações globais;

    2. Configuração de utilizadores anónimos;

    3. Configuração de utilizadores locais ou de sistema;

    4. Aplicação das configurações.


Será também explicado como efectuar estas configurações utilizando a linha de comandos.

  1. Configurações globais


Para configurar as opções globais do servidor clique em “Generally” (figura 8.32). Irá visualizar um ecrã semelhante ao da figura 8.33.


Figura 8.33: Configuração de opções gerais

O campo “File Unmask” permite-lhe atribuir as permissões que um utilizador remoto sobre os ficheiros colocados no servidor. O valor por omissão (campo de texto em branco) é 077, mas por razões de segurança é aconselhável que coloque 022 (sendo esta a configuração mais usada em servidores FTP).


As configurações dos campos “Idle session timeout” e “Data connection timeout” poderão manter-se. Se quiser, pode indicar um utilizador único sem qualquer tipo de privilégio, inserindo-o no campo “FTP username”.


No fim de configurar as opções gerais carregue no botão “save changes”. Caso deseje voltar sem guardar as suas alterações clique na opção “Voltar a vsftpd”.



  1. Configuração de utilizadores anónimos


De seguida deverá configurar qual o serviço prestado a utilizadores anónimos. Para tal clique em “Anonymous FTP” (figura 8.32) e visualizará o interface de configuração do servidor para utilizadores anónimos (figura 8.34).




Figura 8.34: Configuração de utilizadores anónimos

Caso não pretenda permitir o acesso a utilizadores anónimos deverá seleccionar a opção “No” em “Anonymous Enable”.


Caso pretenda que utilizadores anónimos gravem ficheiros no seu servidor, deverá seleccionar a opção “Yes” em “Anonymous can upload”.


Para que os utilizadores anónimos possam criar directorias no seu servidor, deverá seleccionar a opção “Yes” em “Anonymous can make Dirs”.


Poderá ver, através de um navegador de Internet, que os utilizadores anónimos terão apenas acesso ao conteúdo presente na directoria/srv/ftp”.


No fim de configurar as opções de acesso anónimo carregue no botão “Save Changes”. Caso deseje voltar sem guardar as suas alterações clique na opção “Voltar a vsftpd”.



  1. Configuração de utilizadores locais ou de sistema


Para configurar o acesso aos utilizadores de sistema deverá carregar em “Local User” (figura 8.32) de forma a ter acesso a um interface semelhante ao da figura 8.35.


Caso não pretenda permitir o acesso autenticado a utilizadores de sistema deverá seleccionar a opção “No” em “Enable local users”.


Figura 8.35: Configuração de utilizadores do sistema

Para que os utilizadores fiquem limitados à sua directoria pessoal (home), deverá seleccionar a opção “Yes” em “Chroot Local users”.


No caso de não pretender que os utilizadores tenham permissões de escrita, deverá seleccionar a opção “No” em “Local users can write”.


Utilizando um navegador de Internet, poderá efectuar uma ligação autenticada através de um utilizador inserindo o seguinte URL na barra de endereços:


ftp://nome_utilizador@endereço_servidor


Poderá verificar que terá acesso à directoria pessoal desse utilizador.


Após configurar as opções de acesso por parte de utilizadores de sistema, carregue no botão “Save Changes”. Caso deseje voltar sem guardar as suas alterações clique na opção “Voltar a vsftpd”.



  1. Aplicação das configurações


Após ter efectuado todas as suas configurações, deverá carregar no botão “Restart Vsftpd Server”.





Figura 8.36: Botão para reinicializar o serviço FTP


  1. Configuração através da linha de comandos


Antes de configurar o seu servidor FTP utilizando a linha de comandos deverá activar o serviço FTP através xinetd.


Para tal, como root, deverá editar o ficheiro “/etc/xinetd.d/vsftpd” apresentado de seguida:


# default: off

# description:

# The vsftpd FTP server serves FTP connections. It uses

# normal, unencrypted usernames and passwords for authentication.

# vsftpd is designed to be secure.

service ftp

{

socket_type = stream

protocol = tcp

wait = no

user = root

server = /usr/sbin/vsftpd

disable = no

}


Apenas terá de alterar a linha “disable = yes” para “disable = no”. Guarde as alterações e feche o ficheiro.


De seguida, ainda como root, inicialize o serviço xinetd com o comando:


/etc/init.d/xinetd start


Agora que o serviço FTP está activo, deverá editar o ficheiro de configuração do Vsftp: “/etc/vsftp.conf”.


Ao editar este ficheiro encontrará linhas explicativas das diversas opções, que serão ignoradas pelo servidor dado que se encontram comentadas. O ficheiro deverá deverá ter um conteúdo semelhante ao seguinte:


# Global Settings

#write_enable=YES

dirmessage_enable=YES


# Local FTP user Settings


#local_enable=YES

#local_umask=022

#chroot_local_user=YES

#local_max_rate=7200


# Anonymus FTP user Settings


anonymous_enable=YES

#anon_upload_enable=YES

#anon_umask=022

#anon_mkdir_write_enable=YES

#anon_other_write_enable=YES

#anon_max_rate=7200


# Log Settings


xferlog_enable=YES

#xferlog_file=/var/log/vsftpd.log

xferlog_std_format=YES


# Transfer Settings


connect_from_port_20=YES

#idle_session_timeout=600

#data_connection_timeout=120


# PAM setting. Do NOT change this unless you know what you do!


pam_service_name=vsftpd


De seguida serão explicadas cada uma das secções:










Após ter alterado o ficheiro de configuração, deverá reinicializar o serviço xinetd executando os seguintes comandos:


/etc/init.d/xinetd stop

/etc/init.d/xinetd start


Cada vez que efectuar alterações à configuração do servidor, o serviço deverá ser reinicializado.


Para mais informações consulte os seguintes exemplos de ficheiros de configuração:



Pode ainda consultar o manual executando o seguinte comando:


man vsftpd.conf







    1. Servidor DHCP


Para aceder ao interface de configuração de um servidor DHCP deverá clicar, no menu lateral, na secção “Servidores” e, de seguida, na opção “DHCP - Servidor” (figura 8.37).



Figura 8.37: Servidor DHCP

De seguida poderá visualizar o interface de configuração do servidor DHCP com a lista das diversas sub-redes pré-definidas (figura 8.38). Caso alguma delas coincida com uma sub-rede que lhe interesse poderá aproveitá-la, caso contrário poderá apagá-las.


Para apagar uma sub-rede, clique no seu ícone e, no interface de configuração da mesma, carregue no botão “Apagar”. Faça isto para todas as sub-redes, exceptuando as que lhe interessam.

De seguida crie as sub-redes necessárias. Para tal clique na opção “Adicionar nova sub-rede”.






Figura 8.38: Subredes e Redes Partilhadas

No interface de criação de uma sub-rede apenas deverá indicar o endereço da rede, a máscara de rede e o alcance dos endereços (figura 8.39).



Figura 8.39: Interface para adicionar uma sub-rede

A maioria das configurações necessita apenas que se insira o endereço de rede (neste caso 192.168.0.0), o alcance dos endereços (de 192.168.0.1 a 192.168.0.253) e a máscara de rede (neste caso 255.255.255.0).


Após ter inserido os parâmetros necessários, carregue no botão “Criar”. Caso não deseje criar uma nova sub-rede, clique na opção “Voltar a lista de sub-redes”.


Voltando ao interface principal de configuração do servidor, na área de “Anfitriões e grupos de Anfitrião” poderá encontrar anfitriões pré-definidos (figura 8.40). Estes poderão ser apagados caso verifique que não coincidem com nenhum anfitrião que pretenda implementar.


Figura 8.40: Anfitriões e Grupos de Anfitrião

Para apagar um anfitrião clique no seu ícone e, no interface de configuração deste, carregue no botão “Apagar”. Faça isto para todas os anfitriões, exceptuando os que lhe interessam.


A declaração de anfitriões proporciona um método para especificar informações explícitas sobre uma máquina em particular quando esta requer os serviços do servidor de DHCP. Esta declaração pode passar por simplesmente assegurar um IP fixo para essa máquina, especificar um ficheiro de boot e um servidor de boot, endereço IP, hostname, e todas as informações necessárias para uma estação de trabalho sem disco. Não serão feitas nenhuma dessas configurações neste manual.


O próximo passo será configurar as opções gerais do servidor. Para tal carregue no botão “Editar Opções Gerais(1) no ecrã principal como indicado na figura 8.41.


De seguida visualizará o interface de configuração das opções gerais. Numa configuração simples, grande parte dos parâmetros presentes neste interface poderão ser ignorados. Serão apresentados os mais comuns para uma configuração básica.



Figura 8.41: Botão de configurações gerais

As configurações mais importantes encontram-se presentes na figura 8.42 e são as seguintes:




Figura 8.42: Algumas configurações gerais

Mais abaixo pode encontrar os seguintes parâmetros presentes na figura 6.43:


Figura 8.43: Configurações de temporização

Tendo terminado a configuração dos parâmetros, deverá carregar no botão “Gravar”. Caso não deseje gravar as suas alterações clique na opção “Voltar a índex”.


O próximo passo será configurar o servidor a partir do qual irá escutar a rede e disponibilizar os seus serviços. Para tal carregue no botão “Edit Network Interface” como indicado na figura 8.41 no passo (2).


Depois apenas é necessário escolher qual o interface de rede que a utilizar e carregar no botão “Gravar”, como pode ver na figura abaixo:



Figura 8.44: Configuração do interface de rede

Após de ter efectuado todas as configurações, deverá carregar no botão “Iniciar Servidor”, indicado na figura 8.41 no passo (3).

Configurando o servidor DHCP através de uma linha de comandos primeiro edite, como root, o ficheiro “/etc/dhcpd.conf” que deverá ter um conteúdo semelhante ao seguinte:


option routers 192.168.0.254;


option domain-name "example.org";

option domain-name-servers 192.168.0.250;


default-lease-time 600;

max-lease-time 7200;


# if you do not use dynamical DNS updates:

#

# this statement is needed by dhcpd-3 needs at least this statement.

ddns-update-style none;


subnet 192.168.0.0 netmask 255.255.255.0 {

range 192.168.0.1 192.168.0.253;

}


As linhas comentadas (precedidas pelo caracter #) serão ignoradas pelo dhcpd, ou seja, é como se não estivessem presentes.


Explicando um pouco o conteúdo deste ficheiro, temos:


As linhas


subnet 192.168.0.0 netmask 255.255.255.0 {

range 192.168.0.1 192.168.0.253;

}


indicam a sub-rede a ser servida (neste caso 192.168.0.0), a sua máscara de rede (neste caso 255.255.255.0) e o alcance dos endereços (neste caso de 192.168.0.1 a 192.168.0.253).


Após ter escrito as configurações desejadas e gravado o ficheiro, deverá indicar qual o interface de rede a utilizar pelo servidor. Para tal,edite o ficheiro “/etc/sysconfig/dhcpd” e procure uma linha começada por “DHCPD_INTERFACE=”. Nessa linha irá indicar qual o interface de rede que deseja utilizar para o servidor DHCP, por exemplo:


DHCPD_INTERFACE=eth0


Após ter realizado estas alterações, pode iniciar o seu servidor DHCP executando o comando:


/etc/init.d/dhcpd start


Caso o seu servidor já tenha sido inicializado e tenha efectuado alterações à configuração do servidor, deverá executar o comando:


/etc/init.d/dhcpd restart



Para mais informações consulte:





  1. Glossário

Gestor de Janelas - O gestor de janelas (Windows Manager) é aplicação responsável pela gestão das várias aplicações gráficas, a forma como estas se comportam no desktop e como se relacionam entre si. Exemplos de gestores de janelas: FVWM95, Window Maker, KWM, Enlightment, etc...


Imagem - O termo "imagem" - no contexto da disquete de arranque - tem como significado o ficheiro que irá ser copiado para dentro da disquere e que é uma imagem de um pequeno sistema operativo.


GRUB - O GRUB (GRand Unified Bootloader) é um programa que no arranque do computador oferece a possibilidade ao utilizador de escolher entre o sistema operativo com que deseja encontrar dentro dos que este tem instalado no computador. Existem outros programas com a mesma função como o LOADLIN (para DOS) ou o LILO (LInux LOader).


Licas - O Licas ([L]icas é o [I]nstalador de [C]onfiguração e [A]rranque do [S]istema) é o instalador da Caixa Mágica desenvolvido em modo texto. Concretamente, implementado sobre a biblioteca Newt.


Linux - O Linux é um Sistema Operativo. Mais concretamente, é o "kernel" (núcleo) que faz o interface erntre a máquina (hardware) e as aplicações (software).


Login - O termo Login pode ser aplicado em dois sentidos. Login é a palavra que serve de identificação de entrada no sistema. Mas, por outro lado, Login também é o acto de entrar no sistema após a validação correcta da senha (password).


Lucas - O Lucas ([L]ucas é o [U]tilitário de [C]onfiguração de [A]dministração de [S]istema) é programa que permite ao utilizador com privilégios especiais (root) configurar o sistema a partir desta aplicação modo texto.


LVM – O [L]ogical [V]olume [M]anager é uma ferramentade gestão de volumes lógicos que permite uma melhor gestão dos discos e partições e oferece mais flexibilidade na alocação de espaço para aplicações e utilizadores.


Network Manager – Ferramenta de monitorização e selecção de ligações à rede.


Ponto de montagem - O ponto de montagem, ou mounting point, informa-nos sobre o local onde uma partição irá ser montada. No Linux todas as partições e dispositivos encontram-se disponíveis sob a forma de directorias dispostas numa única árvore. Assim, não existe a noção de drive A: ou C:, mas antes de directorias. A drive de disquetes encontra-se geralmente "montada" (isto é, disponível) em "/media/floppy" e o CD-ROm em "/media/cdrom", na mesme árvire de directorias.


Partição - Esta é uma parte autónoma do disco rígido, sendo este composto por uma ou mais partições, primárias ou extendidas. O número máximo de partições primárias por disco é de quatro. Um sistema operativo tem de ser instalado numa partição primária.


xLicas - é a versão em modo gráfico (X) do Licas.


xLucas - é a versão em modo gráfico (X) do Lucas.





  1. Condições de suporte do Linux Caixa Mágica 11

    1. Suporte via Web


O suporte é dado num período máximo de 48 horas durante os dias úteis e limitado a 10 incidentes (sequência de 10 perguntas-repostas).

As respostas podem ser consultadas na área personalizada da Rede de Conhecimento.

O suporte inclui respostas a:


O suporte não inclui respostas a:

A equipa do Linux Caixa Mágica não pode assegurar a eficácia das respostas na resolução do problema.



    1. Suporte via Telefone



O suporte é dado no período:
- 9:30 às 13:00
- 14:30 às 18:00
de dias úteis.

O limite do suporte telefónico é de 30 minutos, válido durante os 60 dias seguintes à aquisição do produto (validado pela data do recibo do mesmo).


As respostas podem ser consultadas na área personalizada da Rede de Conhecimento.

O suporte inclui respostas a:

O suporte não inclui respostas a:

A equipa do Linux Caixa Mágica não pode assegurar a eficácia das respostas na resolução do problema.


  1. Licença Pública Creative Commons

A Caixa Mágica Software disponibiliza o conteúdo deste manual sob licença Creative Commons de acordo com as condições abaixo apresentadas.


Excertos do texto poderão ter origem no site ContribDoc (http://contribdoc.caixamagica.pt) respeitando a licença por eles abrangida.





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  2. to create and reproduce Derivative Works;

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  4. to distribute copies or phonorecords of, display publicly, perform publicly, and perform publicly by means of a digital audio transmission Derivative Works.

  5. For the avoidance of doubt, where the work is a musical composition:

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  7. Webcasting Rights and Statutory Royalties. For the avoidance of doubt, where the Work is a sound recording, Licensor waives the exclusive right to collect, whether individually or via a performance-rights society (e.g. SoundExchange), royalties for the public digital performance (e.g. webcast) of the Work, subject to the compulsory license created by 17 USC Section 114 of the US Copyright Act (or the equivalent in other jurisdictions).



The above rights may be exercised in all media and formats whether now known or hereafter devised. The above rights include the right to make such modifications as are technically necessary to exercise the rights in other media and formats. All rights not expressly granted by Licensor are hereby reserved.



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  2. If you distribute, publicly display, publicly perform, or publicly digitally perform the Work or any Derivative Works or Collective Works, You must keep intact all copyright notices for the Work and provide, reasonable to the medium or means You are utilizing: (i) the name of the Original Author (or pseudonym, if applicable) if supplied, and/or (ii) if the Original Author and/or Licensor designate another party or parties (e.g. a sponsor institute, publishing entity, journal) for attribution in Licensor's copyright notice, terms of service or by other reasonable means, the name of such party or parties; the title of the Work if supplied; to the extent reasonably practicable, the Uniform Resource Identifier, if any, that Licensor specifies to be associated with the Work, unless such URI does not refer to the copyright notice or licensing information for the Work; and in the case of a Derivative Work, a credit identifying the use of the Work in the Derivative Work (e.g., "French translation of the Work by Original Author," or "Screenplay based on original Work by Original Author"). Such credit may be implemented in any reasonable manner; provided, however, that in the case of a Derivative Work or Collective Work, at a minimum such credit will appear where any other comparable authorship credit appears and in a manner at least as prominent as such other comparable authorship credit.



5. Representations, Warranties and Disclaimer

UNLESS OTHERWISE MUTUALLY AGREED TO BY THE PARTIES IN WRITING, LICENSOR OFFERS THE WORK AS-IS AND MAKES NO REPRESENTATIONS OR WARRANTIES OF ANY KIND CONCERNING THE WORK, EXPRESS, IMPLIED, STATUTORY OR OTHERWISE, INCLUDING, WITHOUT LIMITATION, WARRANTIES OF TITLE, MERCHANTIBILITY, FITNESS FOR A PARTICULAR PURPOSE, NONINFRINGEMENT, OR THE ABSENCE OF LATENT OR OTHER DEFECTS, ACCURACY, OR THE PRESENCE OF ABSENCE OF ERRORS, WHETHER OR NOT DISCOVERABLE. SOME JURISDICTIONS DO NOT ALLOW THE EXCLUSION OF IMPLIED WARRANTIES, SO SUCH EXCLUSION MAY NOT APPLY TO YOU.



6. Limitation on Liability. EXCEPT TO THE EXTENT REQUIRED BY APPLICABLE LAW, IN NO EVENT WILL LICENSOR BE LIABLE TO YOU ON ANY LEGAL THEORY FOR ANY SPECIAL, INCIDENTAL, CONSEQUENTIAL, PUNITIVE OR EXEMPLARY DAMAGES ARISING OUT OF THIS LICENSE OR THE USE OF THE WORK, EVEN IF LICENSOR HAS BEEN ADVISED OF THE POSSIBILITY OF SUCH DAMAGES.



7. Termination

  1. This License and the rights granted hereunder will terminate automatically upon any breach by You of the terms of this License. Individuals or entities who have received Derivative Works or Collective Works from You under this License, however, will not have their licenses terminated provided such individuals or entities remain in full compliance with those licenses. Sections 1, 2, 5, 6, 7, and 8 will survive any termination of this License.

  2. Subject to the above terms and conditions, the license granted here is perpetual (for the duration of the applicable copyright in the Work). Notwithstanding the above, Licensor reserves the right to release the Work under different license terms or to stop distributing the Work at any time; provided, however that any such election will not serve to withdraw this License (or any other license that has been, or is required to be, granted under the terms of this License), and this License will continue in full force and effect unless terminated as stated above.



8. Miscellaneous

  1. Each time You distribute or publicly digitally perform the Work or a Collective Work, the Licensor offers to the recipient a license to the Work on the same terms and conditions as the license granted to You under this License.

  2. Each time You distribute or publicly digitally perform a Derivative Work, Licensor offers to the recipient a license to the original Work on the same terms and conditions as the license granted to You under this License.

  3. If any provision of this License is invalid or unenforceable under applicable law, it shall not affect the validity or enforceability of the remainder of the terms of this License, and without further action by the parties to this agreement, such provision shall be reformed to the minimum extent necessary to make such provision valid and enforceable.

  4. No term or provision of this License shall be deemed waived and no breach consented to unless such waiver or consent shall be in writing and signed by the party to be charged with such waiver or consent.

  5. This License constitutes the entire agreement between the parties with respect to the Work licensed here. There are no understandings, agreements or representations with respect to the Work not specified here. Licensor shall not be bound by any additional provisions that may appear in any communication from You. This License may not be modified without the mutual written agreement of the Licensor and You.






Índice remissivo

3

3G 211, 212

A

adsl 54, 56

ADSL 22, 56, 57, 67, 69, 70, 188, 202-206

apache 228

Apache 221-223, 226, 228, 270, 271

B

BIOS 34, 35, 183

bluetooth 218

Bluetooth 218, 219

D

dhcp 267

DHCP 54, 67, 68, 198, 221, 261, 263-267

F

ftp 254-256

FTP 221, 250-253, 256-259

G

GDM 83, 84, 87, 119

Gnome 19, 47, 70, 87, 88, 119, 120, 123, 124, 127, 128, 133, 135

grub 178, 185

Grub 20, 74

GRUB 49-51, 58, 73-75, 77, 180-182, 185, 268

I

iso 146

ISO 145, 146

K

KDE 19, 47, 70, 87-90, 94, 95, 98-102, 107, 109, 110, 112, 158, 159

KDM 83, 87, 89

L

Licas 35-59, 87, 268, 269

linux 64

Linux 3, 5, 19, 20, 33, 34, 36, 37, 40-42, 50, 51, 58, 60-62, 64, 74, 75, 77, 79-83, 86, 88, 89, 95, 114, 119, 141, 178, 179, 236, 245, 249, 268-271

lvm 44

LVM 44, 268

M

MBR 50, 58, 74, 77

N

Network Manager 197, 198, 269

P

partições 19, 39-46, 49, 61-66, 74, 110, 268, 269

Partições 19, 20, 40, 44, 46, 62, 64

ponto de montagem 42-45, 50, 64-66, 74, 269

Ponto de montagem 269

postfix 230, 233-236, 238

Postfix 228-238, 270, 271

R

repositórios 46, 48, 70-72, 167-170, 175

Repositórios 47, 70, 71, 169, 170

S

samba 245, 246, 248-250

Samba 238, 239, 241, 244-250

SAMBA 245, 249

Synaptic 154, 155, 166, 167, 170-172, 174, 176, 215

V

vsftp 250, 256

Vsftp 256

X

X-Windows 86, 87, 186, 187

XDM 87

xinetd 216, 217, 250, 256, 260

Xinetd 218, 250, 251

xLicas 20, 34, 36, 59-65, 67-79, 87, 269

xLucas 28, 56, 61, 70, 83-85, 90, 95, 166, 177-180, 185, 195, 206, 210, 212, 215, 250, 269-271

Z

Zapp 209, 210

1- As informações dadas para CD são totalmente aplicáveis a DVD.

2 Tudo em minúsculas

3 xLucas – x [L]ucas é o [U]tilitário de [C]onfiguração e [A]dministração de [S]istema

4 O xLucas será explicado em detalhe num outro capítulo

5 Ver glossário

6 Mais tarde, será explicado o verdadeiro significado desta expressão.

7 Ver glossário