Linux Caixa Mágica

Desktop 8.1 Pro

Manual de Instalação





http://www.caixamagica.pt


Janeiro 2004 – Versão 1.0





Ficha técnica:


Título: Caixa Mágica Desktop 8.1, Versão 1.0

Autores: Hugo Silveira, Flávio Moringa, Paulo Trezentos, Susana Nunes


Caixa Mágica, Lisboa 2004


ISBN 972-8862-01-6


Índice

1. Como utilizar este livro

2. Arranque do Instalador

3. Instalação

3.1. Licas – Modo Texto

3.2. xLicas – Modo gráfico

4. Conclusão da Instalação

5. Primeira Utilização

5.1. Primeiro arranque

5.2. Conceitos Fundamentais

5.2.1. Utilizador e Superutilizador (root)

5.2.2. Adicionar/Remover Utilizadores

5.3. Entrar no Sistema (Login)

5.3.1. Login em modo texto

5.3.2. Login em modo gráfico

6. Glossário

7. Licença GPL

8. Índice remissivo


Índice de Figuras

Figura 2.1: Imagem que antecede o arranque

Figura 3.1: Primeiro ecrã do Licas (instalador)

Figura 3.2: Primeiro ecrã do xLicas (instalador)

Figura 3.3: Ecrã Idioma

Figura 3.4: Ecrã Ajuda - ajuda

Figura 3.5: Ecrã Selecção Rato

Figura 3.6: Ecrã Outros Ratos

Figura 3.7: Ecrã Teste Rato

Figura 3.8: Ecrã Teclado

Figura 3.9: Ecrã Fuso Horário

Figura 3.10: Ecrã Tipo de Particionamento

Figura 3.11: Ecrã Tipo de Particionamento - automático

Figura 3.12: Ecrã Tipo de Particionamento - manual

Figura 3.13: Ecrã Particionamento Manual - Editar

Figura 3.14: Ecrã Particionamento Manual - Apagar

Figura 3.15: Ecrã Tipo de Instalação

Figura 3.16: Ecrã Instalando Pacotes

Figura 3.17: Configuração LILO

Figura 3.18: Configuração LILO - Manual I

Figura 3.19: Configuração LILO - Manual II

Figura 3.20: Ecrã Password root

Figura 3.21: Ecrã Introdução utilizadores

Figura 3.22: Ecrã Disquete de arranque

Figura 3.23: Ecrã Hardware detectado

Figura 3.24: Ecrã Configuração modem

Figura 3.25: Ecrã Final de instalação

Figura 3.26: Quatro áreas de navegação essenciais

Figura 3.27: Ecrã Idioma

Figura 3.28: Ecrã Teclado

Figura 3.29: Ecrã Fuso Horário

Figura 3.30: Ecrã Tipo de Particionamento

Figura 3.31: Ecrã Tipo de Particionamento - automático

Figura 3.32: Ecrã Particionamento Manual

Figura 3.33: Ecrã Particionamento Manual - Editar

Figura 3.34: Ecrã Particionamento Manual - Redimensionar

Figura 3.35: Ecrã Criando partições

Figura 3.36: Ecrã Tipo de instalação

Figura 3.37: Ecrã Escolha de Categorias

Figura 3.38: Ecrã LILO

Figura 3.39: Configuração LILO - Manual I

Figura 3.40: Configuração LILO - Manual II

Figura 3.41: Ecrã Password root

Figura 3.42: Ecrã Confirmação palavra-passe válida

Figura 3.43: Ecrã Introdução utilizadores

Figura 3.44: Ecrã Criação de disquete de arranque

Figura 3.45: Ecrã de finalização de instalação

Figura 3.46: Ecrã finalização - instalação pacotes

Figura 5.1: Primeiro arranque I

Figura 5.2: Primeiro arranque II

Figura 5.3: Primeiro arranque III

Figura 5.4: Login no sistema

Figura 5.5: Gestão de utilizadores

Figura 5.6: Adicionar utilizador

Figura 5.7: Login em modo texto (consola)


Índice de tabelas

Tabela 1.1: Convenções e Acções



1. Como utilizar este livro

A tabela seguinte descreve, além de algumas convenções, as acções mais importantes que são propostas aos utilizadores:


Convenção/Acção

Descrição

Itálico

Palavras em inglês

Negrito

Enfatizar palavras importantes e aplicações

Fonte Terminal

Comandos e localizações (caminho) dentro do sistema

Quadro cinza

Dicas/Notas/Avisos

Botão Direito do Rato

Normalmente utilizado para aceder aos menus de contextos, que são menus que contêm as principais configurações/funções do item seleccionado

Duplo clique

Clicar duas vezes seguidas com o botão esquerdo do rato ou primeiro botão

Tabela 1.1: Convenções e Acções


2. Arranque do Instalador

Para instalar a Caixa Mágica deverá ter em seu poder:


Nesse momento, precisa de inserir o CD-ROM no respectivo leitor e reiniciar o computador. Apesar de neste manual se referia apenas ao CDROM, a utilização de DVD é aconselhável no caso de um leitor do mesmo se encontrar no computador.


A instalação da Caixa Mágica é feita através de um programa chamado xLicas. Esse programa é responsável por preparar e guiar o utilizador na instalação, encontrando-se o mesmo no CD-ROM da distribuição Caixa Mágica.


Para o executar, insira o CD da Caixa Mágica no leitor de CD-ROM’s e reiniciar o computador.


Se o computador não for muito antigo (tiver aproximadamente menos de quatro anos...) então deverá arrancar com o instalador a partir do DVD ou CD-ROM.


Saberá que o arranque foi bem sucedido se aparecer a imagem da figura 2.1 no ecrã.


Se a imagem não aparecer após o reiniciar do computador e este tiver arrancado com o sistema operativo usual, isso significa que uma de duas situações se verifica:



Figura 2.1: Imagem que antecede o arranque


No caso de o seu computador não estar configurado para na sequência de arranque ler do CD-ROM isso significa que deverá proceder a algumas alterações na BIOS. A BIOS é o chip, ou seja, o circuito integrado que de entre outras funções está encarregue de chamar o primeiro programa a ser executado.


A sequência de arranque da BIOS é geralmente: disquete, disco. Isto é, numa primeira fase tentar arrancar de disquete, e numa segunda fase e apenas se a primeira falhar arrancar do disco.


Neste caso, interessa-nos arrancar na seguinte sequência: CD-ROM, disco, disquete. Em primeiro lugar, deve estar o CD-ROM, porque é aí que se encontra o instalador do Caixa Mágica.


Para proceder a esta configuração deverá no arranque do computador entrar para o software e configuração da BIOS. A forma de entrar neste software varia de computador para computador, mas geralmente é efectuado através da pressão da tecla “escape”, “F1” ou “delete” no arranque do PC.

Depois de entrar no software da BIOS, deverá encontrar a opção da sequência de arranque. Esta opção varia mais uma vez de fabricante para fabricante mas é vulgar estar presente sobre a designação “Boot sequence”. Após ter colocado o CD-ROM em primeiro lugar dessa opção, deverá gravar, sair e reiniciar o computador.



3. Instalação

A instalação da Caixa Mágica é realizada pelo Licas – (L)icas é o (I)nstalador de (C)onfiguração e (A)rranque do (S)istema.


O Licas é um instalador que acompanha o utilizador pelos passos necessários à instalação e à configuração do sistema operativo.


Existem duas versões do Licas, uma implementada em modo texto e outra em modo gráfico.


A versão modo texto, a que carinhosamente chamámos Licas, tem exactamente as mesmas funcionalidades que a versão em modo gráfico, mas é destinada a computadores com características técnicas mais fracas. Se durante o arranque do instalador lhe for colocado um ecrã a lembrar os antigos programas DOS, é esse o caso (figura 3.1).



Figura 3.1: Primeiro ecrã do Licas (instalador)


Por outro lado, para os computadores mais modernos, a Caixa Mágica disponibiliza uma versão do instalador que aproveita os recursos gráficos mais avançados, o xLicas (o “x” vem do facto de correr em X, o ambiente de janelas do Linux).

Cada uma das versões do instalador vai ser tratada em detalhe nas próximas secções.



Figura 3.2: Primeiro ecrã do xLicas (instalador)


3.1. Licas – Modo Texto


O Licas é o instalador da Caixa Mágica desenvolvido em modo texto. Concretamente, implementado sobre a biblioteca Newt.


A instalação da Caixa Mágica é realizada através de um número reduzido de passos. O passo actual é identificado pelo número com cor diferente no rodapé da aplicação do lado esquerdo (figura 3.2).


O primeiro ecrã, o de boas vindas, é representado na figura 2.1. Para seguir na instalação deverá pressionar a tecla “Enter” quando o botão activo for o “Continuar”.


A Navegação dentro do Licas é bastante simples e intuitiva. Aqui ficam algumas ajudas.


  • Ajuda – todos os ecrãs têm ajuda e esta pode ser visualizada através da tecla “F1”;


  • Esquerda – para deslocar o botão activo para a esquerda, deverá pressionar a tecla de cursos “esquerda” (representado no teclado por uma seta);


  • Direita – para deslocar o botão activo para a direita deverá pressionar a tecla de cursor “direita” (representado no teclado por uma seta). Em alternativa poderá utilizar o TAB (tecla localizada na parte direita do teclado com duas setas em sentidos opostos).


  • Seleccionar – se desejar seleccionar uma opção deverá pressionar a “barra” de espaços.


  • Sair da instalação – para sair da instalação deverá escolher o botão “sair” em cada um dos ecrãs.


  • Voltar ao ecrã anterior – para regressar ao ecrã anterior ao actual, deverá escolher o botão voltar. Por razões técnicas, nem sempre é possível esta opção estar presente.


O segundo ecrã do Licas destina-se à configuração do idioma de instalação. Deverá optar pela opção correspondente ao idioma em que prefere que a instalação decorra.


Como atrás foi dito, poderá ter acesso à ajuda de cada ecrã, pressionando a tecla “F1”. A figura 3.4 é um exemplo dessa ajuda.



Figura 3.3: Ecrã Idioma




Figura 3.4: Ecrã Ajuda - ajuda



O ecrã de selecção de rato (mouse) permite escolher o tipo de rato que o seu sistema possui. Por omissão, é apresentado o tipo de rato que foi detectado e que deve ser adequado ao seu sistema.


Contudo a detecção é falível pelo que se tiver a certeza sobre o tipo de rato que possui deverá escolhê-lo aqui.


Se possuir um tipo de rato que não se encontra neste menu, escolha “Outros tipos de rato” para ter acesso ao próximo ecrã. Se não escolheu esta opção saltará imediatamente para um ecrã semelhante ao apresentado na figura 3.5.



Figura 3.5: Ecrã Selecção Rato


No ecrã da figura 3.6 tem uma lista mais vasta de tipos de ratos, para selecções mais complicadas. Se tiver dúvidas, consulte o manual que acompanha o seu rato ou o sítio Internet do fabricante do mesmo.



Figura 3.6: Ecrã Outros Ratos



Para identificar o tipo de rato pode seguir as seguintes pistas:


  • Rato Série – este tipo de rato era mais vulgar há alguns anos. Encontra-se predominantemente nos computadores mais antigos e, como o nome indica, está ligado à porta série (RS 232) do computador. Esta porta tem os pinos dispostos na horizontal, com duas fileiras. A fileira de baixo tem 4 pinos e a de cima 5. A porta série do PC é macho e a do rato é fêmea.


  • Rato PS/2 – este rato também já se encontra um pouco desactualizado nem equipa já os computadores de origem. Tem uma ficha horizontal (igual à do teclado) que também é conhecido por minidim ou de 9 contactos.

  • Rato PS/2 com roda – igual ao anterior mas com uma roda como botão do meio.


  • Rato USB – o rato USB é o rato mais vulgar nos dias mas que se começa a encontrar em computadores mais recentes. A ficha é achatada e encaixada num slot horizontal do PC. Esta opção aplica-se a Ratos USB com e sem roda.


Após a configuração por parte do utilizador do rato, este pode ser testado. Se ao movimentar o rato, o cursor circula no ecrã isso é sinal que foi bem configurado e poderá “seguir” na instalação. Os ratos USB não conseguem ser testados neste passo mas apenas no final.


Se tiver existido algum problema, tem a opção de retornar atrás para escolher um outro rato ou avançar mesmo com o anteriormente escolhido e não detectado.

Após a configuração de rato, é necessário configurar o teclado.



Figura 3.7: Ecrã Teste Rato


Consoante a configuração do teclado, poderá ter acesso ou não à acentuação característica da língua portuguesa.



Figura 3.8: Ecrã Teclado



Figura 3.9: Ecrã Fuso Horário


Neste ecrã poderá definir qual o seu fuso horário consoante a sua localização geográfica. A hora do seu computador será estabelecida em função da sua escolha.


Chegada a esta parte da instalação é necessário definir como o disco rígido irá estar organizado. Para isso, são definidas partições.



Figura 3.10: Ecrã Tipo de Particionamento


Existem duas formas de definir partições: Automática ou Manual. A primeira (automática) é aconselhável quando se tem um disco especificamente destinado ao Linux Caixa Mágica. Utilizadores iniciados que tenham um disco só para Linux deverão seleccionar essa hipótese. Quem quiser instalar a Caixa Mágica num computador com outro sistema operativo previamente instalado e que o deseje manter, não deverá escolher a opção “Particionamento automático”.


No particionamento automático, os discos rígidos instalados no seu computador são automaticamente detectados. Deverá escolher aquele em que pretende instalar a Caixa Mágica. Depois de escolher e confirmar, o Licas irá particioná-lo e formatá-lo.



Figura 3.11: Ecrã Tipo de Particionamento - automático


O particionamento manual envolve a definição das partições individualmente e por parte do utilizador. Na janela “Partições detectadas” encontrará os diferentes discos identificados (primeira coluna). Cada disco tem assignado as partições que o compõem, distinguíveis por estarem ligeiramente indentadas. No topo da janela, tem informação relativa aos discos encontrados.


A figura 3.12 revela-nos que na instalação em causa tinha sido detectado um disco (disco 1, sendo este disco composto por três partições.


Sobre cada partição existe quatro colunas com informação. A primeira coluna, “Disco/part” dá-nos a designação da partição propriamente dita. Por exemplo, “hda1”.



Figura 3.12: Ecrã Tipo de Particionamento - manual


A segunda coluna informa-nos sobre o local onde essa partição irá ser montada. Cada partição é montada sobre uma localização específica onde o utilizador poderá mais tarde acedê-la. No Linux, apenas é obrigatória haver uma partição cujo ponto de montagem (mounting point) é a “/” (lê-se “root”). É bastante vulgar haver partições cujo ponto de montagem é a directoria “/boot” ou “/home”.


O sistema de ficheiros utilizado para formatar essa partição é dado pela terceira coluna, “SistemaFich”. O sistema de ficheiros vulgarmente utilizado em Linux é “Ext3”, ou seja, Extended 3. Utilize este sistema para uma partição Linux com tamanho superior a 120 MB ou “Ext2” para partições pequenas.


Por fim, temos o tamanho que essa partição possui, em MegaBytes.


Existem quatro operações que pode realizar sobre uma partição: adicionar, editar, apagar e ajustar.


Com esta opção, “encolherá” a primeira partição dando lugar a espaço onde poderá criar uma segunda. Note-se que para a encolher, terá de ter espaço disponível nessa partição. Se por exemplo precisar de encolhê-las em 2000 MB, terá obrigatoriamente de ter esse espaço disponível.

Atenção: ajustar uma partição é uma operação tecnicamente difícil de onde poderão surgir complicações. Aconselha-se os utilizadores a fazerem cópias de segurança das partições que decidirem encolher como forma de salvaguardar eventuais problemas.


Ajustar partições NTFS (Reparticionar)

Na versão 8.1 do Linux Caixa Mágica ainda não permite reajustar partições NTFS de forma a obter espaço para uma partição de instalação do Linux. Se a partição de NTFS ocupar todo o espaço disponível, poderá reinstalar o Windows criando uma partição mais pequena ou utilizar o programa PartitionMagic.



Figura 3.13: Ecrã Particionamento Manual - Editar


Como atrás foi referido, neste ecrã é possível definir o ponto de montagem de uma partição. Poderá optar por uma das localizações propostas (/, /boot, /home e ou /usr) ou definir uma qualquer outra, através do quinto campo. É mandatório haver uma partição com o ponto de montagem “/”, que é o local onde serão colocados os ficheiros (programas) a instalar. É também aconselhada a existência de uma partição com o ponto de montagem “/boot”.



Figura 3.14: Ecrã Particionamento Manual - Apagar


Ao optar por apagar uma partição terá um ecrã onde será confirmada a sua opção. No caso de prosseguir, a sua partição será apagada com todos os documentos nela armazenado. Não existem ferramentas para reverter esta operação, pelo que deverá ter a certeza que a operação será realizada sobre a operação correcta.



Figura 3.15: Ecrã Tipo de Instalação


Após ter criado as partições, segue-se a parte da instalação dos pacotes (figura 3.15). Neste ecrã, será colocada a questão sobre que tipo de instalação pretende: Computador Pessoal ou Personalizada. No caso de pretender configurar exactamente os pacotes a instalar, deverá escolher esta última, tendo noutros ecrãs a opção de escolher os pacotes a instalar por categoria ou individualmente.


Na primeira e segunda opção serão instalados automaticamente pacotes relativos ao perfil escolhido.


Depois de escolher os pacotes que pretende instalar, segue-se uma fase potencialmente demorada onde os pacotes serão instalados. Poderá acompanhar a instalação dos mesmos pela barra de evolução.



Figura 3.16: Ecrã Instalando Pacotes


Para poder optar no arranque do computador pelo sistema operativo a inicializar terá de instalar o LILO. No caso de apenas ter instalado o Linux, poderá optar pela configuração automática do LILO. Neste caso, o LILO automaticamente detectará a partição onde instalou o Linux e encarregar-se-á de iniciar este sistema operativo no arranque do computador. Se tiver mais de um sistema operativo no disco, deverá optar pela configuração manual.



Figura 3.17: Configuração LILO


Na configuração manual do LILO (figura 3.18) poderá optar por instalá-lo no primeiro sector do primeiro disco, chamado de MBR (Master Boot Record), ou colocá-lo no primeiro sector da partição que contêm a root (“/”). Caso não tenha mais nenhum Loader instalado, deverá optar pela primeira. No caso de ter um Loader instalado e nesse Loader incluir na configuração do mesmo a partição Linux, então escolha a segunda hipótese. Em caso de dúvida escolha a primeira hipótese.



Figura 3.18: Configuração LILO - Manual I


Por cada sistema operativo deverá adicionar uma entrada ao LILO (figura 3.19). Se tiver instalado, por exemplo, o Linux e o Windows no disco deverá adicionar duas entradas. Assim, poderia primeiro adicionar uma entrada escrevendo “Windows” no campo “...nome da entrada”, seleccionando “/dev/hda1” na janela “Partição” e, finalmente, pressionando o botão “Adicionar”. A entrada “Windows” apareceria na lista da esquerda. Naturalmente, que isto para o caso de o Windows estar instalado na primeira partição do disco (hda1).


De seguida, adicionava o Linux, escrevendo “Linux” no nome da entrada, seleccionando a partição de onde é feito o arranque (tipicamente a partição cujo ponto de montagem é “/boot” ou, no caso de esta não existir, a partição cujo ponto de montagem é a root, “/”). No arranque do computador, quando surgir a uma linha de inserção de texto precedida por “LILO” deverá escrever a entrada corresponder ao sistema operativo com o qual deseja arrancar o computador. Para o exemplo anterior, escreveria “Windows” para arrancar em Windows ou “Linux” para arrancar em Linux.



Figura 3.19: Configuração LILO - Manual II


Um sistema Linux sendo multi-utilizador pode autorizar o acesso a diferentes utilizadores. Cada utilizador tem permissões de acesso ao sistema diferentes. Existe um utilizador principal que tem permissões ilimitadas sobre todos os recursos do sistema. Esse utilizador é chamado de “root”. No ecrã da figura 3.20 deverá configurar a palavra-passe desse utilizador. Após a instalação do sistema, apenas deverá utilizar a conta de “root”' para fazer configurações de sistema. Depois de introduzir a palavra-passe, pressione o botão “Continuar”.



Figura 3.20: Ecrã Password root


Como atrás foi referido, o seu sistema pode permitir acesso a diferentes utilizadores. Neste ecrã (figura 3.21) deverá criar os utilizadores que acederão ao sistema que está a ser instalado. Estes utilizadores não terão permissões de alteração de configurações de sistema. Pode inserir tantos quantos queira, devendo configurar nesse momento a palavra-passe (password) a utilizar pelos mesmos.



Figura 3.21: Ecrã Introdução utilizadores


Mesmo no caso de não pretender instalar o LILO no MBR, poderá iniciar o Linux de uma outra forma através de o recurso a uma disquete de arranque (figura 3.22).



Figura 3.22: Ecrã Disquete de arranque


Depois de criar a disquete de arranque neste ecrã e ter terminado a instalação, poderá reiniciar o computador com a disquete inserida na “drive” e verificará que o Linux será chamado. O conteúdo da disquete será apagado pelo Licas.


O Licas possui capacidade de detecção do Hardware incluído no seu sistema (figura 3.23). Neste ecrã ser-lhe-á mostrado qual o que foi detectado automaticamente.



Figura 3.23: Ecrã Hardware detectado


A configuração do Modem poderá ser realizada através da introdução do número de telefone, login e palavra-passe do seu fornecedor de Internet.



Figura 3.24: Ecrã Configuração modem


A figura 3.25 mostra o ecrã final da instalação. Se chegar a este ponto, significará que a instalação da Caixa Mágica decorreu com sucesso. Retire o CD-ROM do leitor, reinicie o computador e aproveite o seu recém-instalado Linux Caixa Mágica.



Figura 3.25: Ecrã Final de instalação


3.2. xLicas – Modo gráfico


O xLicas é a versão gráfica do instalador da Caixa Mágica.


Por ser mais exigente quanto aos requisitos de Hardware necessário poderá não ser executado em todos os computadores. Nesse caso, o Licas - descrito na secção anterior- será o responsável pela instalação.


A navegação no xLicas é realizada de uma forma intuitiva . Concretamente, ao utilizador é pedido que em cada ecrã: (1) seleccione uma opção e (2) pressione o botão “Continuar”.


Para (1) seleccionar uma opção deve marcar na área central do ecrã a opção correspondente (na figura 3.26 essa opção corresponde à escolha do idioma). As opções estarão sempre presentes nesta área do ecrã. Sempre que uma das opções estiver marcada significa que está activa. Se a opção por omissão coincidir com a sua, não carece de a marcar.


Depois de seleccionada a opção desejada, deverá (2) pressionar o botão “Continuar” que está situado no canto inferior direito.



Figura 3.26: Quatro áreas de navegação essenciais



RATOS USB COM RODA

Os ratos USB com roda poderão apresentar um comportamento estranho não permitindo a selecção de opções nos ecrãs.

Para ultrapassar este problema, utilize o botão do meio (roda) ou os botões direito e esquerdo em simultâneo. para seleccionar as opções pretendidas.


No caso de necessitar de ajuda terá ao longo de toda a instalação uma janela do lado direito com instruções adicionais.


Durante toda a instalação terá a hipótese de retornar a ecrãs anteriores. Para tal, poderá utilizar o botão “Voltar” ou pressionar sobre um dos quadrados com números representados no fundo do ecrã. Cada número corresponde a um ecrã.


O quadrado com o número de cor laranja, significa que esse ecrã é o actual onde o utilizador se encontra. Os quadrados a azul claro significa que não estão activos e que o utilizador não pode aceder-lhes. Os quadrados a azul mais forte representam os ecrãs pelo qual os utilizadores já passaram e que poderão regressar, precisando apenas de pressionar sobre os mesmos.


Logo após o ecrã de boas vindas, será questionado sobre o idioma (linguagem) desejado para a instalação. Depois de escolher o idioma em que pretende que a instalação decorra, pressione o botão “Voltar”.



Figura 3.27: Ecrã Idioma


Neste segundo ecrã (figura 3.28) deverá escolher o teclado que possui. Teclado Português (por omissão) e Teclado inglês (americano) são as opções. A opção que tomar irá reflectir-se na sua utilização do Linux, podendo mais tarde alterar esta opção através do xLucas.


No ecrã Fuso Horário (figura 3.29) deverá optar pelo localização geográfica onde se encontra. Esta opção reflectirá mais tarde a hora do seu computador.



Figura 3.28: Ecrã Teclado


Chegada a esta parte da instalação é necessário definir como o disco rígido irá estar organizado. Para isso, são definidas partições (figura 3.30).



Figura 3.29: Ecrã Fuso Horário


Existem duas formas de definir partições: Automática ou Manual. A primeira (automática) é aconselhável quando se tem um disco especificamente destinado ao Linux Caixa Mágica. Utilizadores iniciados que tenham um disco só para Linux deverão seleccionar essa hipótese. Quem quiser instalar a Caixa Mágica num computador com outro sistema operativo previamente instalado e que o deseje manter, não deverá escolher a opção “Particionamento automático”.



Figura 3.30: Ecrã Tipo de Particionamento


No particionamento automático, os discos rígidos instalados no seu computador são automaticamente detectados. Deverá escolher aquele em que pretende instalar a Caixa Mágica. Depois de escolher e confirmar, o Licas irá particioná-lo e formatá-lo (figura 3.31).


Ao optar por Partições automáticas, toda a informação do disco que escolher será apagada.

Se tiver partições com informação, elas serão automaticamente apagadas.

Escolha apenas esta opção se tiver seguro de que a partição não contém informação mais tarde necessárias.


O particionamento manual envolve a definição das partições individualmente e por parte do utilizador. Na primeira coluna da janela “Partições” encontrará os diferentes discos identificados (figura 3.32). Cada disco tem assignado as partições que o compõem, distinguíveis por estarem ligeiramente indentadas. No topo da janela, tem informação relativa aos discos encontrados.



Figura 3.31: Ecrã Tipo de Particionamento - automático


A figura 3.32 revela-nos que na instalação em causa tinha sido detectado um disco (disco 1), sendo esse disco compostos por três partições.


Sobre cada partição existe quatro colunas com informação. A primeira coluna, “Disco/part” dá-nos a designação da partição propriamente dita. Por exemplo, “hda1”. A segunda coluna informa-nos sobre o local (Directório) onde essa partição irá ser montada. Cada partição é montada sobre uma localização específica onde o utilizador poderá mais tarde acedê-la. No Linux, apenas é obrigatória haver uma partição cujo ponto de montagem (mounting point) é a “/” (lê-se “root”). É bastante vulgar haver partições cujo ponto de montagem é a directoria “/boot” ou “/home”.


O sistema de ficheiros utilizado para formatar essa partição é dado pela terceira coluna, “SistemaFich”. O sistema de ficheiros vulgarmente utilizado em Linux é “Ext2”', ou seja, Extended 2.


Por fim, temos o tamanho que essa partição possui, em MegaBytes.



Figura 3.32: Ecrã Particionamento Manual


Existem quatro operações que pode realizar sobre uma partição: adicionar, editar, apagar e ajustar.


Com esta opção, “encolherá” a primeira partição dando lugar a espaço onde poderá criar uma segunda. Note-se que para a encolher, terá de ter espaço disponível nessa partição. Se por exemplo precisar de encolhê-las em 2000 MB, terá obrigatoriamente de ter esse espaço disponível.

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Atenção: ajustar uma partição é uma operação tecnicamente difícil de onde poderão surgir complicações. Aconselha-se os utilizadores a fazerem cópias de segurança das partições que decidirem encolher como forma de salvaguardar eventuais problemas.



Figura 3.33: Ecrã Particionamento Manual - Editar


Cada operação tem um botão associado, por baixo da informação sobre os discos e partições.


Alguns dos botões desencadeiam o aparecimento de campos do lado direito da janela com informação sobre os discos, pelo que deverá estar com atenção a essa zona (figura 3.34).


Como atrás foi referido, neste ecrã é possível definir o ponto de montagem de uma partição. Poderá optar por uma das localizações propostas (/, /boot, /home e ou /usr) ou definir uma qualquer outra, escrevendo directamente sobre o campo localizado na parte direita do ecrã e com a etiqueta “Directório”.


É mandatório haver uma partição com o ponto de montagem “/”, que é o local onde serão colocados os ficheiros (programas) a instalar. É também aconselhada a existência de uma partição com o ponto de montagem (directório) “/boot”.


No final de ter introduzido o directório que quer associar à partição, pressione o botão “Editar”, do lado direito do ecrã.



Figura 3.34: Ecrã Particionamento Manual - Redimensionar


Como foi indicado previamente, a Caixa Mágica oferece a possibilidade de um utilizador encolher uma partição que já tenha instalado outro sistema operativo, se tal partição tiver espaço livre. No caso de carregar no botão “Redimensionar”, a parte direita do instalador oferece um campo em que deverá indicar o tamanho para o qual pretende reduzir a partição.



Figura 3.35: Ecrã Criando partições


Enquanto as partições forem sendo criadas, uma barra de estado vai evoluindo dos 0% aos 100% (figura 3.35), crescendo sempre que uma partição for sendo criada. Por vezes, a criação de uma partição pode ser demorada, pelo que pode parecer que está bloqueado, não o acontecendo na realidade. Aguarde 15 minutos e se não verificar qualquer evolução, reinicie o computador.

Após ter criado as partições, segue-se a parte da instalação dos pacotes. Neste ecrã, será colocada a questão sobre que tipo de instalação pretende: Completa ou Personalizado. No caso de pretender configurar exactamente os pacotes a instalar, deverá escolher esta última. Se optar antes por “Completa” apenas serão instalados programas vocacionados para a versão servidor.



Figura 3.36: Ecrã Tipo de instalação


No caso de optar pela opção “Personalizado” no ecrã anterior, surgirá a figura 3.37 em que poderá optar pelas categorias de software que deseja instalar.


No caso de ter optado por “Instalação Completa”, este ecrã não será exibido e saltará directamente para o ecrã do LILO (figura 3.38).



Figura 3.37: Ecrã Escolha de Categorias



Para poder optar no arranque do computador pelo sistema operativo a inicializar terá de instalar o LILO.



Figura 3.38: Ecrã LILO


Aqui poderá optar pela configuração automática do LILO.

Neste caso, o LILO automaticamente detectará as partições com Linux e outros sistemas e encarregar-se-á de criar um menu com os sistemas operativos disponíveis no arranque do computador. A escolha da opção LILO automático poderá ser feita sem contra-indicações para todo o tipo de instalações.



Figura 3.39: Configuração LILO - Manual I


Na configuração manual do LILO poderá optar por instalá-lo no primeiro sector do primeiro disco, chamado de MBR (Master Boot Record), ou colocá-lo no primeiro sector da partição que contêm a root (“/”). Caso não tenha mais nenhum Loader instalado, deverá optar pela primeira. No caso de ter um Loader instalado e nesse Loader incluir na configuração do mesmo a partição Linux, então escolha a segunda hipótese. Em caso de dúvida escolha a primeira hipótese.


Por cada sistema operativo deverá adicionar uma entrada ao LILO. Se tiver instalado, por exemplo, o Linux e o Windows no disco deverá adicionar duas entradas. Assim, poderia primeiro adicionar uma entrada escrevendo “Windows” no campo “...nome da entrada”, seleccionando “/dev/hda1” na janela “Partição” e, finalmente, pressionando o botão “Adicionar”. A entrada “Windows” apareceria na lista do lado esquerdo (em “Entradas”). Naturalmente, que isto para o caso de o Windows estar instalado na primeira partição do disco (hda1).


De seguida, adicionava o Linux, escrevendo “Linux” no nome da entrada, seleccionando a partição de onde é feito o arranque (tipicamente a partição cujo ponto de montagem é “/boot” ou, no caso de esta não existir, a partição cujo ponto de montagem é a root, “/”).



Figura 3.40: Configuração LILO - Manual II


No arranque do computador, quando surgir a uma linha de inserção de texto precedida por “LILO” deverá escrever a entrada corresponder ao sistema operativo com o qual deseja arrancar o computador. Para o exemplo anterior, escreveria “Windows” para arrancar em Windows ou “Linux” para arrancar em Linux.



Figura 3.41: Ecrã Password root


Um sistema Linux sendo multi-utilizador pode autorizar o acesso a diferentes utilizadores. Cada utilizador tem permissões de acesso ao sistema diferentes. Existe um utilizador principal que tem permissões ilimitadas sobre todos os recursos do sistema. Esse utilizador é chamado de “root”. Neste ecrã (figura 3.41) deverá configurar a palavra-passe desse utilizador. Após a instalação do sistema, apenas deverá utilizar a conta de “root” para fazer configurações de sistema.


Ao carregar no botão “Confirmar”, a palavra-passe será validada. Se for válida, um ecrã semelhante ao aqui apresentado surgirá. Se por outro lado, for inválida, deverá introduzir uma nova palavra-passe (password) e a sua confirmação.


        

Figura 3.42: Ecrã Confirmação palavra-passe válida


Depois de ultrapassada esta fase, carregue no botão “Aceitar” para passar ao ecrã seguinte.


Como atrás foi referido, o seu sistema pode permitir acesso a diferentes utilizadores. Neste ecrã deverá criar os utilizadores que acederão ao sistema que está a ser instalado. Estes utilizadores não terão permissões de alteração de configurações de sistema. Pode inserir tantos quantos queira, devendo configurar nesse momento a palavra-passe (password) a utilizar pelos mesmos.


Mesmo no caso de não pretender instalar o Lilo no MBR, poderá iniciar o Linux de uma outra forma através de o recurso a uma disquete de arranque.



Figura 3.43: Ecrã Introdução utilizadores


Depois de criar a disquete de arranque neste ecrã e ter terminado a instalação, poderá reiniciar o computador com a disquete inserida na “drive” e verificará que o Linux será chamado. O conteúdo da disquete será apagado pelo xLicas.



Figura 3.44: Ecrã Criação de disquete de arranque



Criação de disquete de arranque

A criação de uma disquete de arranque é sempre boa opção.

Com ela, poderá reparar o sistema no caso de depois da instalação o computador não reiniciar por algum motivo.


Chegado a este ponto, será informado que a instalação foi finalizada. Deverá confirmar (pressionando o botão “Sim”).



Figura 3.45: Ecrã de finalização de instalação


Todos os programas serão agora instalados. Após essa operação, algumas operações de finalização serão realizadas, no fim das quais o computador será reiniciado. Poderá então desfrutar do seu Linux Caixa Mágica.



Figura 3.46: Ecrã finalização - instalação pacotes



4. Conclusão da Instalação

Se tudo tiver corrido bem nos passos anteriores, a instalação do Linux Caixa Mágica estará concluída.


Mesmo que algum passo não tenha sido realizado de forma correcta, segundo as características do seu computador, terá oportunidade de corrigi-lo já dentro do sistema.


Proceda agora ao arranque do sistema e deverá surgir-lhe um ecrã com as opções de arranque. Cada opção é correspondente a um sistema operativo que esteja instalado no seu computador. Se só tiver o Linux Caixa Mágica, então deverá apenas surgir-lhe uma única opção (CaixaMagica).


Após a selecção da opção adequada recorrendo às teclas de cursor (setas), pressione a tecla “Enter”.


A equipa da Caixa Mágica deseja-lhe uma boa utilização.



5. Primeira Utilização

Vamos começar por abordar a primeira utilização, isto é, o momento seguinte à instalação em que reinicia o seu computador1.


5.1. Primeiro arranque


Após a instalação da Caixa Mágica e durante o primeiro arranque será necessário proceder a algumas configurações finais do sistema. Tais configurações são apresentadas ao utilizador em 5 passos, que são descritos a seguir:


Passo 1 de 5 – Optimização do Kernel

Neste primeiro passo (figura 5.1) serão procurados todos os dispositivos scsi e, caso existam, o sistema será configurado para que em cada reinicialização seja carregado o módulo necessário para o funcionamento dos dispositivos. Se for detectado algum dispositivo scsi será necessário que o sistema seja reinicializado após este primeiro arranque.


Passo 2 de 5 – Configuração de Drives de CD-ROM

Aqui serão procurados todos os dispositivos de leitura e/ou gravação de CD/DVD e configuradas as suas entradas na directoria “O meu Computador” na área de cada utilizador. Se não for detectado nenhum gravador de CD/DVD e este existir, então será necessário reinicializar o sistema após o primeiro arranque.


Passo 3 de 5 – Configuração das fontes do Sistema

Neste passo serão procuradas as fontes instaladas no sistema e configuradas de modo a tirar o melhor partido das mesmas. Este passo poderá demorar algum tempo em computadores com características mais baixas.



Figura 5.1: Primeiro arranque I


Passo 4 de 5 – Configuração do X

Aqui o sistema irá testar várias configurações gráficas do seu computador, escolhendo a que for mais apropriada. Caso a configuração seja efectuada com sucesso, deverá surgir um ecrã como o da figura 5.2, devendo pressionar com o botão esquerdo do rato em “Pressione OK para continuar”.



Figura 5.2: Primeiro arranque II


Passo 5 de 5 – Envio de descrição de Hardware

Por último, será pedido ao utilizador para enviar as características do seu computador (figura 5.3) de forma a fazer parte da base de dados de hardware da Caixa Mágica. Nenhuns dados pessoais do utilizador serão transmitidos, apenas as características físicas do computador. Estas informações são de considerável importância para ajudar no suporte aos clientes, pelo que aconselhamos a sua autorização.



Figura 5.3: Primeiro arranque III


5.2. Conceitos Fundamentais


O Linux como qualquer sistema baseado em Unix apresenta uma lógica de utilização que preserva a segurança do sistema. Esse é um dos aspectos fundamentais que o tem tornado o sistema operativo com maior crescimento no mundo.


Assim, na lógica nativa do Linux existe uma divisão entre o administrador da máquina (ou superutilizador) e o utilizador sem privilégios.


5.2.1. Utilizador e Superutilizador (root)


Antes de compreendermos o conceito de utilizador e o superutilizador (root), é importante revermos alguma terminologia.


No Linux um utilizador pode ser identificado, consoante o contexto, de três formas diferentes:


O superutilizador, ou root, é o administrador do sistema. Apenas ele poderá executar root alguns comandos e tarefas a que o utilizador normal não tem acesso.

Assim foi definido com o objectivo de um utilizador não poder comprometer a estabilidade do sistema realizando operações que o pusessem em perigo.

Um exemplo possível é o utilizador iniciado que ao executar um comando, inadvertidamente apague os ficheiros essenciais para o funcionamento do sistema. Se apenas o superutilizador tiver permissão de apagá-los, existirão certamente menos probabilidades de isto acontecer.


É em parte por esta filosofia que praticamente não existem vírus para o sistema operativo Linux, pois o vírus pode chegar ao computador do utilizador, mas não poderá propagar-se devido às permissões sobre os ficheiros lhe ser negado.


Em Linux, o Login do administrador é root2 e é este o nome que deverá utilizar quando quiser aceder ao sistema com permissões totais.


Só deve trabalhar como superutilizador (root) quando realmente estiver a executar tarefas de administração do sistema. De outra forma, compromete a segurança do mesmo.


O superutilizador tem uma área de trabalho definida a partir da raíz do sistema: /root.


Devido às características do utilizador root, certifique-se que a password não é divulgada junto dos restantes utilizadores do sistema.

Quando definir essa password para o root, tente não escolher palavras que constem no dicionário mas caracteres arbitrários e que para uma outra pessoa não tenha nenhum significado. Não só pode, como deve, utilizar números e acentuação.

O utilizador é tipicamente uma pessoa que trabalhará regularmente no sistema, tendo uma área própria que se encontra no directório /home/(nome do utilizador).

Todos os ficheiros criados pelo utilizador serão guardados na sua própria área e outros utilizadores não têm acesso, a não ser que o superutilizador (root) assim defina.


Lembremos que na instalação do Linux Caixa Mágica inserimos o superutilizador (root) com uma senha (password) e que tivemos a possibilidade de adicionarmos utilizadores. Caso não tenhamos adicionado utilizadores no sistema, vamos aprender como adicioná-los pois conforme já foi explicado acima, não é boa política trabalharmos como root.



5.2.2. Adicionar/Remover Utilizadores


Para adicionarmos um novo utilizador, devemos em primeiro lugar entrar como root.

Para isto basta digitar o login e a senha (password) na caixa de diálogo conforme a figura 5.4 com o gestor de janelas KDE seleccionado.



Figura 5.4: Login no sistema


Agora que já estamos a trabalhar como root, podemos aceder ao xLucas3 que é o configurador do Caixa Mágica4.

Para executar o xLucas, devemos pressionar o ícone correspondente disponível através dos menus do KDE (K Caixa Mágica -> Configuração -> xLucas / Utilizadores).


Surgirá então um ecrã semelhante ao apresentado na figura 5.5.


É no xLucas que vamos inserir o nosso primeiro utilizador (se este não tiver sido inserido durante a instalação).



Figura 5.5: Gestão de utilizadores


Na caixa de diálogo temos numa sub-janela em cima com os utilizadores que já foram adicionados ao sistema. Várias opções podem ser executadas a partir deste ecrã:


Para já, escolhemos o botão Adicionar.

Na caixa de diálogo da figura 5.6 (Inserção de Utilizadores) devemos preencher os seguintes campos:



Figura 5.6: Adicionar utilizador


Após termos os dados preenchidos, basta seleccionar o botão Continuar e as opções ficam novamente disponíveis para inserirmos novos utilizadores. Caso queiramos sair basta clicarmos no botão Fechar.

Com o utilizador já inserido, vamos sair do xLucas pressionando o botão “X” no canto superior direito da janela .

Tendo o novo utilizador criado, podemos sair do sistema e voltar a entrar com o novo utilizador.



5.3. Entrar no Sistema (Login)


A utilização do sistema Linux Caixa Mágica começará através de um login5, que basicamente serve para o utilizador autenticar-se junto do sistema, para que depois da sua identificação positiva este lhe possa conceder as permissões correctas de acesso a recursos de sistema.

Existem dois tipos de login possível no sistema: consola/modo texto ou gráfico.


5.3.1. Login em modo texto


Inicialmente, o Linux apenas disponha de um login em modo texto, semelhante ao mostrado na figura 5.7. Após a correcta introdução do login/password então é que o utilizador poderia executar o ambiente de janelas (X).

Para entrar no seu sistema em modo texto, introduza o seu login e password. Se estes estiverem correctos, o sistema dar-lhe-á acesso aos recursos de sistema, não através de um interface gráfico, mas sim através de uma linha de comandos, também chamada de “consola” ou “shell”6.


Para os utilizadores menos experientes, um ambiente de modo texto como o atrás apresentado pode ser algo constrangedor, pelo que se desenvolveu uma forma de login mais gráfico, que é apresentado na sub-secção seguinte e é baseada em X-Windows.



Figura 5.7: Login em modo texto (consola)


5.3.2. Login em modo gráfico


Usando as características gráficas do X, podemos ter acesso a um tipo de em modo gráfico.

Naturalmente que se durante a instalação, o Licas/xLicas não conseguiu configurar correctamente o X Windows este ambiente gráfico de login não se encontrará disponível.

Nesse caso, deverá fazer login em modo texto e configurar o X-Windows.


Na figura 5.4 apresentamos o Kdm, o sistema gráfico de login do KDE. Contudo, se o utilizador decidir não instalar o KDE poderá ter acesso a um ambiente gráfico de login, desta feita através do XDM. O XDM também é gráfico, mas tem menos opções que o KDM.


Neste livro, dado usarmos o KDE para explicar os conceitos inerentes à utilização de um Linux Caixa Mágica gráfico, continuaremos a explicar o KDM, mas os conceitos aplicam-se da mesma forma ao XDM.


Na caixa de diálogo da figura 5.4, vamos introduzir o utilizador, a senha e clicar no botão OK ou pressionar a tecla Enter.

Por omissão (default), o Linux Caixa Mágica definiu como gestor de janelas7 o KDE, por se tratar de um ambiente amigável, fácil de trabalhar e com muitas ferramentas essenciais de utilização no dia a dia.


Uma das vantagens do ambiente Linux é possuir, não apenas um gestor de janelas, mas sim vários, podendo o utilizador escolher o que mais lhe agradar.

No entanto caso tenhamos interesse em escolher outro, basta seleccionar na lista o gestor e clicar no botão OK para entrar.



6. Glossário

Gestor de Janelas- o gestor de janelas (Windows Manager) é aplicação responsável pela gestão das várias aplicações gráficas, a forma como estas se comportam no desktop e como se relacionam entre si. Exemplos de gestores de janelas: fvwm2, window maker, kwm, enlightment, etc...


Imagem- o termo “imagem” -no contexto da criação da disquete de arranque- tem como significado o ficheiro que irá ser copiado para dentro da disquete e que é uma imagem de um pequeno sistema operativo.


LILO -O LILO é um programa que no arranque do computador oferece a possibilidade ao utilizador de escolher entre o sistema operativo com que deseja encontrar dentro dos que este tem instalado no computador. Existem outros programas com a mesma função como o LOADLIN (para DOS) ou o Grub.


Licas - O Licas ([L]icas é o [I]nstalador de [C]onfiguração e [A]rranque do [S]istema) é o instalador da Caixa Mágica desenvolvido em modo texto. Concretamente, implementado sobre a biblioteca Newt.


Login - O termo Login pode ser aplicado em dois sentidos. Login é a palavra que serve de identificação de entrada no sistema. Mas, por outro lado, Login também é o acto de entrar no sistema após a validação correcta da palavra passe.


Lucas - O Lucas ([L]ucas é o [U]tilitário de [C]onfiguração de [A]dministração de [S]istema) é programa que permite ao utilizador com privilégios especiais (root) configurar o sistema a partir desta aplicação modo texto.


xLicas - é a versão modo gráfico (X) do Licas.


Linux -O Linux é um Sistema Operativo. Mais concretamente, é o ”kernel”(núcleo) que faz o interface entre a máquina (”hardware”) e as aplicações (”software”).


Ponto de montagem - o ponto de montagem, ou “mounting point”, informa-nos sobre o local onde uma partição irá ser montada. No Linux, todas as partições e dispositivos encontram-se disponíveis sob a forma de directorias dispostas numa única árvore. Assim, não existe a noção de “drive” A: ou C:, mas antes de directorias. A “drive” de disquetes encontra-se geralmente “montada” (isto é, disponível) em “/mnt/floppy” e o CD-ROM em “/mnt/cdrom”, na mesma árvore de directorias. Antes de aceder a esses dispositivos é necessário montá-los, utilizando o comando “mount”.


Partição - é uma parte autónoma do disco rígido, sendo este composto por uma ou mais partições. Podem ser primárias ou extendidas. O número máximo de partições primárias por disco é de quatro. Um sistema operativo tem de ser instalado numa partição primária.



7. Licença GPL

O software desenvolvido no âmbito do Linux Caixa Mágica encontra-se sob licença GPL.

Antes de o utilizar, leia cuidadosamente as condições abaixo apresentadas.



GNU GENERAL PUBLIC LICENSE



Version 2, June 1991

Copyright (C) 1989, 1991 Free Software Foundation, Inc.  
59 Temple Place - Suite 330, Boston, MA  02111-1307, USA

Everyone is permitted to copy and distribute verbatim copies
of this license document, but changing it is not allowed.

Preamble


The licenses for most software are designed to take away your freedom to share and change it. By contrast, the GNU General Public License is intended to guarantee your freedom to share and change free software--to make sure the software is free for all its users. This General Public License applies to most of the Free Software Foundation's software and to any other program whose authors commit to using it. (Some other Free Software Foundation software is covered by the GNU Library General Public License instead.) You can apply it to your programs, too.

When we speak of free software, we are referring to freedom, not price. Our General Public Licenses are designed to make sure that you have the freedom to distribute copies of free software (and charge for this service if you wish), that you receive source code or can get it if you want it, that you can change the software or use pieces of it in new free programs; and that you know you can do these things.

To protect your rights, we need to make restrictions that forbid anyone to deny you these rights or to ask you to surrender the rights. These restrictions translate to certain responsibilities for you if you distribute copies of the software, or if you modify it.

For example, if you distribute copies of such a program, whether gratis or for a fee, you must give the recipients all the rights that you have. You must make sure that they, too, receive or can get the source code. And you must show them these terms so they know their rights.

We protect your rights with two steps: (1) copyright the software, and (2) offer you this license which gives you legal permission to copy, distribute and/or modify the software.

Also, for each author's protection and ours, we want to make certain that everyone understands that there is no warranty for this free software. If the software is modified by someone else and passed on, we want its recipients to know that what they have is not the original, so that any problems introduced by others will not reflect on the original authors' reputations.

Finally, any free program is threatened constantly by software patents. We wish to avoid the danger that redistributors of a free program will individually obtain patent licenses, in effect making the program proprietary. To prevent this, we have made it clear that any patent must be licensed for everyone's free use or not licensed at all.

The precise terms and conditions for copying, distribution and modification follow.



TERMS AND CONDITIONS FOR COPYING, DISTRIBUTION AND MODIFICATION


0. This License applies to any program or other work which contains a notice placed by the copyright holder saying it may be distributed under the terms of this General Public License. The "Program", below, refers to any such program or work, and a "work based on the Program" means either the Program or any derivative work under copyright law: that is to say, a work containing the Program or a portion of it, either verbatim or with modifications and/or translated into another language. (Hereinafter, translation is included without limitation in the term "modification".) Each licensee is addressed as "you".

Activities other than copying, distribution and modification are not covered by this License; they are outside its scope. The act of running the Program is not restricted, and the output from the Program is covered only if its contents constitute a work based on the Program (independent of having been made by running the Program). Whether that is true depends on what the Program does.

1. You may copy and distribute verbatim copies of the Program's source code as you receive it, in any medium, provided that you conspicuously and appropriately publish on each copy an appropriate copyright notice and disclaimer of warranty; keep intact all the notices that refer to this License and to the absence of any warranty; and give any other recipients of the Program a copy of this License along with the Program.

You may charge a fee for the physical act of transferring a copy, and you may at your option offer warranty protection in exchange for a fee.

2. You may modify your copy or copies of the Program or any portion of it, thus forming a work based on the Program, and copy and distribute such modifications or work under the terms of Section 1 above, provided that you also meet all of these conditions:

  1. a) You must cause the modified files to carry prominent notices stating that you changed the files and the date of any change.

  2. b) You must cause any work that you distribute or publish, that in whole or in part contains or is derived from the Program or any part thereof, to be licensed as a whole at no charge to all third parties under the terms of this License.

  3. c) If the modified program normally reads commands interactively when run, you must cause it, when started running for such interactive use in the most ordinary way, to print or display an announcement including an appropriate copyright notice and a notice that there is no warranty (or else, saying that you provide a warranty) and that users may redistribute the program under these conditions, and telling the user how to view a copy of this License. (Exception: if the Program itself is interactive but does not normally print such an announcement, your work based on the Program is not required to print an announcement.)

These requirements apply to the modified work as a whole. If identifiable sections of that work are not derived from the Program, and can be reasonably considered independent and separate works in themselves, then this License, and its terms, do not apply to those sections when you distribute them as separate works. But when you distribute the same sections as part of a whole which is a work based on the Program, the distribution of the whole must be on the terms of this License, whose permissions for other licensees extend to the entire whole, and thus to each and every part regardless of who wrote it.

Thus, it is not the intent of this section to claim rights or contest your rights to work written entirely by you; rather, the intent is to exercise the right to control the distribution of derivative or collective works based on the Program.

In addition, mere aggregation of another work not based on the Program with the Program (or with a work based on the Program) on a volume of a storage or distribution medium does not bring the other work under the scope of this License.

3. You may copy and distribute the Program (or a work based on it, under Section 2) in object code or executable form under the terms of Sections 1 and 2 above provided that you also do one of the following:

  1. a) Accompany it with the complete corresponding machine-readable source code, which must be distributed under the terms of Sections 1 and 2 above on a medium customarily used for software interchange; or,

  2. b) Accompany it with a written offer, valid for at least three years, to give any third party, for a charge no more than your cost of physically performing source distribution, a complete machine-readable copy of the corresponding source code, to be distributed under the terms of Sections 1 and 2 above on a medium customarily used for software interchange; or,

  3. c) Accompany it with the information you received as to the offer to distribute corresponding source code. (This alternative is allowed only for noncommercial distribution and only if you received the program in object code or executable form with such an offer, in accord with Subsection b above.)

The source code for a work means the preferred form of the work for making modifications to it. For an executable work, complete source code means all the source code for all modules it contains, plus any associated interface definition files, plus the scripts used to control compilation and installation of the executable. However, as a special exception, the source code distributed need not include anything that is normally distributed (in either source or binary form) with the major components (compiler, kernel, and so on) of the operating system on which the executable runs, unless that component itself accompanies the executable.

If distribution of executable or object code is made by offering access to copy from a designated place, then offering equivalent access to copy the source code from the same place counts as distribution of the source code, even though third parties are not compelled to copy the source along with the object code.

4. You may not copy, modify, sublicense, or distribute the Program except as expressly provided under this License. Any attempt otherwise to copy, modify, sublicense or distribute the Program is void, and will automatically terminate your rights under this License. However, parties who have received copies, or rights, from you under this License will not have their licenses terminated so long as such parties remain in full compliance.

5. You are not required to accept this License, since you have not signed it. However, nothing else grants you permission to modify or distribute the Program or its derivative works. These actions are prohibited by law if you do not accept this License. Therefore, by modifying or distributing the Program (or any work based on the Program), you indicate your acceptance of this License to do so, and all its terms and conditions for copying, distributing or modifying the Program or works based on it.

6. Each time you redistribute the Program (or any work based on the Program), the recipient automatically receives a license from the original licensor to copy, distribute or modify the Program subject to these terms and conditions. You may not impose any further restrictions on the recipients' exercise of the rights granted herein. You are not responsible for enforcing compliance by third parties to this License.

7. If, as a consequence of a court judgment or allegation of patent infringement or for any other reason (not limited to patent issues), conditions are imposed on you (whether by court order, agreement or otherwise) that contradict the conditions of this License, they do not excuse you from the conditions of this License. If you cannot distribute so as to satisfy simultaneously your obligations under this License and any other pertinent obligations, then as a consequence you may not distribute the Program at all. For example, if a patent license would not permit royalty-free redistribution of the Program by all those who receive copies directly or indirectly through you, then the only way you could satisfy both it and this License would be to refrain entirely from distribution of the Program.

If any portion of this section is held invalid or unenforceable under any particular circumstance, the balance of the section is intended to apply and the section as a whole is intended to apply in other circumstances.

It is not the purpose of this section to induce you to infringe any patents or other property right claims or to contest validity of any such claims; this section has the sole purpose of protecting the integrity of the free software distribution system, which is implemented by public license practices. Many people have made generous contributions to the wide range of software distributed through that system in reliance on consistent application of that system; it is up to the author/donor to decide if he or she is willing to distribute software through any other system and a licensee cannot impose that choice.

This section is intended to make thoroughly clear what is believed to be a consequence of the rest of this License.

8. If the distribution and/or use of the Program is restricted in certain countries either by patents or by copyrighted interfaces, the original copyright holder who places the Program under this License may add an explicit geographical distribution limitation excluding those countries, so that distribution is permitted only in or among countries not thus excluded. In such case, this License incorporates the limitation as if written in the body of this License.

9. The Free Software Foundation may publish revised and/or new versions of the General Public License from time to time. Such new versions will be similar in spirit to the present version, but may differ in detail to address new problems or concerns.

Each version is given a distinguishing version number. If the Program specifies a version number of this License which applies to it and "any later version", you have the option of following the terms and conditions either of that version or of any later version published by the Free Software Foundation. If the Program does not specify a version number of this License, you may choose any version ever published by the Free Software Foundation.

10. If you wish to incorporate parts of the Program into other free programs whose distribution conditions are different, write to the author to ask for permission. For software which is copyrighted by the Free Software Foundation, write to the Free Software Foundation; we sometimes make exceptions for this. Our decision will be guided by the two goals of preserving the free status of all derivatives of our free software and of promoting the sharing and reuse of software generally.



NO WARRANTY

11. BECAUSE THE PROGRAM IS LICENSED FREE OF CHARGE, THERE IS NO WARRANTY FOR THE PROGRAM, TO THE EXTENT PERMITTED BY APPLICABLE LAW. EXCEPT WHEN OTHERWISE STATED IN WRITING THE COPYRIGHT HOLDERS AND/OR OTHER PARTIES PROVIDE THE PROGRAM "AS IS" WITHOUT WARRANTY OF ANY KIND, EITHER EXPRESSED OR IMPLIED, INCLUDING, BUT NOT LIMITED TO, THE IMPLIED WARRANTIES OF MERCHANTABILITY AND FITNESS FOR A PARTICULAR PURPOSE. THE ENTIRE RISK AS TO THE QUALITY AND PERFORMANCE OF THE PROGRAM IS WITH YOU. SHOULD THE PROGRAM PROVE DEFECTIVE, YOU ASSUME THE COST OF ALL NECESSARY SERVICING, REPAIR OR CORRECTION.

12. IN NO EVENT UNLESS REQUIRED BY APPLICABLE LAW OR AGREED TO IN WRITING WILL ANY COPYRIGHT HOLDER, OR ANY OTHER PARTY WHO MAY MODIFY AND/OR REDISTRIBUTE THE PROGRAM AS PERMITTED ABOVE, BE LIABLE TO YOU FOR DAMAGES, INCLUDING ANY GENERAL, SPECIAL, INCIDENTAL OR CONSEQUENTIAL DAMAGES ARISING OUT OF THE USE OR INABILITY TO USE THE PROGRAM (INCLUDING BUT NOT LIMITED TO LOSS OF DATA OR DATA BEING RENDERED INACCURATE OR LOSSES SUSTAINED BY YOU OR THIRD PARTIES OR A FAILURE OF THE PROGRAM TO OPERATE WITH ANY OTHER PROGRAMS), EVEN IF SUCH HOLDER OR OTHER PARTY HAS BEEN ADVISED OF THE POSSIBILITY OF SUCH DAMAGES.



END OF TERMS AND CONDITIONS




1 Este capítulo teve a contribuição de Tânia Azevedo (Tania.Azevedo@caixamagica.pt)

2 Tudo em minúsculas

3 xLucas –x [L]ucas é o [U]tilitário de [C]onfiguração e [A]dministração de [S]istema

4 O xLucas será explicado em detalhe num outro capítulo

5 Ver glossário

6 Mais tarde, será explicado o verdadeiro significado desta expressão.

7 Ver glossário